A situação a que chegou o nosso país não se deve apenas à crise internacional, essa dama de costas tão largas, o défice deve-se a um contínuo assobiar para o lado de governos sucessivos.
É engraçado prestar atenção à conversa de alguns responsáveis partidários, parece que nenhum deles participou neste desequilíbrio das contas públicas. O CDS só fala de trabalhadores em tempo de eleições, qualquer dia ainda dizem que aquilo dos submarinos foi proposta da esquerda. O PSD só tem um objetivo: cumprir as vontades do Presidente Cavaco. O BE continua a insistir num discurso facilista e o PC permanece completamente desenquadrado da realidade. Resta o meu PS que com o seu percurso autista, evidencia uma incapacidade total para apresentar soluções que coloque Portugal definitivamente na rota do desenvolvimento económico.
Conclusão: Estes políticos, os banqueiros e outros que tais colocaram o país à beira da bancarrota.
E agora? quem são os herdeiros naturais do desemprego, crise social, défice e mais dívida pública?
Para os mesmos partidos não há dúvidas: a classe média e os pobres.
Há quanto tempo suportamos os sucessivos aumentos dos bens alimentares, da água e da luz, dos incompreensíveis aumentos dos combustíveis, dos aumentos na saúde, dos custos escolares sempre a subir, do crédito à habitação agora como um vulcão adormecido mas prestes a entrar em erupção…
Há quanto tempo bancos, gestores e grupos económicos continuam a acumular remunerações e lucros escandalosos. Será que vivemos no mesmo país?
Será que as crises só se resolvem via receita? Claro que não… mas é mais fácil.
Mas já que foi esta a opção, esquecendo-se completamente do despesismo estatal, porque não a reintrodução do imposto acessório com regras, ou/e um novo escalão do IVA para produtos de luxo, ou/e introdução de um imposto demolidor para o escândalo dos coleccionadores de reformas, etc …
Escrevia uma jornalista há alguns anos mais ou menos isto: “os nossos governantes são fortes com os fracos e fracos com os fortes” …
É engraçado prestar atenção à conversa de alguns responsáveis partidários, parece que nenhum deles participou neste desequilíbrio das contas públicas. O CDS só fala de trabalhadores em tempo de eleições, qualquer dia ainda dizem que aquilo dos submarinos foi proposta da esquerda. O PSD só tem um objetivo: cumprir as vontades do Presidente Cavaco. O BE continua a insistir num discurso facilista e o PC permanece completamente desenquadrado da realidade. Resta o meu PS que com o seu percurso autista, evidencia uma incapacidade total para apresentar soluções que coloque Portugal definitivamente na rota do desenvolvimento económico.
Conclusão: Estes políticos, os banqueiros e outros que tais colocaram o país à beira da bancarrota.
E agora? quem são os herdeiros naturais do desemprego, crise social, défice e mais dívida pública?
Para os mesmos partidos não há dúvidas: a classe média e os pobres.
Há quanto tempo suportamos os sucessivos aumentos dos bens alimentares, da água e da luz, dos incompreensíveis aumentos dos combustíveis, dos aumentos na saúde, dos custos escolares sempre a subir, do crédito à habitação agora como um vulcão adormecido mas prestes a entrar em erupção…
Há quanto tempo bancos, gestores e grupos económicos continuam a acumular remunerações e lucros escandalosos. Será que vivemos no mesmo país?
Será que as crises só se resolvem via receita? Claro que não… mas é mais fácil.
Mas já que foi esta a opção, esquecendo-se completamente do despesismo estatal, porque não a reintrodução do imposto acessório com regras, ou/e um novo escalão do IVA para produtos de luxo, ou/e introdução de um imposto demolidor para o escândalo dos coleccionadores de reformas, etc …
Escrevia uma jornalista há alguns anos mais ou menos isto: “os nossos governantes são fortes com os fracos e fracos com os fortes” …
Na altura não concordei …



