domingo, 31 de agosto de 2008

Bairro social - a alternativa seria comprar, recuperar e arrendar, casas devolutas, no centro histórico ou outros, travava a desertificação destes locais, mantinha os imóveis, evitava a guetização


Escola - sempre defendi que deve a autarquia colmatar as carências que a sociedade civil não resolva, não confundir com iniciativa privada. O Centro de Artes, deveria ter estabelecido uma parceria com o CCEN, a casa da Música com a SMURSS. Do mesmo modo a CMS deveria ter apresentado uma candidatura conjunta ao programa Prime, para a construção das escolas com as instituições existentes - Cáritas e Santa Casa da Misericórdia -, que individualmente não se podem candidatar. Mantinha postos de trabalho, incentivava a sociedade e participação civica, participava na gestão (não se limitava a dar subsidios) e - core bussi

Relatório Policial Oficioso (II)

Sábado, 9 horas, assalto com arma branca, na caixa Multibanco do Banco Santander, na Praça da República.
Sábado, madrugada, avultados danos numa viatura e roubo de outra, na Rua Gomes Freire (junto ao Centro de Artes).

Continua a faltar-nos um crime que nos projecte para os primeiros minutos dos telejornais, que seja servido com as garfadas do almoço. Em suma, falta um crime que confirme as nossas piores suspeitas.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Peixe assado


De novo, um cheiro a peixe grelhado invade a casa, as regras do condomínio são letra morta, porque motivo o vizinho do prédio ao lado, não havia de grelhar peixe na varanda, quando em Sines, continuamos a ter restaurantes com grelhador na rua.

Depois é sempre agradável chegar a casa e ter um odorzinho a sardinha assada no ar, e então a roupa acabada de secar com o cheiro ao bom carapau.

O pobre homem diz que não assa peixe dentro de casa por causa do cheiro. E como eu, o compreendo.

Bicicletão


Sines, Sábado, Rua Marquês de Pombal, sábado, 15,30 h, um individuo não identificado, que circula de bicicleta, rouba pelo método de esticão a mala a uma transeunte, sobe rua acima para o Largo da Boavista e evapora-se.

Sines, Quarta-feira, Rua João de Deus, 17 horas, outros individuo não identificado, que circula noutra bicicleta, rouba outra transeunte, pelo mesmo método - bicicletão -, sobe para o Largo Ramos da Costa e evapora-se.


Depois do nacionalmente famoso Mascarilha, temos o Bikeman.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Falta pressão

As coisa andavam estranhas.
O autoclismo teimava em não encher, nem depois de desmontado por três vezes.
A máquina de lavar-loiça, insistia em não trabalhar.
O esquentador pediu a susbtituição e desistiu.
O duche de água quente, tornava-se frio, a seu bel prazer.
As torneiras corriam a custo.
São os filtros, é falta de pressão! Eis, que a vizinhança começa a comentar, o problema é comum.
"Devido aos problemas de quebra de condutas, é natural que tenha havido arrastamento de areias, peçam uma limpeza ao contador", dizem-nos da Camâra Municipal de Sines.
Ontem há noite de regresso a casa, helás!, mais um rebentamento de condutas. Começaram há meses, junto ao Centro Comercial, já estão na rotunda da Escola Primária, devem acabar no Cabo de Sines...

As coisas continuam estranhas.

As Armas e a sua ausência


As operações de rusga e detenção levadas a cabo pela PSP e Corpo de Intervenção, apoiada sinclusivé, por meios aéreos, em bairros problemáticos da Grande Lisboa, ao que tudo indica para localizar e apreender armas de fogo e os seus presumíveis proprietário, obteve o efeito pretendido, criar na população um sentimento de segurança e de intervenção das autoridades.

Em termos práticos, saldou-se por pouco mais que nada. Quaisquer três ou quatro agentes infiltrados nos referidos bairros, decorridos alguns meses, saberiam identificar com precisão e permitiam uma actuação de forma cirúrgica, com menos gasto público, mas com menos dividendos políticos.

A já existirem os referidos agentes, resta-nos perguntar o que andam a fazer porque, normalmente, das rusgas resulta, quase sempre uns cidadãos muito indignados que lhes partiram a casa e não encontraram armas e entretanto, o país continua a ser saquedo.

Reconhecimento

A autarquia Siniense nunca distinguiu (medalhas de mérito municipal) ou manifestou o reconhecimento público (no Siniense, por exemplo) a jovens Sinienses com percursos notáveis ou auspiciosos na área da investigação ou carreira académica. E, estes existem.
Invariavelmente, distingue desportistas ou indivíduos ligados à arte, cultura e política.
É o espelho da sociedade onde vivemos um desportista de excepção, mesmo que limitado ao território pátrio, é sempre "melhor" que alguém que dedique a sua vida à ciência e obtenha o reconhecimento além fronteiras.
notas: as medalhas de mérito municipal são propostas pelos vários partidos representados na autarquia, por isso, neste caso cabem todos no mesmo saco, excepto se houve propostas recusadas pela maioria CDU (o que duvido).

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Caminha



Até dá para compreendermos que era a frustação do insucesso, uma forma de expressão, o desalento...mas quem acorda às 6 da manhã, passa 1 hora de autocarro e ganha 600 euros por mês, sem fazer aquilo que gosta, é uma afronta.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Campeonatos Nacionais de Natação

Na sequência de uma candidatura efectuada pela Câmara Municipal de Sines, a Piscina Municipal de Sines Carlos Manafaia recebe, nos dias 20 e 21 de Dezembro, a mais importante prova do calendário nacional de natação, os Campeonatos Nacionais de Clubes da I e II Divisões.

Rádio Sines

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Encerramento

A nossa listagem de "Coisas de Sines", encerrou de forma incompleta, como era inevitável. Muitas injustiças existiram por erros e omissões, mas era impossível ser doutra forma. Agradeço a todos a colaboração. Foi efectivamente um bom post, talvez daqui a um ano, olhemos novamente para ver o que mudou. Os comentários continuarão em aberto.

Sublime


Usain bolt world record 100m beijing olympics 2008
Enviado por usainboltworldrecord

Semos assim

Existem palavras, que valem uma “expressão”, um “sentimento”, ou ainda algo mais. Em Portugal, todos sabemos a palavra Saudade, só existe entre nós. Em crónica de fim-de-semana, alguém falava no Expresso, no porreirismo, no gajo porreiro, como expressão tipicamente lusa.
Nada disto supera o “chibo”, o “bufo”. O peso, a conotação negativa, o significado que traz consigo, é irrepetível no nosso léxico.
Para quem conheceu a velha senhora, é um atestado de fascista, com as devidas consequências, para os outros substitui o mariquinhas, queixinhas, que pagará devidamente na próxima oportunidade.
O cão na praia vigiada, o carro estacionado no passeio a impedir a passagem, o jipe que conquista as dunas, o indivíduo que urina na via pública, que joga limpo para o chão, que muda o óleo da viatura num qualquer pinhal, a carrinha que despeja entulho num baldio, a ocupação do espaço público para fazer uma horta, são todas atitudes, mais ou menos, aceites pela malta, porque somos gajos porreiros, não é connosco e acima de tudo não queremos problemas.
O indivíduo que se queixa do bar ou do vizinho que não o deixa dormir, de quem foge aos impostos, da construção ilegal no bairro, do carro que bateu noutra viatura e fugiu, é o chibo, o bufo. Verdadeiro pária, que se mete na vida alheia.
Somos assim, desenrascamos, um gajo porreiro facilita, simplifica, sabe que a vida está difícil para todos, e amanhã podemos ser nós a precisar, e não queremos encontrar um bufo, esperamos um gajo porreiro.
Mas se a denúncia for anónima, aí a coisa muda de figura, deixamos cair o gajo porreiro, porque somos civilizados, tornamo-nos ciosos da vida em sociedade, do bem comum. Chegada a hora da identificação, de testemunhar o que se presenciou, alto! Não vi bem, ouvi falar, mas não sei, não sou bufo.

domingo, 24 de agosto de 2008

A crise de Sábado à noite


Ontem, Sabádo à noite, depois de três tentativas, em outros tantos restaurantes, à quarta, finalmente encontro vaga para jantar. Pedimos para ocupar a única mesa vazia, entre umas dezenas ocupadas. Decorrem 15 minutos (medidos pela SporTv, no jogo do Sporting) e nem a Ementa chegou. Levanto-me, procuro uma das duas empregadas, esbaforida a atender, bem mais do que sua capacidade permitia, peço a ementa, que prontamente me entrega, de olhos esbugalhados. Escolhemos. Mais meia hora, foi-se a 1.ª parte. Devolvo a ementa ao dono e explico-lhe que decorridos 45 minutos, em que as únicas entradas eram no jogo, e nem ainda tínhamos perguntado o que queríamos, íamos embora. Para minha admiração, este compreendeu e agradeceu porque tinham muita gente e não conseguiam atender a todos.

Por cá a crise não é económica, mas sim da capacidade de alguns gerirem os seus estabelecimentos.

portugal no seu melhor





sábado, 23 de agosto de 2008

A realidade e a estatística

A semana que agora finda, mostrou definitivamente que o crime já não é brando em terras lusas. Acabaram-se os tempos em que os crime de sangue, eram maioritariamente por disputas de terrenos e mulheres. O crime mudou, tornou-se sofisticado e violento, muito violento. Resta saber se os meios policiais acompanharam esta mudança, em termos de equipamentos e efectivos.

Por coincidência saiu na mesma semana dados estatísticos que a criminalidade está a baixar. É uma tentativa de gestão da percepção, para enganar parolos. Preferia 10 assaltos do antigos, à portuguesa, sem violência, pela surra, quase pedindo desculpa por estar a assaltar, do que apenas um com as características do assalto efectuado que sucedeu à carrinha da Prossegur, que revela profissionalismo organizado.

O anúncio da criação de 130.000 novos postos de trabalho, como feito do Governo é tão ridículo como acusar o mesmo governo pelos novos desempregados. Hoje, o anúncio de que 100.000 empregos correspondem a indivíduos em formação profissional, portanto falso emprego, em nada surpreende quem conhece o mercado de trabalho em Portugal. Desde há muito que o IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional, deveria ser ISFP - Instituto de Subsídios e Formação Profissional. Qualquer empresa de Trabalho Temporário (TT), de vão de escada coloca mais trabalhadores - precários é certo, mas não é também a formação profissional, uma forma de trabalho precária? - do que o Centro de Emprego. Por uma razão simples, os Centros de Emprego tornaram-se máquinas burocráticas do Governo, afastaram-se das empresas e deixaram de conseguir interpretar o mercado.
Quantas empresas de TT visitaram a sua empresa no último ano? E os responsáveis do Centro de Emprego da sua área? Eis a resposta.
José Sócrates, não conhece a história do Pedro e do Lobo, mas nós não nos esquecemos dela.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Continua em revisão, mas pronto para discussão

Última revisão dia 24/8, 23 h (encerra 3ª feira, 26/8)

Sines, do Melhor
1. Gastronomia
2. Pescado, nomeadamente a sardinha.
3. A das Artes – louvável a existência de uma livraria com esta qualidade e promotora de iniciativas que têm trazido alguns dos grandes escritores da actualidade, principalmente sem subsídios, na terra de subsídio-dependência
4. Restauração – Sines possui um número elevado de restaurante de qualidade médio/superior, para a sua dimensão
5. Praias – apesar de um complexo industrial, com o porto e os navios de grande porte à vista, as Praias do Concelho de Sines continuam a preservar uma qualidade, anualmente distinguida com Bandeira Azul e uma beleza, reconhecida pela visita anual de milhares de veraneantes.
6. Porto Covo – Pela beleza natural e preservação
7. Recuperação Castelo
8. Arquivo Municipal
9. Vitória municipal Galp Power – pela acção meritória da CMS, na luta dos nossos interesse opondo-se a um dos “poderes” do País
10. Discussão pública do PDM
11. Elevado rendimento per capita
12. Doçaria da Pastelaria Vela d'Ouro
13. Agenda cultural
14. AES – trabalho meritório numa sociedade cada vez mais individualista, nomeadamente no meio empresarial
15. Literatos – Poucas localidades com a dimensão de Sines, possuem uma papelaria com a diversidade, qualidade e horário de atendimento desta natureza.
16. Eco-Pontos Subterrâneos
17. Associação Resgate – Fabuloso o trabalho desenvolvido, que reduziu as perdas de vidas humanas nas nossas praias para os melhores resultados nacionais.
18. Acessos rodoviários – Poucas localidades, serão servidas por vias rápidas nos seus acessos, falta concluir a ligação à Auto-Estrada
19. Localização geográfica – Sines beneficia duma localização privilegiada, em termos de proximidade de Lisboa, Algarve e Espanha
20. Resultados e atletas desportivos
21. Site CMS – Excelente grafismo e interactividade. Do melhor do País.
22. Gabinete comunicação CMS – Pela forma e conteúdos, supera muitas agências de publicidade
23. Edifício São Rafael – a recuperação deste ex-líbris da cidade é notável. Mantendo a traça original, destaca-se de forma imperiosa entre o casario branco. Edifício moderno que não abdicou da tradição.
24. Vasco da Gama – Filho dilecto de Sines. A globalização veio reforçar o papel ímpar na História Mundial deste filho de Sines
25. Al Berto – Filho de Sines de dimensão mundial, a quem continua por prestar a devida homenagem
26. Baía de Sines
27. Tecnopólo – Um mar de oportunidades, que se esperam concretizadas.
28. Recuperação do Forte da Ilha do Pessegueiro
29. Largo Marquês de Pombal (Porto Covo) – Cartão de Visita da localidade continua imaculado e o seu centro de actividade
30. Transportes Municipais
31. Bombeiros Voluntários de Sines
32. Madeimóvel – Num Concelho cuja actividade empresarial é excessivamente dependente (directa ou indirectamente) do Complexo Industrial, esta empresa é a maior (e das poucas) de dimensão nacional a quem o desenvolvimento do Complexo nada significa, pelo contrário será um factor inflacionador da Mão-de-Obra
33. Ponto de Encontro, Toca do Zorro, Ar do Monte, Sítio e XL – Bares e restaurantes –bar resistentes, numa cidade que perdeu o fulgor da vida nocturna.
34. Cheiro a Maresia – maré vazia e vento a preceito devolve-nos o cheiro do mar, como se Sines recuasse no tempo.
35. Planeamento – O trabalho de planeamento urbanístico para a Cidade de Sines, é notável, independentemente de se concordar ou não com as opções.
36. FMM – Acontecimento maior da nossa Cidade, ganhou uma dimensão Mundial, tornando Sines na capital da World Music.
37. Tasquinhas
38. Piscinas Municipais
39. Avenida Vasco da Gama - Um exemplo a seguir noutras avenidas da cidade
40. A política de apoio á educação, terceira idade e cultura – são imagem de marca da Autarquia Siniense, que comparativamente com outros municípios, é significativa.
43. Futuro Museu Vasco da Gama – Só peca por tarde
44. Facilidade de integração – As gentes de Sines continuam a demonstra uma capacidade interessante de aceitação e assimilação de outras gentes e modos de estar. Culturalmente enraizado numa terra de destino turístico, primeiro e industrial depois, não perdeu este traço da sua personalidade.
45. Clima - Ameno, temperado pelo mar, permite reduzidas amplitudes térmicas anuais.
46. Edifício da Estação de Caminhos-de-Ferro
47. Jardim da Alameda da Paz
49. Santa Casa da Misericórdia de Sines – Apesar de envolta em questões políticas, deve-se à Santa Casa de Sines o facto de sermos a localidade do distrito de Setúbal com maior percentagem de utentes beneficiários de apoio social em lar 9,44%, para 2, 83% de valor médio no Distrito.
50. Cáritas Paroquial de Sines – serão poucas as Instituições que distribuem alimentos e roupas a cerca de 5% da população da sua área de intervenção, simultaneamente desenvolvem um projecto superior a 1,5 milhões, sem apoios locais ou comunitários.
51. CCEN - pela projecção e história que transporta consigo e pelo pioneirismo da cultura em Sines, deveria ser o parceiro priveligiado na gestão do Centro de Artes
52. Teatro do Mar - fabuloso trabalho, que encontra fora de portas um maior reconhecimento, que lhe é inteiramente merecido.
53. Turismo - A persistência, quase obsessão, dos vários executivos em manter o turismo, numa área industrial, deu os seus frutos e Sines é das poucas localidade que consegue manter um compromisso muito razoável entre o turismo e a indústria.
54. Clidís - Serviço de excelência, invulgar em terra da dimensão de Sines, para mais independente dos grandes grupos económicos que controlam a área da saúde privada
55. Rede de gás natural - numa atitude pouco vulgar, foi obtido um acordo, junto das grandes empresas, com benefícios directos e imediatos para a população. Excepto as capitais de distrito, Apenas uma pequena percentagem das localidades portuguesas são servidas por uma rede de gás natural
56. Politicas Municipais de Apoio à Terceira Idade, Apoio Social, Educação e Desporto Escolar - Sempre discutíveis e nunca suficientes, mas se comparáveis com outros municípios, Sines dificilmente sairá a perder.
57. Igreja de Nossa Senhora das Salas - um dos ícones de Sines, depois do seu restauro na década de 90, encontra aberta ao público com o seu tesouro disponível para visita.


Talvez
1.(in) segurança – o crescente clima de insegurança vai minando a tranquilidade da população, numa terra em que um dos principais atractivos era precisamente a segurança, agravado por uma aparente indiferença das autoridades
2. Carnaval – Expoente máximo da alegria popular, atravessa um período de alguma indefinição, em que os recorrentes desentendimentos dos dirigentes, em nada tê contribuído para resolver.
3. Blogues Estação de Sines e Pedra do Homem
4. Parque municipal (IOS) – Apesar de subaproveitado, continua a ser dos poucos locais de lazer para as crianças.
5. Rádio Sines e Notícias de Sines
6. Jornal Siniense – A boa qualidade e quantidade de informação, não disfarçam a sua imparcialidade com dinheiro municipal, em que os vereadores da oposição continua sem voz.
7. “Festas, excursões e foguetes” – a expressão entrou no léxico politico local, como sinónimo de uma politica autárquica despesista de caça ao voto, mas o certo é que muitos são os Sinienses que usufruem desta tríade, que doutro modo não teriam acesso
8. Complexo desportivo municipal
9. Grandes Superfícies
10. VGAC - Começa a sair de um período menos feliz da sua história, mas o certo é que o lugar que ocupa no panorama desportivo regional e nacional, não é compatível com os seus pergaminhos.
11. Subsídios às colectividades – o desconhecimento dos critérios, faz com que a sua subjectividade turve a boa prática da autarquia subsidiar as colectividades
12. Casa Mortuária – As melhores instalações, não resolveram a questão localização, que continua a ser polémica
13. Bolsas de Estudos – Apesar de positivas, deveriam ser menos, mas melhores
14. Bairro a custos controlados - pela localização e falta de transparência em todo o processo
15. Casa da Música – uma boa iniciativa que peca por ignorar o trabalho já elaborado, pela SMURSS e por outros profissionais locais na área da música, onde encontraria óptimas parcerias
16. Bombas da Repsol - Úteis, mas inconcebível manter dentro da localidade um serviço com este nível de perigosidade
17. Espaço Sénior – Boa intenção que merecia mais.
18. Mentalidade – Por vezes mesquinha e de comadres
19. Associativismo – Um dos pontos fortes da sociedade sinienses, que está claramente a perder gás
20. Participação cívica – Assistir a uma Assembleia Municipal, deserta, diz muito da pouca participação dos sinienses e da muita culpa dos políticos e dos seus partidos
21. Bairro Social - Boa a construção, má a solução
22. Costa do Norte – Costa de beleza extraordinária, sem aproveitamento conhecido.
23. Ribeira dos Moinhos
24. Núcleos Rurais – Ausência de uma politica de desenvolvimento dos núcleos rurais, permite mantê-los com características típicas interessantes. A descobrir.
25. Novo PDM - É impossível que um documento desta dimensão e complexidade não encerre questões polémicas, mas registe-se a forma como foi realizada a sua discussão pública e o facto de finalmente estar realizado, com vários anos de atraso.
26. Falésia – Uma das “marcas” de Sines, com a sua vegetação autóctone, continua suja e instável.
27. Centro de Artes – Os prémios de arquitectura e a agenda cultural que permite, não ilibam o equipamento da polémica da localização e falta de funcionalidade.
28. Encerramento da Avenida Vasco da Gama – opiniões divididas, ambas com argumentos pertinentes
29. Porto de Recreio (marina) – equipamento necessário, de “braço torto”. O seu molhe de protecção devia ser virado para Sul, libertando a Baía e “ganhando” o espaço entre o Pontal e o Clube Náutico
30. Clube Náutico – De uma terra plantada à beira-mar, era de esperar muito mais adesão aos desportos náuticos, salva-se a persistência.
31. Centros de Saúde – As futuras instalações não resolverão o problema da falta de médicos, apesar dos esforços desenvolvidos.
32. Barragem de Morgavel - Enorme potencial turístico e desportivo, claramente subaproveitado
33. Vento – Característica desagradável e marcante do clima de Sines, permite a prática de alguns desportos náuticos e “limpar” o ar da poluição.
34. Medalhas de Mérito Municipal
35. GISA - Depois de um arranque prometedor, envolvendo várias entidades e empresas, conclui-se que faltam 100 mil euros (???) para a sua execução plena.
36. Feira da Avenida/Feira de Agosto - meritório o esforço de não deixar "cair" uma feira tradicional de Sines, contudo a solução, pretensamente inovadora, está longe de ser satisfatória.
37. Posto da GNR - Continua a autarquia a ceder as instalações, que são obrigação do governo Central construir e manter, mas estas já não se compadecem com as exigências duma sociedade em crescimento.
38. Jardim das Descobertas - Dos poucos e melhores espaços verdes de Sines, pena se ter esquecido que era suposto ter sombras, a solução da lona é deprimente.
39. Jardim do Porto Covo - Surpreendentemente agradável, a coragem de utilizar uma frente de mar para um equipamento público. mas um jardim não é um terreno relvado com bancos, é muito mais que isso.
40. Dunas de São Torpes - verdadeiras obras primas da natureza, a sua fragilidade não se coaduna (bem pensada esta de duna e coaduna) com os amantes da natureza que circulam de jipe e moto 4, impunemente.

Sines, francamente mau
1. Acessos à Avenida Vasco da Gama – Se qualquer dos acessos à Avenida a partir da Cidade apresenta um estado degradado, o acesso a partir do Largo Ramos da Costa, com a falésia entaipadas, depois de um derrocada há uns bons anos, é o sinal exterior mais deplorável.
2. Dívida autárquica – Somos um dos municípios mais endividados a nível nacional. Apesar de receitas como o Fundo Térmico, a venda de património (terrenos) e das taxas de impostos municipais, historicamente, no máximo permitido, Sines não consegue livrar-se duma divida asfixiante, que o investimento efectuado só justifica em parte.
3. Nível dos políticos e politica local – O progressivo e consistente afastamento da população da politica e a incapacidade de atracção dos mais jovens, são um dos indicadores mais significativos do nível da politica e dos políticos locais, em que a tendência nacional não explica tudo.
4. Ausência de parques e espaços verdes – De forma notória Sines carece de um Parque da Cidade
5. Falta de alternância politica
6. Degradação Centro Histórico – As recentes medidas não solucionarão o abandono do centro histórico, que se deixou degradar, enquanto se promovia a habitação na orla da Cidade.
7. Estacionamento – Mais que a dificuldade, é a forma.
8. Hortas ilegais – com a conivência da Autarquia vão proliferando hortas, em regime de comodato, sem que se entenda o critério de atribuição, senão mesmo ilegais.
9. Barracas – Apesar de todo o esforço da Autarquia e do Governo Central, continua a existir barracas no Concelho, e pior vão aumentando.
10. Parque Campismo – Ainda está por entender o destino do actual Parque de Campismo, a funcionar cerca de 3 meses por ano, e o futuro parque de Campismo.
11. Circulação automóvel – Sem que se desenvolva o prometido plano de circulação automóvel para a cidade, as constantes obras e encerramento de vias, contribui para a confusão e ziguezagues pela Cidade para fazer umas centenas de metros.
12. Sinalização de orientação – Pouca e má, principalmente para quem pretende sair da Cidade.
13. Poluição visual – A entrada de Sines, no topo da Avenida General Humberto Delgado é simplesmente indescritível, com a confusão de cartazes, outdoor, indicações, etc.
14. Limpeza das ruas
15. Participação cívica
16. Largo Ramos da Costa – Toda a área envolvente aos Paços do Municípios aguarda obras desde longa data, entretanto, vai-se estacionando em terra batida
17. Taxa de saneamento – Será sempre demasiado alta, enquanto os esgotos correrem para o mar a céu aberto
18. Condutas de Água – Constantemente em ruptura, falta o investimento que permita substituir um sistema com mais de 30 anos, que a autarquia “descobriu” agora estar mal feito.
19. ZIL’s – Em parte, transformada em área habitacional com a permissividade da autarquia, agora a braços com um problema de difícil resolução e politicamente sensível
20. Parque das Merendas
21. Oposição – Mais do que Oposição é a sua ausência que é francamente prejudicial para Sines.
22. Avenida General Humberto Delgado - principal via da cidade, para além de equipamentos rodoviários, supostamente provisórios, que se eternizam, como os pilares de sinalização junto ao centro comercial, falta lombas de redução de velocidade e nem o reduzido custo, da rotunda junto às finanças, justifica a perda de oportunidade de criar uma rotunda e monumento condignos.
23. Ciclovias – A existência de uma ciclovia e área pedonal que ligue a Ribeira dos Moinhos ao Porto Covo, passando pela Costa do Norte, Cabo de Sines, Praia Vasco da Gama e São Torpes, têm um atraso de pelo menos um década.
24. Pombais – Depois de várias soluções e promessas, continuam encravados na falésia, sobre a Avenida.
25. Expropriações
26. Vida nocturna
27. Pedreira – uma ferida em aberto, em que se iniciou a sua correcção, para depressa se abandonar
28. Caravanas – Urge criar um parque de caravanas, ou então proibir a sua permanência junto às Praias, dificultando o acesso, estacionamento e monopolizando a paisagem.
29. Sinalização horizontal – As estradas de Sines deixaram de ter sinalizadas as faixas de circulação, assim como as passadeiras que desaparecem depois de pouco tempo.
30. Burocracia Administrativa Autarquia – persistem as queixas de prazos vencidos, respostas adiadas, licenças por emitir, por parte dos serviços camarários
31. Esgotos – Os esgotos das Amarelas falam por si
32. Edifício Ancorope – Demasiado grande, demasiado velho. Falta solução.
33. Palácio Pidwell – Abandonado, aquele que seria o local ideal para fazer uma casa Museu, ou Fundação, ou outro destino digno, mas muito diferente do abandono a que foi votado.
34. Palacete Santa Isabel – A para do Palácio Pidwell, símbolos do abandono de construção cuja recuperação significavam uma mais-valia para Sines.
35. Mercado Semanal Rua da Reforma Agrária – pela desorganização e condicionamento do trânsito.
36. Tubagens – As esteiras que ligam o terminal às refinarias, rasgam a cidade e condicionam o seu crescimento.
37. Limitação do crescimento da cidade, condicionado pelo Complexo Industrial e pela ZIL 2
38. Êxodo da Juventude – os preços da habitação, a ausência de terrenos para auto-construção, a insegurança, a degradação social, entre outros factores, contribuíram para o êxodo de muitos jovens sinienses para Santiago e Santo André, nos últimos anos.
39. Especulação imobiliária – Os preços da habitação em Sines atingiram valores somente justificados pela especulação imobiliária. A libertação de terrenos para construção por parte da autarquia e a crise económica, desacelerou este processo sem lhe pôr travão a fundo. O custo de vida elevado, em Sines, não se resume à habitação.
40. Cheiros – nauseabundo, que se sobrepõem a tudo, quando os ventos sopram desfavoráveis
41. Casas de Alterne – multiplicaram-se pela Cidade, à mesma velocidade dos clientes
42. Tráfico de estupefacientes e toxicodependência
43. Proliferação e canibalização associativo e clubístico
44. Falta de transparência na atribuição dos subsídios às colectividades
45. Programa Polis – Continua por compreender porque Sines não é abrangido pelo Programa Polis
46. Estacionamento Centro de Artes – inexplicavelmente fechado aquele que seria um estacionamento de apoio ao Centro Histórico.
47. Pinhal Bairro Norton de Matos – A reflorestação deste pinhal foi um autêntico flop, a sua continuação ao abandono, permite prever o pior.
48. Impostos Municipais – Nos limites máximos durante muitos anos.
49. GNR – a sua ausência, principalmente à noite, retira-lhe o efeito dissuasor e contribui muito para o clima de insegurança. Se a falta de efectivos não desculpa tudo, a adopção de um discurso politicamente correcto dos seus responsáveis, da pacatez de Sines e controlo da situação, em nada contribuem para a nossa segurança, criando pela contrário a ideia de desconhecimento da realidade actual e latente.
50. Armazéns da Ribeira Velha – Simplesmente abandonados
51. Canil - falta um canil que permita retirar os animais abandonados da Cidade, para um local com dignidade
52. Cemitério Sines - No limite da utilização, necessária alternativa a curto prazo
53. Complexo Industrial - Excessiva dependência do tecido económico do concelho em relação ao Complexo Industrial de Sines.
54. Sector Primário - As actividade do sector primário do Concelho - pescas e agricultura - sobrevivem a muito custo, tornando-se a curto prazo meramente residuais.
55. Estação Rodoviária - A estação da Rodoviária, que devido aao tempo decorrido nas novas instalações, apelidá-la de provisória, só por ironia, pouco mais é que um apeadeiro mal localizado. 56. Centro Recreativo Siniense - lastimável o estado a que a autarquia deixa chegar um imóvel do seu património. À autarquia que aprovou, o Regulamento de Requalificação do Edificado do Núcleo Antigo de Sines, criando incentivos e penalizações para promover a recuperação dos imóveis do centro histórico, exige-se que dê o exemplo.
57. Praças - o não aproveitamento do largo da GNR e do Largo Afonso de Albuquerque (ex-largo da rodoviária) para criação de espaços abertos, com lojas, cafés e esplanadas-, reservados aos peões, em detrimento de mais habitação de volumetria considerável, foi um erro irremediável, que somente contribuiu para o "sufoco" da cidade.
58. Ribeira do Mar de Prata (são Torpes, junto ao Trinca Espinhas) - Alguém conseguirá explicar a origem e qualidade da água aos pais e criancinhas que brincam, naquele ribeiro?
59. Locais de Venda Ambulante de São Torpes - Incompreensível a localização da feira a seguir ao cruzamento de São Torpes e da venda ambulante na recta para São Torpes. Dificilmente sobreviveriam a uma qualquer ASAE.
60. Prostituição - Com período de maior ou menor incidência, continua a existir à vista de todos, na rotunda de acesso a Sines. No minímo degradante.
61. WC's móveis - Do rescaldo do FMM, sobraram 2 WC's, na passagem entre o Largo Bocage (largo do castelo) e o acesso ao miradouro do Castelo. Seja por esquecimento ou como solução para o mictório popular aí existente, nada desculpa esta trite imagem e cheiro.
62. Barbuda - associada ao tráfico de droga e construção precária e ilegal, é uma mancha no nosso Concelho, sem projecto de recuperação conhecido.

Solidão

Duas das profissões mais solitárias do mundo: guarda nocturno e ponta-de-lança da Slecção das Ilhas Faróe. Sem ofensa para os guardas nocturnos

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Caravanas Expulsas, em Santo André

GNR expulsa 40 autocaravanas de uma praia no Alentejo. A Quercus denunciou o estacionamento de 40 autocaravanas sobre uma duna primária na praia de Santo André. Havia lixo e os veraneantes satisfaziam as necessidades fisiológicas numa duna primária

Segundo o jornal Público, um elemento da CCDR e efectivos da GNR chegaram na segunda-feira à praia de Santo André, concelho de Santiago do Cacém, e, após registarem as matrículas de 40 autocaravanas, ordenaram a sua retirada do local.
A maioria das viaturas pertencia a espanhóis e franceses. Apenas cinco eram nacionais. Em declarações ao Público, o vice-presidente da Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza, Carlos Santos, afirmou estarmos perante um dos casos mais graves do género passados no litoral alentejano.
O impacto desta forma de turismo vai além do provocado pelas viaturas, explicou. «A maioria transporta cães» que andam sem trela e numa área que é interdita aos animais dos restantes banhistas. Além disso, há acumulação de lixo e as necessidades fisiológicas são satisfeitas nos canaviais próximos da duna.

Sol Online

Depois do Campismo Selvagem, urge acabar com o caravanismo selvagem. Devem as autarquias definir ou pretendem manter estes "visitantes" e têm de criar espaços próprios, ou então proibi-los de "acampar" na via pública.

Maior refinaria parada 40 dias para manutenção

A refinaria de Sines (da Galp), a maior unidade do país, vai parar completamente a produção por cerca de 40 dias. A operação de grande manutenção vai realizar-se a partir do dia 15 de Setembro, mas o normal abastecimento não será afectado.

Fonte: Diário de Notícias
Eis o melhor de dois mundos, incremento de postos de trabalho, sem poluição atmosférica.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Da Série: "Recordar é Viver"



Antes

"Não espero ter problemas e o meu objectivo é sem dúvida alcançar a final. os 5.000 m são mais complicados devido às africanas, mas posso lutar por ser a melhor atleta europeia"
Jéssica Augusto

"Acredito e espero que o grande lançamento está guardado para Pequim, o que seria espectacular e um prémio para o meu treinador"
Marco Fortes

Quero desfrutar dos Jogos com alegria
Arnaldo Abrantes

"Estou mais confiante e acredito que é possível fazer uma marca superior do que em 2004 e ficar entre as primeiras 16 lançadoras”
Vânia Silva

"Quero passar aos 25 melhores da segunda fase e depois tentar ir à final Freestyle»
Miguel Ralão Duarte

A judoca portuguesa Telma Monteiro assumiu hoje como objectivo chegar às medalhas nos Jogos Olímpicos de Pequim, prometendo "fazer tudo para merecer ganhar a final olímpica", assegurando "lidar bem com as críticas e insucessos".
Telma Monteiro

"Asseguro que vou aos Jogos fazer o meu melhor"
João Costa

"O presidente do Comité Olímpico de Portugal, Vicente Moura, reiterou hoje que a delegação portuguesa, que participa nos Jogos Olímpicos Pequim 2008 é composta por um grupo atletas de "craveira", com a melhor preparação de sempre."
Vicente Moura


Depois
"De manhã, só é bom é na caminha, pelo menos comigo"
Marco Fortes, lançador do peso, 11.º ano

"Agora vou de féria. treinei para os 3.000 m obstáculos. Não vou aos 5.000 metros. As africanas são fortes. Não vale a pena"
Jéssica Augusto, eliminada dos 3.000 m obstáculos, 12.º ano

"Entrar neste estádio cheio bloqueou-me. Acabaei a prova fresco, o que é estranho. As pernas não responderam ao tiro de partida. Foi bom ter apanhado aqui este banhozinho, esta tareiazinha, e agora ir para casa descansar"
Arnaldo Abrantes, afastado da final dos 200 m em atletismo, 3.º ano do curso de medicina

"Não sou muito dada a este tipo de competições"
Vânia Silva, lançadora do martelo, licenciada em Ciências do desporto e em Educação Física

" A égua entrou em histeria com medo do ecrã. Já tive experiências muito desagradáveis e sei o que pode levar com tensão"
Miguel Ralão Duarte, cavaleiro, 12.º ano

"Lutei contra os árbitros. Pensei que estava a lutar contra duas pessoas"
Telma Monteiro, judoca, 1.º ano da faculdade de Motricidade Humana

"É assim o tiro. Por um ponto se ganha, por um ponto se perde. Não foi por um, foi por dois"
João Costa, atirador, militar

"Preparámos os atletas desportivamente, não culturalmente. A educação não é connosco"
Vicente Moura, presidente do COP, a propósito das desculpas dos atletas

fontes: Público, Expresso, Sport Life, Site Oficial da Missão de Portugalaos Jogos da XXIX Olimpíada, site Oderbie.com

Nota: o estatuto de atleta de alta competição, confere privilégios no acesso, provas e frequência de aulas aos atletas, portanto também os preparamos culturalmente. Facultamo-lhes formação, o que não podemos é dar educação, isso é outra coisa.

Recebido via mail

Caro António Braz

Parabéns pelo seu blogue.
No entanto apenas uma referencia:Tenho pena que não tenha sido feita nenhuma referência à Quinzena D. Carlos em Sines, tendo-se realizado regatas (o troféu D. Carlos) conferências no Centro de Artes, a visita do Senhor D. Duarte a Sines e a Exposição, patente no Edifício do Porto de Recreio e que termina no fim do mês.
Considero que se devem divulgar todas as iniciativas culturais e desportivas em Sines, em especial aquelas de iniciativa particular.
Junto envio o programa do que se realizou.

Cumprimentos

QUINZENA D. CARLOS - SINES
Troféu “D. CARLOS I” em vela sai amanhã de Lisboa com mais de 40 embarcações.
O troféu D. Carlos I, em vela, vai largar amanhã de Lisboa com mais de 40 embarcações. A competição vai ligar Belém a Sines, sendo uma organização da Associação Naval de Lisboa.
Neste âmbito vai decorrer ainda o Campeonato Nacional de Cruzeiros de 8 a 10 de Junho e o Troféu Vasco da Gama nos dias 13 e 14 de Junho, reforçando o papel de Sines como um local de grande qualidade para a prática de desportos náuticos, juntando muitos velejadores e visitantes nesta altura do ano.
Esta é mais uma iniciativa no âmbito dos 100 anos da morte do Rei D. Carlos. Sines e a sua costa foram diversas vezes visitadas por El Rei D. Carlos I, no âmbito das suas viagens e das suas campanhas oceanográficas, tendo algumas vezes sido referidas nos seus trabalhos científicos. Além da vertente científica, D. Carlos I e a Família Real foram grandes desportistas náuticos, tendo participado em diversas regatas, tanto à vela como em remo e a motor.
Aliás, a ligação da Família Real ao mar vem desde D. Pedro V, que fundou a Real Associação Naval de Lisboa, depois Associação Naval de Lisboa (ANL), de D. Luis I, o “Rei Marinheiro” e D. Carlos I, Comodoro do Clube Naval de Lisboa (CNL).
Neste âmbito, também vai estar aberta ao público, em Sines, uma Exposição sobre a figura do Monarca, salientando a sua vertente marítima, integrada no vasto programa nacional de evocação desta figura da História de Portugal.
A Exposição, que decorrerá no Edifício do Porto de Recreio em Sines, e que estará patente de 7 a 24 de Junho, vão estar, além dos painéis elaborados pela “Comissão D. Carlos 100 anos” uma série de objectos nunca antes expostos ou que nunca saíram de Lisboa, de vários coleccionadores públicos privados.
Paralelamente irão decorrer várias conferências, no Centro de Artes de Sines:
“D. Carlos e o desporto náutico” – Carlos Henriques – no dia 5 de Junho, na Associação Naval de Lisboa (ANL), Lisboa e"D. Carlos Marinheiro" - Alm. Henrique da Fonseca"O mar na obra pictórica do Rei D. Carlos" - Dra. Isabel Falcão"Contributo do Rei D. Carlos para o conhecimento do mar e seus recursos" - Prof. Doutor Carlos S. Reis“Investigação científica desenvolvida pelo Laboratório de Ciências do Mar” – Profs. João Castro e Teresa Cruz – Univ. de Évora – no dia 11 de Junho, ás 17.30 no Centro de Artes em Sines.
Ainda no âmbito deste evento irá decorrera a visita do Senhor D. Duarte a Sines, no dia 14 de Junho onde visitará o Porto de Sines, as obras de recuperação do castelo de Sines, a Exposição do Tesouro de Nossa Senhora das Salas e a Exposição D. carlos e o Mar.
Este evento tem a organização da Comissão D. Carlos 100 anos e de Francisco Lobo de Vasconcellos e conta com os apoios da Câmara Municipal de Sines, da Administração do Porto de Sines, da Associação Naval de Lisboa, do Clube Naval de Lisboa, do Aquário Vasco da Gama, do Museu de Marinha e os patrocínios da Volkswagen, da REN e da Caixa Agrícola da Costa Azul
Calendarização
5 de Junho
18.30 – Apresentação da “Quinzena D. Carlos” e conferencia “D. Carlos e o desporto náutico” – Carlos Henriques – ANL,
Lisboa 7 de Junho - 10.30 – Largada Troféu D Carlos (largada de Lisboa)
12.00 – Abertura da Exposição “D. Carlos e o Mar”
17.00 – Chegada prevista Troféu D. Carlos a Sines
22.30 – Festa no bar “XL” em Sines
8 a 10 de Junho – 12.00 – Campeonato Nacional de Cruzeiros – Baia de Sines
11 de Junho -17.30 – Conferências – Centro de Artes de Sines"D. Carlos Marinheiro" - Alm. Henrique da Fonseca"O mar na obra pictórica do Rei D. Carlos" - Dra. Isabel Falcão"Contributo do Rei D. Carlos para o conhecimento do mar e seus recursos" - Prof. Doutor Carlos S. Reis“Investigação científica desenvolvida pelo Laboratório de Ciências do Mar” – Profs. João Castro e Teresa Cruz – Univ. de Évora
13 e 14 de Junho –Troféu Vasco da Gama – Baía de Sines
14 de Junho
Visita de SAR D. Duarte a Sines o Programa (provisório):11.30 – Chegada ao Porto de Sines
11.45 – Visita ao Porto de Sines
13.00 – Almoço oferecido pela APS
15.00 – Visita à exposição “D. Carlos e o Mar”
16.00 – Visita às obras de recuperação do castelo de Sines, onde nasceu Vasco da Gama
17.00 – Visita à Exposição do Tesouro da Senhora das Salas
19.30 – Jantar festa no castelo (a confirmar), com entrega de prémios
24 de Junho – Encerramento da Exposição

Nota do administrador do Blogue: agradeço o seu mail, e concordo que se devem divulgar todas as iniciativas desportivas e culturais (e outras) em Sines, agora essa não é a obrigação deste blogue. Não que seja por falta de vontade, mas de tempo e conhecimento, para o que conto com a v. colaboração.

Fartar Vilanagem

Tentei, juro que tentei, não falar da participação Portuguesa nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Quem acompanha os resultados desportivos dos nossos atletas, reconhecerá (com excepções evidentes de Naide Gomes, João Costa e Telma Monteiro) que de um modo geral os resultados alcançados não constituem nenhum descalabro. Não é falta de ambição ou desvalorização dos nossos atletas, é a realidade.

Embalados na tradicional euforia lusitana, que os meios de comunicação tão bem representam, nós portugueses, ou somos os melhores do mundo – Cristiano Ronaldo, José Mourinho, etc – ou somos uma besta, para nós não existe o meio-termo.

Aceito que seria expectável, alguns resultados mais dignos, mas tirando, na actualidade, Phelps, ninguém pode prever resultados numa competição como as Olimpíadas. Lembremo-nos da selecção de futebol brasileira (já se lembraram que a selecção portuguesa nem está lá), da selecção de basquete americana, até de Rafael Nadal e de Usain Bolt. Se os primeiros ainda não sabem o seu destino, os segundos apesar de ganhar, nunca, mas nunca tiveram a vida facilitada. Até Bolt, não acreditaria numa tão evidente vitória.

Reconheço o esforço dos atletas ao longo dos anos, num país sem tradições desportivas, verdadeiro desporto escolar, ou uma politica de desportiva que permita uma aposta de longo prazo em modalidade que tenhamos maior aptidões.
Agora, só num país de terceiro mundo é que duma participação Olímpica, resultam:

- éguas histéricas;
- vitórias morais sobre o adversário que o tinha enchifrado;
- hora de estar na caminha;
- o primeiro ministro a felicitar uma medalha de prata (imaginei o chinês);
- os jornais a prometer o que os atletas somente por superação e inspiração conseguiriam;
- o presidente do COP, Vicente Moura, a pedir tento na língua aos atletas;
- os atletas a queixarem-se dos árbitros;
- Gustavo Lima a dizer que perdeu dinheiro por representar Portugal.

Nota 1: Depois de Moniz Pereira e da sua politica desportiva nunca mais Portugal, recuperou o lugar de topo que tinha nas modalidades de fundo e meio-fundo, resta-nos momentos de inspiração como Sérgio Paulinho ou atletas, como a Vanessa Fernandes, que de tão bons superam todas as vicissitudes dum país que olha para o desporto com os pés.

Nota 2: Vicente Moura, presidente do COP, representa para o bem e para o mal, os resultados desta comitiva. Permitiu e permitiu-se ao empolamento, a previsões optimista, a prometer medalhas e pontuações, agora chegou a hora de sair, infelizmente não é em ombros.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Lembrete

Está na hora de começar a limpar as sarjetas. Não me refiro em sentido figurado - para isso é sempre boa altura - falo em sentido literal.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Da Série: "Recordar é viver"

A próposito da candidatura ao Programa Integrado de Qualificação Urbana da Cidade de Vila Nova de Santo André, o Diário do Alentejo, recuperou uma celébre frase:

"Como chegou a dizer o primeiro director do GAS, António Martins, "não se fazem portos em Portugal desde o tempo de D. Luís. Não se fazem novas cidades em Portugal desde o tempo de El-Rei D. Sancho. Pois estamos a tentar fazer uma e outra coisa".
Também não se roubava (expropriados) tanto o Povo desde o tempo das Invasões Francesas, digo eu.

Não, Sim e Nim, de Sines

Um dos comentários enviados, fazia alusão ao facto de este blog estar demasiado crítico em relação a Sines. Achei curiosa a observação, e talvez até seja verdade, decidi-me a fazer uma lista em que conste:

coisas de Sines que sejam, indiscutivelmente (como se fosse possível) boas;
coisas boas, mas com os seus senãos
coisas induscutivelmente más.

O termo coisas, refere-se a tudo materiais, culturais, mentalidade, etc, etc, etc.

Agradeço o envio de contributos na forma de comentários ou para antonio.luis.braz@hotmail.com. Dia 21 vamos publicar a lista.

Da Série: "uma imagem vale mais de 1000 palavras"

Este último comentário sobre a poluição em Sines, deixou-me tão apreensivo que só me ocorre esta imagem para colocar à entrada de Sines.


Comentário que virou entrada

(...) vamos ao tema principal que é, quem polui o quê e o que faz, para o minimizar e por fim quem os fiscaliza e obriga a cumprir as normas estabelecidas, e isto agora é para todo o blogue.
Quanto á EDP, é sem sombra de dúvidas a maior poluidora do concelho, pela quantidade de mega toneladas de carvão que queima por ano para produzir milhares de megawatts no mesmo período, aqueles que todos nós pagamos principescamente, tanto que dava para a EDP começar a pensar em mudar de combustível ou os órgãos competentes a obrigassem a isso, claro que sairia mais cara a produção mas seria muito menos a poluição. Porque não é só o CO2 e enxofre que saem pela chaminé, são também as cinzas que saem no fumo e que os tão aclamados filtros electrostáticos, apanham cerca de 80% na melhor das hipóteses, e são usadas nas cimenteiras mas ainda faltam equacionar os muitos milhares de toneladas de escória que se precipitam para o fundo da caldeira e que seguem para o aterro da central e mais não sei.
A GALP para além das mesmas emissões para a atmosfera embora numa escala mais reduzida, (não lança cinzas mas lança catalisador de FCC, venha o Diabo e escolha) também lá mandou construir o seu filtro electrostático para o "Inglês ver", porque ainda nem foi testado. Também queima as suas toneladitas de ASO carregadinho de ácido fluorídrico (aquele que amolece os ossos), mas como é incolor ao sair da fornalha, não prejudica nada. Lança a céu aberto para a ETAR da Ribeira dos Moinhos um efluente que dizem limpo, mas ainda hoje perco o sono a pensar porque é que morreram umas vacas que beberam no dito ribeiro, só me resta uma dedução: ERAM VACAS LOUCAS.
A REPSOL para além de mais do mesmo em relação à chaminé, ainda faz as suas grandes borradas nas flares com a regularidade impressionante de um óptimo relógio Suíço, e também usa o mesmo ribeiro que a GALP para enviar efluentes que dizem limpos para a tal ETAR, o que provoca aquele cheiro insuportável e constante pela zona da Barbuda, e que leva os forasteiros que por ali passam a pensar que o mesmo se deve á flatulência das rãs do ribeiro. A pergunta que fica é: onde estão os órgãos do governo que supervisionam o Ambiente, a QUERCUS e por fim para voltar ao princípio a CMS? Não devem andar por cá, ou andam nas nuvens (vá-se lá saber porquê).
Quanto à CMS reconheço-lhe pouca ou nenhuma autoridade para fazer os poluidores cumprirem a lei, porque ela própria cobra a seu bel-prazer aos munícipes uma taxa de Saneamento (verdadeiramente escandalosa), e depois lança também a céu aberto nas Pedras Amarelas todos os dejectos de quem já lhes pagou o tratamento dos mesmos e que acabam por cair no mar, entrando novamente na cadeia alimentar. Mas isto é RECICLAGEM.Não acreditam? Então vão às Pedras Amarelas e vejam, mas cuidado não façam chama na boca do colector, porque aí o gás metano exalado explode e vocês para além de queimados ficam todos borrados, em tal estado que não há quem vos acuda e acabam por morrer na praia que é o destino que resta a todos os Sineenses que usam a cabeça para o que ela serve, PARA PENSAR.(...)
Incógnito Pereira
Nota do administrador do blogue: trancrevi este comentário da entrada "Visto de outro ângulo", porque revela elementos interessante de quem manifestamente conhece mais do assunto que o comum dos mortais, e como nem todos os visitantes lêem os comentários, este tranformou-se em post.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

A Estação na Imprensa

A Estação faz parte da reportagem do Notícias de Sines, sobre blogues na nossa região, que saiu hoje para as bancas. Infelizmente, as minhas respostas às questões colocadas, via mail, não chegaram a tempo. Pelo facto, as minhas desculpas.

A Feira era no Castelo

Compreendo e aceito como umas das boas solução de localização das Tasquinhas a Avenida Vasco da Gama, entendo o natural crescimento, do FMM, para o palco natural privilegiado que é a Avenida, não vejo sequer outra localização possível para o Carnaval de Verão, do mesmo modo que muito dificilmente, encontrarei outro tão descabido para a Feira de Agosto.
Ao longo de décadas a Feira de Agosto foi um ponto de referência das gentes do Concelho e arredores, local de novidades, de conhecer e passear namoros, vestir roupa nova, fazer compras, etc, era o happening social do ano. Na voragem do tempo, foi-se diluindo a sua importância, deixou de trazer novidades, as pistas do carros de choque foram trocadas pelas pistas de dança, o algodão doce pelos hamburgueres, depressa deixou de ser um acontecimento e ganhou o ar desolador e deprimente de um velho circo, sem clientes.
Apesar de não ser unicamente, - nem principalmente -, a sua localização que determina o seu sucesso, mas o seu modelo, trazê-la para a Avenida, completamente desenquadrada e não adaptada para o efeito, varridas pelo vento e frio, que se anuncia, não adivinha nada de bom.
A solução que preconizo - o lado positivo dum problema é existir, normalmente, sempre mais que uma solução - passaria em localizar a Feira de Agosto no Castelo de Sines e área envolvente (Largo do Castelo e Estacionamento) recriando uma feira medieval, que para além de promover a dinamização do Centro Histórico, oferecia melhor protecção contra as condições atmosférica que só por si podem ditar o fracasso da Feira na Avenida.

Se não tens pais ricos, vem ao BES

Sem palavras suficientes para encher as imagens e a nossa curiosidade, o erro começou, alarve, nos directos. O assalto e sequestro, era concretizado por 2 brasileiros, logo, todo o país ficou descansado. "Ah, é essa gente, é mandá-lo para o seu país!", "Logo vi, era começar o desemprego e pronto!".

Qual o contributo em termos informativo, saber se os assaltantes eram brasileiros, pretos, brancos, indios, asiáticos, altos, baixos, magros? Para a Polícia e os negociadores, sim é importante, conhecer todas as características, determinar o modus operandis, adivinhar o passo seguinte, antever o gesto, adivinhar o pensamento, agora para nós basta-nos saber que dois indivíduos assaltaram um banco, sequestraram simples funcionários, puseram a vida destes em perigo, - que nada fizeram para tal, excepto acordar de manhã para mais um dia de trabalho -, após uma maratona de negociações não manifestaram interesse em negociar, nem ceder nas suas pretensões e que a policia actuou de forma eficaz, eficiente e exemplar, como tantas vezes reclamamos.

Procurar racismo, supondo que a actuação seria diferente em função da nacionalidade dos assaltantes, é ultrajante para as autoridades policiais, é ofensivo para toda a comunidade brasileira que reside e contribue para o desenvolvimento de Portugal, assim como para todos os restantes emigrantes.

A principal e única ilação a tirar é que Portugal possuí uma força de intervenção capaz de continuar a fazer de portugal um País seguro, motivo pelo qual tantos procuram Portugal para viver, e nós os recebemos de braços abertos.

A acção policial de tão bem conduzida, calou as carpideiras da vitimização e dos coitadinhos.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Retrato da sociedade portuguesa




Deolinda
Movimento Perpétuo Associativo
Composição: Pedro da Silva Martins

Agora sim, damos a volta a isto!
Agora sim, há pernas para andar!
Agora sim, eu sinto o optimismo!
Vamos em frente, ninguém nos vai parar!

Agora não, que é hora do almoço...
Agora não, que é hora do jantar...
Agora não, que eu acho que não posso...
Amanhã vou trabalhar...

Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos vencer!

Agora não, que me dói a barriga...
Agora não, dizem que vai chover...
Agora não, que joga o Benfica...
e eu tenho mais que fazer...

Agora sim, cantamos com vontade!
Agora sim, eu sinto a união!
Agora sim, já ouço a liberdade!
Vamos em frente, é esta a direcção!

Agora não, que falta um impresso...
Agora não, que o meu pai não quer...
Agora não, que há engarrafamentos...
Vão sem mim, que eu vou lá ter...

Da Série: " Coisas Parvas"

Redassão: "O mano"

Quando eu tiver um mano, vai-se chamar Herrare, porque Herrare é o mano.

Da Série: "Visto de outro ângulo"



domingo, 10 de agosto de 2008

Da Série: "Opções"

Enquanto a GNR investia, pelo menos, uma dezena de agentes e 5 ou 6 viaturas numa acção de fiscalização, a seguir ao cruzamento de São Torpes, que visava controlar, principalmente o consumo de álcool, os "amigos do alheio" investiram no assalto ao Intermarché de Santo André. É uma questão de prioridades...para alguns por vezes é necessário optar entre beber uns copos, ou assaltar uma grande superfície.

Sou defensor acérrimo, das acções de fiscalização para detecção de automobilistas alcoolizados ou drogados, assim como compreendo, que não seja fácil apanhar os prevaricadores. A acção e posição da GNR, era conhecida e discutida desde o Gost'i Praia até ao Porto Covo, depois enquanto uns eram fiscalizados no cruzamento de acesso ao Restaurante "O Repa", literalmente nas costas da GNR, passavam os automobilistas que optaram pelo cruzamento do Porto Covo ou alguns atalho, que permitesse evitar São Torpes.

Proibido perder

Na edição de Agosto do Le Monde Diplomatique, pode ler-se um artigo de José Carlos Guinote, inquestionávelmente o Siniense mais versado e entendido em urbanismo, com o título: "Urbanismo e Corrupção em Portugal. Mais-Valias : quem as gera e quem as captura". Também, da sua autoria, no sítio da Internet do jornal, com o título "Urbanismo e Corrupção: As Mais-Valias e o desenvolvimento urbano". A não perder.

Ossétia, Abkhasia, e outras que tais

A Geórgia lançou na noite de quinta para sexta-feira uma ofensiva militar contra a república rebelde da Ossétia do Sul, que considera parte do seu território.
A Rússia, que tenta controlá-la desde a queda da União Soviética, em 1991, interveio bombardeando o território georgiano e o conflito estendeu-se domingo à Abkhasia, outra república autónoma da Geórgia apoiada por Moscovo.
A Rússia que reprime violentamente os separatistas Tchetchénios, apoia os separatistas do Ossétia do Sul~, bombardeando um estado soberano. Duas razões óbvias, os Tcetchenos são um problema no seu território, o Ossétia do Sul é um problema da Geórgia, e depois muito importante, senão mesmo determinante, o Ossétia do Sul é importante no controlo enegértico
Deve-se assistir nos próximos dias a uma escalada diplomática, para travar a militar, a mais mortos e feridos militares e civis, o aumento do preço do petróleo, o repórter da RTP, José Milhazes e mais um conjunto de disparates da Bancada Comunista na Assembleia Nacional.

sábado, 9 de agosto de 2008

Pedido

Pede-se a todos aqueles que se dirigem para o Festival Sudoeste, que NÃO ENTREM EM SINES, excepto se for intencional e com conhecimento de causa. Deste modo, após a saída da A2, sigam o IP8, até cheirar mal, por vezes muito mal mesmo, aqui devem entrar numa rotunda, nesta nunca, mas nunca voltem para Sines. Doutro modo, se não virarem para a referida rotunda, ou ao circularem nesta, virarem onde diz Sines, desejo-vos, sorte, muita sorte.
Se entrarem para a Cidade, terão muitas dificuldades, sem sinaléctica de orientação, má sinalização rodoviária e ruas estreitas e muitas vezes obstruídas, terão que recorrer ao transeunte. Se evitarem o centro da Cidade e forem pela circular externa, terão que... virar para o centro da Cidade.
Assim, a melhor forma de chegar ao Sudoeste, para quem vêm de Norte, é seguirem a direcção do Algarve e nunca, mas nunca, entrar em Sines.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Equilibrio Familiar


Comunicado Mensal do PS


A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Sines, distribuiu um comunicado à população, datado de 28 de Julho, com o título “Sines, um contributo para a valorização do centro histórico”.
Primeiro percebi, que o PS Sines, resolveu fazer uma “prova de vida” mensal, através de um comunicado, o que sendo muito pouco, é melhor que nada.
O problema do comunicado de Julho não é o que diz – com que aliás concordo na generalidade, eu e a totalidade de munícipes e partidos políticos – mas o que fica por dizer.

De acordo com o referido comunicado, o PS Sines pretende um desenvolvimento sustentável para a cidade, valorizar o Centro Histórico em ligação com a frente marítima, criar uma “cidade de afectos” e não de guetos urbanos. Para alcançar tal desiderato reclama a implementação do Plano de Salvaguarda e Valorização do Centro Histórico de Sines que permita a interligação entre a frente marítima e a cidade, acesso vertical a Av. Vasco da Gama ao Largo dos Penedos, acessos pedonais e ciclovias para a Cidade, percurso panorâmico entre o Forte do Revelim e Santa Catarina, não vender e requalificar a zona do mercado municipal, manter o acesso rodoviário na Av. Vasco da Gama, dotar a frente marítima de equipamentos atractivos para a população e turistas, com actividade ligadas ao mar e outras de âmbito cultural e lazer, inseridas numa estratégia de desenvolvimento e valorização da referida Avenida.

Concordo com a maior parte das propostas, na generalidade, apesar de desconhecer como o PS as concretizaria na prática.

Politicamente, o facto mais significativo deste comunicado é o que fica por clarificar:
- como se cria uma cidade de afectos e quais são os guetos urbanos existentes;
- quais as novas urbanizações consumidoras de espaço urbano a qualquer preço;
- porque Sines não concorreu ao programa Parcerias para a Regeneração Urbana, do Polis XXI, e se o fez porque o Governo PS não o aprovou;

Por fim, um comunicado que inicia, com o PS a dizer-se atento à realidade que o rodeia e que pretende dar a conhecer a sua visão sobre a cidade, seria oportuno esclarecer a população sobre qual a posição do PS, por exemplo, relativamente ao recente derrame e à urbanização que alterará a face Norte da Cidade.

Projecto “Cálculo da exposição da população à poluição atmosférica”

Conclusões do Projecto: “Cálculo da exposição da população à poluição atmosférica”
A constatação de que a qualidade do ar e seus efeitos na saúde humana é uma preocupação dos portugueses, levou-nos a realizar este trabalho. Para efeitos de saúde humana, compreende-se que uma análise de resultados seja mais relevante se for apresentada em termos de exposição humana, do que expressa em valores de concentração para cada poluente atmosférico.
Os efeitos dos poluentes estudados estão apresentados na seguinte tabela:
Poluente Efeito
O3 (Ozono)
• Inflamação e irritação do pulmão
• Irritação do sistema respiratório – incapacidade de respirar profundamente
PM2,5 (Partículas finas)
• Contribui para problemas relacionados com a visibilidade
PM10 (Partículas grosseiras)
• Efeitos significativos na saúde a longo prazo
• Aumento de doenças respiratórias e destruição do pulmão
• Possibilidade de morte prematura
NOx (Óxidos de azoto)
• Maior susceptibilidade para infecções respiratórias
• Diminuição do funcionamento do pulmão
No projecto verificámos que o sistema de previsão da qualidade do ar, previamente validado, apresentou um desempenho muito satisfatório, tanto para os parâmetros meteorológicos simulados, como para todos os poluentes considerados. Estes factos garantiram a utilização dos valores obtidos por este sistema como dados de entrada no módulo de exposição humana desenvolvido.
Os resultados obtidos para a exposição humana indicam os valores mais elevados na zona de Lisboa e Porto e na zona industrial de Sines e de Setúbal. A primeira situação é concordante com o elevado número de diversas fontes emissoras de poluentes atmosféricos e a elevada densidade populacional nas áreas urbanas referidas. Os valores encontrados nas zonas industriais são justificáveis pelos elevados valores de concentração de poluentes atmosféricos, apesar da densidade populacional ser inferior às das grandes cidades.
Os valores máximos de exposição humana às partículas (PM10 e PM2,5) apresentam-se no Inverno. O aumento de fontes emissoras no interior das habitações (lareiras e/ou fogões a lenha)
provoca um aumento das concentrações de partículas no ambiente atmosférico, ao contrário dos
restantes poluentes, que têm o seu valor máximo no Verão.
O O3 e as PM10 apresentam os valores mais elevados de exposição humana por habitante, visto também serem os poluentes que apresentam maiores valores de concentração a nível nacional.
Entre estes dois poluentes, os valores mais elevados de exposição humana correspondem às partículas. Como as pessoas passam grande parte do seu tempo em espaços interiores estão mais expostas às partículas do que ao ozono.
Como conclusões gerais dos resultados obtidos para Portugal Continental neste período de teste de aplicação do módulo de exposição humana (2007) verifica-se que as principais áreas urbanas se apresentam particularmente críticas em termos de exposição, nomeadamente Lisboa e Porto e as áreas industriais de Sines e Setúbal, com valores elevados tanto para as partículas como para o ozono.
Verifica-se ainda que a exposição é influenciada pela época do ano em que se procede à análise e varia por poluente.
Também se comprovou que a variação temporal (ao longo de 2007) da exposição em locais críticos revela a grande variabilidade destes valores confirmando a importância de aprofundar e melhorar o sistema de previsão, para que permita identificar e prever episódios de poluição e despoletar acções e medidas a curto prazo para a gestão eficiente da qualidade do ar.
Esperamos ter contribuído para a informação e esclarecimento de algumas dúvidas, nomeadamente o efeito de alguns poluentes na saúde humana.
Para tal continuamos disponíveis até ao fim do mês de Setembro, através do e-mail:
ar_saude@dao.ua.pt
Ana Rita Caçoilo e Filipa Caíres
Projecto do 5º ano de Engenharia do Ambiente
Departamento de Ambiente e Ordenamento
Universidade de Aveiro

Para reflectir


video


Mais um contributo de Luís Pedro Ramos

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Má ACTUA(ção)


A revista ACTUA, editada pelo Gabinete da Juventude da CMS, que desde o início sempre me deixou dúvidas sobre os objectivos que pretende alcançar e a sua relação custo/benefício, enquanto canal de comunicação, oferece-nos na página 6, do seu nº 9, o título, “Euro no Largo”, seguido do subtítulo: “O sonho acabou nos quartos”.
Não é um bom sinal para um país que se quer procriador, o sonho deve – têm -, de continuar nos quartos e prolongar-se, para lá destes. As fotos, que se seguem ao título, de tensão, emoção contida e alegria, faziam prever o melhor, mas algo correu muito mal, e o sonho terminou nos quartos. Lamento, pelo sucedido e pela revista.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

CyberBufo

Condenado a dois anos de prisão por ver e-mail de colega de trabalho.Um juiz espanhol condenou a dois anos e dois meses de prisão um homem que entregou à cunhada do seu colega de trabalho cópias de vários e-mails, alguns deles com conteúdo íntimo, escreve hoje o El Mundo.

Desportivamente falando


Por estes dias em Espanha, vive-se um clima de euforia e expectativa.
Euforia pelos feitos desportivos alcançados, que em termos económicos e políticos as coisas não correm pelo melhor; expectativa pelos resultados dos Jogos Olímpicos.
De facto, hoje o Mundo tem uma Espanha vencedora, desde a Fórmula Um, Ténis, Futebol, Andebol, Basquete, Ciclismo, etc. Num misto de muito pragmatismo e uma ponta de arrogância, os espanhóis que pouco festejaram a ascensão de "Rafa" Nadal, ao topo do ténis mundial, quando questionado como um país consegue chegar tão longe desportivamente, afirmam meio a sério, meio a brincar: " lo que hay que hacer es ganar".

Espanha é um país - ou um conjunto de autonomias - em que vêm acontecendo, desde há duas décadas, o que ainda discutimos em Portugal. Ciclovias, circuitos de manutenção, campos de ténis, futebol, vólei, pistas de atlestismo, centro de estágio, enfim um conjunto de infraestruturas e uma política desportiva, baseada na formação e com um tecido empresarial, muito consciente do retorno social e económico de apostar no desporto como canal de comunicação, e por fim, mas não determinante como se quer fazer crer por cá, a dimensão.

Sines que até tem sido um caso de sucesso a nível nacional, continuamos a "pensar" em tudo isto - infraestruturas, políticas desportivas, maior interacção com o tecido económico, etc -, enquanto construímos 2 campos de paddle (???), financiamos desportos colectivos com apenas um ou dois jogadores formados em Sines e clubes filiados noutros distritos.

Candidatura

Lendo os comentários, da semana anterior, vejo que, por algum motivo que desconheço, tornei-me simultaneamente, candidato da CDU (???) e de uma lista independente (???). Agradeço a vossa simpatia, e constato que afinal, apesar do haxixe apreendido na costa alentejana, muito ainda chegou ao circuito comercial. Onde raio, foram buscar tal ideia?

Regresso


Estou de regresso à Estação, dois dias após o regresso a Sines. Dois dias que representam o "custo" do retorno, à realidade do nosso país e do nosso quotidiano.
Para trás uma semana de calor e águas cálidas, com refeições à distância do braço estendido. Chave à porta, malas desfeitas e a máquina de lavar, resolve fazer-se de cara, exigindo a limpeza de filtro, para admitir água nas suas entranhas, seja feita a sua vontade. Tudo pronto e arrumado, antes da janta vamos ao duche, agora é o esquentador que reclama a sua importância, depois de 2 reparações, recusa-se a trabalhar. Resta duas soluções, ou água fria ou antecipar a vista aos sogros, optamos pela segunda.
Após o merecido duche, que ainda por cima, valeu um retemperador jantar, voltamos para casa, ajeito-me no sofá ligo a net e népias, a recente mudança para o MEO, revela-se um flop. Cama, basta.
Passo o segundo dia a tentar agendar a assistência com o MEO, pelo meio vou até à Praia da Vieirinha para regressar com os pés cheios de nafta. Mais um banho, fora de casa, que esquentador só hoje (espero) será instalado. Ah, entretanto a PT, mandou o técnico que prontamente resolveu o problema.