terça-feira, 9 de março de 2010

Pedido de Divulgação

Blogue Movimento Todos contra o Bullying


"Sabemos que o Bullying não é um tema novo, mas é, infelizmente, um tema actual. Tal como aconteceu a quem investigou este conceito pela primeira, foi necessária uma morte, um suicídio de um jovem, para que fosse dada a atenção necessária.
Para que o falecimento do Leandro não seja esquecido, e se previnam outros, é propósito deste movimento, informar, formar, debater, mudar mentalidades, ajudar quem precisa, escutar e fazer-mo-nos ouvir enquanto movimento cívico.
Move-nos a vontade de mudança, que este assunto seja debatido e rapidamente tomadas medidas concretas, seja na Lei, na sociedade ou só na escola.

Somos todos precisos, todos fazemos parte da comunidade, todos podemos ser vitimas ou observadores ( alguns agressores ou bullies) mas não podemos ser indiferentes.

Aqui serão colocadas as convocatórias do Movimento, textos de apoio, sites temáticos e participações de especialistas na matéria.

O e-mail do movimento está a partir de agora ao vosso dispor, por favor sejamos construtivos.

Os comentários neste blog serão sempre alvo de triagem.

Bem hajam."

segunda-feira, 8 de março de 2010

sábado, 6 de março de 2010

Seis empresas aumentam dividendos aos accionistas

Isto é que vai uma "crise"
EDP, REN, BPI, BES, BCP e Jerónimo Martins são as seis cotadas do principal índice bolsista nacional que vão aumentar o retorno aos seus accionistas em 2010. Segundo os dados já revelados pelas empresas cotadas em bolsa, o valor global dos dividendos vai subir 4,6% este ano, quando comparado com os valores do ano anterior.

A EDP é das companhias que melhor remunera os seus accionistas, aumentando o dividendo em 1,5 cêntimos, para 0,155 euros. Ainda neste sector, a REN também subiu ligeiramente a sua remuneração para 0,167 euros. Já a EDP Renováveis só vai atribuir dividendos nos próximos anos.

A banca é outro sector onde haverá uma maior remuneração aos accionistas. O BPI aumentou o seu dividendo em 1,12 cêntimos, para 0,078 euros, enquanto o do BCP subiu 0,2 cêntimos, para 0,0190 euros. Mas a maior subida neste segmento pertence ao BES, cuja remuneração aos accionista cresceu 7,14 cêntimos, para 0,140 euros.

A Jerónimo Martins, que apresentou resultados esta semana, completa a lista das empresas que subiram os dividendos, mais 30%, para 0,143 euros.

A Portugal Telecom, a Brisa e a Zon Multimédia mantiveram a sua remuneração inalterada em relação ao ano anterior. Mesmo assim, a operadora de telecomunicações liderada por Zeinal Bava é das cotadas mais atractivas em Bolsa nesta matéria, ao manter os 0,575 euros por acção.

Quanto a quedas, a Portucel e a Galp, cotadas que viram os seus lucros descer em 2009, cortaram nos dividendos. A empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira reduziu 2,25 cêntimos na remuneração accionista, enquanto a petrolífera nacional distribui menos 12 cêntimos por cada acção.

A estrear-se na distribuição dos dividendos estão a Novabase e a Martifer, empresas cotadas em Bolsa mas que não pertencem ao PSI-20. A tecnológica propõe pagar 0,50 euros por acção enquanto a construtora atribui um dividendo de 10 cêntimos.

Segundo o Jornal de Negócios, as empresas portuguesas são as segundas que melhor remuneram os seus accionistas na Europa, com Espanha a ocupar o primeiro lugar.

Não se trata dos valores mais elevados da Europa, mas sim das remunerações accionistas cuja rendibilidade é a mais atractiva, já que a bolsa nacional apresenta um dividend yield médio de 4 ,05%, só ultrapassada pela Espanha, com 4,31%.

...e os salários???


sexta-feira, 5 de março de 2010

Boys will be... bóis

Ana Gomes sobre Rui Pedro Soares: "Atrasado mental" COMPLETO
Eu não sei quem é esse tal Rui Pedro Soares, o boy sem cv que aos 32 anos foi alçado a administrador-executivo da PT pelo Estado, a ganhar escandalosamente mais num ano do que o meu marido ganhou em toda a vida, ao longo de 40 anos como servidor do Estado nos mais altos escalões.

Socialista encartado, dizem. Será, nunca dei por ele, que eu saiba nunca sequer me cruzei com ele.

Fraquinho no descernimento é, de certeza. Porque se não quis encalacrar os socialistas, foi exactamente isso que logrou ao accionar uma providência cautelar para impedir a saída do jornal SOL com mais escutas das suas ruminações telefónicas, justamente numa semana em que os socialistas procuraram desmentir quem clamava contra a falta de liberdade da imprensa.

E se investiu para abafar o jornal, a criatura tambem não percebeu que, ao contrário, projectava ainda mais longe a radiação solar.

Com bóis destes, para que servem ao PS os boys?

A socialista Ana Gomes escreveu no seu blogue que o administrador da PT Rui Pedro Soares é um "boy" que ganha "escandalosamente": "Atrasado mental é de certeza."

do diálogo, nasce a solução

Os Vasquinhos mais novos já têm balizas.


A Guerra da Linha-Férrea

Pensavam alguns que depois do Secretário de Estado dos Transportes ter decidido que a linha férrea entre Sines e o Poceirão não seguiria o traçado proposto pela Refer através dos concelhos de Santiago do Cacém e de Grândola, ligando as Relvas Verdes a Grândola Norte, que as questões levantadas pelos municípios atingidos estariam ultrapassadas e que os estudos novos a elaborar pela Refer com base na actual linha entre Sines e as Ermidas-Sado iriam decorrer pacificamente.

Diziam estes municípios que o traçado ferroviário proposto, invadia o parque Badoca, incomodava o hospital do Litoral Alentejano, derrubava milhares de sobreiros, destruía pequenas propriedades, demolia habitações, e o mais grave de tudo seria que, na opinião daqueles autarcas e de técnicos contratados, tal não se justificaria, sendo possível a construção de uma nova ferrovia a partir do actual ramal das Ermidas, sem causar quaisquer prejuízos ao porto de Sines e à economia nacional.

O resultado de todo este processo é que o município de Sines não aceita a alteração do posição do governo, como já não aceitava as posições dos seus vizinhos de Santiago e de Grândola e ficou isolado, qual D. Quixote combatendo moinhos de vento.

E esta questão não é de somenos importância. Pode um qualquer município tomar posição contra decisões de municípios seus vizinhos e intrometer-se de forma gravosa nos assuntos internos de outras autarquias? Gostaria a população e os autarcas de Sines que os seus vizinhos viessem defender acções em Sines com as quais estivessem em total desacordo?

Nos termos da lei e da Constituição da Republica os municípios são organizações territoriais que prosseguem a defesa dos interesses das respectivas populações. Nestes termos os autarcas de Santiago do Cacém e de Grândola combateram o traçado daquela ferrovia na defesa do interesse das populações que os elegeram. E os seus argumentos foram de tal forma fortes que conseguiram alterar a posição do governo, sem prejudicar o interesse nacional, que ao governo compete defender.

Até onde irá a incoerência e a arrogância da Câmara Municipal de Sines?

Francisco do Ó Pacheco

quinta-feira, 4 de março de 2010

Greve


Trabalho à cerca de 15 anos, nunca fiz greve. Não o digo com orgulho ou vergonha.
Talvez por sempre ter desempenhado cargos de chefia, talvez por algumas vezes não concordava com os motivos da greve, talvez por outros motivos pontuais, nunca fiz greve.

Do mesmo modo nunca insinuei, coagi ou exerci represálias sobre quem decidiu fazer greve, ou quem decidiu não o fazer. Várias vezes apoiei quem fez, como procurei evitar discriminação sobre quem decidiu não fazer. Várias vezes representei as empresas em reuniões com os sindicatos.
Maioritariamente foram reuniões em que cada parte zelosamente defendeu os seus interesses, que ao contrário do que possa pensar nem sempre são contraditórios. Encontrámos soluções conjuntas muitas vezes e divergimos outras tantas. Mas sempre a amizade foi alheia ao resultado final.

Entendo os sindicatos como organizações fundamentais na sempre difícil resolução dos conflitos laborais. Assim os patrões e os sindicatos o entendam.

Por tudo isto não compreendo as notícias que me chegam, e que creio verdadeiras, que hoje nos Paços do Concelhos existiram funcionários impedidos de exercer um direito fundamental: a liberdade de exercer a sua profissão, no seu local de trabalho, auferindo a compensação respectiva.

A proibição de deixar trabalhar quem pretende é pelo menos tão grave como impedir a greve. Nem sempre os sindicatos tem os representantes ou grevistas que merecem.

Existem motivos de consciência, opiniões políticos-partidárias ou imperativos de ordem económicas que tem de ser respeitados.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Vasco 1982-83, ajuda precisa-se


Roubei esta pérola ao blogue dos Veteranos do Vasco da Gama. Veja-se o nível das equipas ( quadro abaixo), e público nos estádios, quando existia 1.º divisão nacional e depois a 2.º divisão nacional era dividida em 3 zonas (Norte, Centro e Sul). Curiosas as condição onde se praticava futebol e do bom.

mas a ajuda é para identificarmos a totalidade dos jogadores. Da esquerda para a direita começando por cima, temos: o eterno Zé Palmela (roupeiro); Toni ;Artur, René; Frutas;Piçarra, Fã; Nói Alves; Belchior; Gama.
Em baixo, Carlos Pereira; Vítor Canastra; Januário; Toca; Leonardo, Chico da Glória; Alfredo.

A ajuda chegou dum visitante de Ferreira do Alentejo, onde segundo ele, por lá também acompanharam os tempos aúreos do Vasquinho.



O Juiz decidiu, está decidido


Os debates públicos em Sines, são uma farsa. Seja qual for o tema ou assunto, passam invariavelmente por uma ideia pré-concebida e já definida, sustentada por uns académicos, supostamente remunerados regiamente, e por uns desgraçados munícipes interessados e bem intencionados, que se não concordam com as propostas apresentadas o presidente e os seus vereadores se jogam como gato ao bofe, marcando o interveniente como um alvo a abater na próxima esquina.

Existem coisas que teimo em não aprender, neste caso em boa hora ganhei juízo para não pôr os pés em debates públicos na nossa terra. O debate sobre o centro histórico não foge a esta regra, que aliás não permite excepções.

Bem podem vir os académicos e estudiosos que entenderam para caucionar as ideias já definidas desde há muito. De tudo o que li e contaram sobre as propostas apresentadas, não existe um rasgo de novidade ou criatividade. Todas já conhecia como pretensões do Presidente da autarquia, muito antes da vinda dos génios universitários e dos seus estudos e inquéritos.

O jardim nas traseiras do Centro de Artes como elo de ligação ao Largo do Areeiro, a alteração das calçadas, o patético elevador de acesso à avenida da praia, a destruição da avenida Vasco da Gama - a única avenida, digna desse nome na nossa terra -, o impedimento de estacionamento e circulação automóvel e a criação de bolsas de estacionamento nos arredores do centro histórico que matará definitivamente este espaço (conhecem alguém que não frequente o centro histórico devido ao trânsito? e o contrário?).


Segundo o site da autarquia o arquitecto João Cabral, docente da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, afirmou que o declínio do centro histórico de Sines é semelhante ao que ocorreu noutras cidades do país, tendo, neste caso, sido agravado pelas roturas provocadas pela instalação do complexo industrial.

Esqueceu-se apenas de referir que após o inicio do complexo industrial na década de 70, o centro histórico de Sines viveu períodos de vitalidade e florescimento. Agora a especulação imobiliária, a criação de contínuos anéis imobiliários à volta da urbe histórica, que alimentaram os cofre da autarquia, as grandes superfície, o fecho da rua Cândido dos Reis e as festividades na avenida da praia em detrimento do castelo, os imperativos legais e outros que impediram de construir e modernizar as habitações, esses sim, são os factores que debilitaram o centro histórico de Sines, sendo alguns comuns com os de outras localidades.

Outro génio das catedras lusas e outra iedeia que ultrapassa a minha capacidade de compreensão. Walter Rossa, o arquitecto responsável pela elaboração do Ante-plano, disse que está a ser pensada a criação de um fundo de investimento, constituído pela Câmara e pelas empresas que mostrem interesse em participar". Caso a ideia de fundo de investimento a que se refere não seja o de uma quermesse, um fundo de investimento representa um investimento financeiro, com a espectativa de um retorno, normalmente financeiro. Investiria, você caro leitor num fundo de investimento do Centro Histórico de Sines? e uma empresa com gestão profissional, fá-lo-ia? E o arquitecto Walter Rossa, está disposto a subscrever o fundo?
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Frases Soltas

"...o inquérito domiciliário que, entre outras conclusões, revelou o envelhecimento da população do centro histórico mas também sinais de que cresce o número de residentes jovens, bem como o facto de ainda existir muitos proprietários a habitar nas suas casas, o que poderá facilitar o processo de recuperação." Carmem Francisco, Vereadora

A esmagadora maioria dos residentes jovens foram atraídos pelas rendas baixas que os seus parcos rendimentos suportam, e os proprietários que ainda resistem devem ter uma média de 70 anos. Não me parecem que sejam potenciais investidores, mas nada como fazer um novo estudo para avaliar o perfil de investidor dos habitantes e a sua aversão ao risco.
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"A instalação de uma cúpula em algumas ruas do centro histórico, “que funcionariam quase como centro comercial”, trazendo para Sines um modelo já existente noutros países da Europa. Havendo esse abrigo, acrescentou, “as pessoas já podiam estacionar mais longe e Sines seria viva de Verão e de Inverno”. Luís Venturinha, residente
"A solução da galeria coloca problemas à estrutura dos edifícios onde é instalada." Professor Walter Rossa, Arquitecto autor do Ante–Plano.

Como será a estrutura instalada noutras cidades, será que não está apoiada nos edificios? Hummmm???!!!. Isto requer outro estudo.
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"a volumetria e o alçado serão os aspectos prioritários a conservar, acrescentando que o regulamento vai “permitir e até obrigar a introdução de todos os elementos necessários ao conforto numa casa moderna”. A proposta vai contemplar restrições, mas “não vai haver uma ditadura forte, muito menos na questão das cores”. Arquitecto Walter Rossa

Elucidativo. Basicamente será analisado caso a caso, uns haverá em que se pode derrubar e construir de raiz, outros em que nem uma telha pode ser removida. Quanto a ditaduras, caro arquitecto, estas não são fortes, ou fracas, simplesmente são. E dessas já basta.
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A substituição do actual pavimento em pedra rolada por um pavimento mais suave mereceu a discordância da munícipe Jorge, por considerar que, apesar de incómodo, o mesmo faz parte da identidade do centro histórico. É essa, porém, uma das intervenções já previstas, e com co-financiamento aprovado, no programa de Regeneração Urbana. Do ponto de vista de Manuel Coelho, estas obras melhorarão a acessibilidade e a atractividade do espaço público do centro histórico.

Discorde ou não, tá decidido. Existem centros históricos que preservaram as calçadas originais, nivelando e enchendo estas, com soluções que permitem a drenagem das águas pluviais. Mas cá, está decidido. Ponto final.
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Quanto às soluções de trânsito, Walter Rossa disse que (…), o princípio deverá ser vedá-lo a quem não vive na zona histórica. De acordo com o presidente da Câmara, está planeada a construção de bolsas de estacionamento no Largo 5 de Outubro, na zona antiga fábrica “Socor”, na zona do Mercado Municipal e, possivelmente, no futuro Pátio das Artes (envolvente do Centro de Artes).

Outra questão que estranho ninguém abordar é o estacionamento do CAS, que já na ocasião era uma bolsa de estacionamento de apoio ao centro histórico. Contudo parece-me interessante deixar a viatura no Largo do IOS e, por exemplo, num dia de chuva ir até um dos futuros serviços públicos localizados no centro histórico a pé.
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A propósito da construção de um elevador como solução de acesso entre o centro histórico e a Avenida Vasco da Gama.
"...os elementos arquitectónicos podem ser dissonantes e, se tiverem beleza, valorizam o espaço."
Manuel Coelho, Arquitecto, perdão, Presidente da CMS

Nós por cá

Hoje por volta das 14 horas abriu uma "cratera" na rotunda da Avenida General Humberto Delgado, junto à Pastelaria Oliveira. Atendendo ao argumento utilizado há uns anos pelo responsável da autarquia, a responsabilidade é das condutas colocadas pelo GAS há mais de 30 anos.

Entretanto para sinalizar o buraco foi colocado uma fita sinalizadora, amarrada a esta e ao sinal de trânsito. Cerca de uma hora depois já se encontrava uma retroescavadora no local, mais cinco ou seis funcionários municipais.

Qual a legitimidade da autarquia para exigir aos particulares e empresas o cumprimento das normas, nomeadamente de segurança, quanto se presta a uma sinalização desta índole?

A protecção civil municipal suscita-me cada vez mais reservas quanto à sua capacidade de lidar com uma situação grave.

Vasco continua a vencer


Filipe Mariano, capitão voltou ao onze titular


Após a realização de mais uma jornada voltamos a vencer, foi a quinta vitória seguida, desta vez frente ao Zambujalense por 1-0 com mais um golo do Idi, que já conta 12 golos no campeonato. Esta jornada ficou marcada pela derrota caseira do Sesimbra frente ao União Santiago. Com esta derrota e as vitórias dos seus três seguidores o campeonato ficou relançado quanto á subida de divisão.

No domingo e de baixo de forte chuva recebemos em Sines o Zambujalense, na primeira volta perdemos três preciosos pontos no Zambujal numa fase ainda de transição e consolidação de processos num novo campeonato. Hoje se fossemos ao Zambujal de certeza que vencíamos o jogo como ficou provado este domingo, apesar do relvado estar muito pesado onde a bola não rolava em grande parte do campo devido á forte chuva que se fez sentir notou-se a diferença entre as duas equipas, fomos sempre superiores perante um adversário que veio a Sines fazer anti-jogo com sucessivas perdas de tempo, quer a repor a bola em jogo, quer com jogadores a pedir assistência médica desnecessária. O Zambujalense pelo que foi dito pelos seus jogadores tem tido muita dificuldade em preparar os jogos e neste jogo só apresentaram dois suplentes, salvo erro, mas nós não temos culpa dessas situações e custa-nos tentar jogar e a outra equipa a queimar tempo propositadamente.

Não foi possível jogar o normal devido á muita agua que acumulou no relvado mas mesmo assim pertenceu-nos a maior posse de bola e as oportunidades de golo criadas, apesar de ao intervalo se manter o nulo no marcador, resulta que convinha ao adversário. Na segunda parte fizemos tudo para chegar á vitoria, o mister fez entrar o Edson (avançado) pelo Nuno Diogo (médio) aumentando assim o caudal ofensivo para ultrapassar a barreira defensiva contrária que já sentia muitas dificuldades em passar o meio campo. Passamos a jogar com três pontas de lança e finalmente apareceu o golo que deu a vitória, curiosamente numa jogada toda ela construída pelos três avançados em que o Tiago Sobral sem perder tempo fez o lançamento de linha lateral para o Edson que já dentro da área cruzou para o Idi cabecear e fazer o golo da vitória.

1º Sesimbra 52 pontos
2º Olímpico Montijo 49 p.
3º Amora 45 p.
4º Vasco da Gama 44 p.


Capitães, Rui Silva e Filipe Mariano no jogo em Sines

Domingo, 07/03/2010 às 15h há 'derby' em Santiago: União vs Vasco da Gama

terça-feira, 2 de março de 2010

FMM já mexe, isso é que importa

O homem já estava colérico, vociferando ora para dentro, ora para fora da viatura. Atrás 3 ou 4 carros, apitavam à vez, numa atitude desconcertante.

Atão se sou obrigado a virar a esquerda, como posso ir para Santa Catarina? Porque não puseram um sinal de proibição com excepção, ou sentido obrigatório para ambos os lados com indicação dos respectivos destinos? Agora um bocado de papel, que valor legal têm?

Enquanto ouvia as justas reclamações e as óbvias solução, apetecia gritar-lhe: Porque tá em Sines, senhor! Porque tá em Sines!

Quis o destino, ou talvez S. Pedro estivesse ao volante de algum dos carros parados, a aguardar que o homem se decidisse, e cai uma valente chuvada, suficiente para arrefecer todas as dúvidas.

Poucos minutos depois reencontro o desgraçado condutor, no Alcarial, com a viatura encostada e um pneu em baixo. Pelo que vi deve ter contribuido para as estatística da violência doméstica.

O FMM já mexe, isso SIM é importante.

Greve Suspensa

A greve dos trabalhadores portuários do terminal de contentores do Porto de Sines, que deveria ter início hoje, foi suspensa pelo sindicato, depois de os seus representantes terem conseguido negociar o acordo de empresa, uma das motivações do protesto.

A greve, convocada pelo Sindicato XXI, que representa trabalhadores do terminal de contentores do Porto de Sines, reivindicava a negociação do acordo de empresa, bem como aumentos salariais.

"Vamos suspender a greve", anunciou, em declarações à agência Lusa, Joaquim Palheiro, presidente do Sindicato XXI - Associação Sindical dos Trabalhadores Administrativos, Técnicos e Operadores dos terminais de Carga Contentorizada do Porto de Sines.

O sindicalista avançou que, desde o anúncio da greve, a 15 de fevereiro, a administração da PSA - Sines, empresa que gere o terminal de contentores, reuniu duas vezes com o sindicato, tendo acedido à negociação do acordo de empresa, que está "já praticamente concluída".

As restantes reivindicações, como a tabela salarial, serão debatidas numa próxima reunião, que deverá decorrer durante esta semana, revelou ainda Joaquim Palheiro, admitindo voltar a convocar um protesto caso as negociações não cheguem a bom porto.

A greve por tempo indeterminado estava prevista para começar às 00:00 de dia 02 de março, afetando cerca de 150 trabalhadores portuários.

O protesto contemplava apenas a prestação de trabalho em horas extraordinárias, em horas de flexibilidade e em antecipações e prolongamentos de turnos.

Destak

segunda-feira, 1 de março de 2010

Correio dos Leitores

Assunto: Comunicado de Imprensa n.º 0010/10 – OS DADOS DO DESEMPREGO, EM PORTUGAL, NÃO ENGANAM

O desemprego continua a aumentar em Portugal. Dados do Eurostat divulgados hoje mostram que a taxa de desemprego se situa já em 10,5%, tendo subido mais de 2 pontos percentuais relativamente a Janeiro de 2010, altura em que a taxa de desemprego era de 8,5%. A taxa de desemprego subiu também face a Dezembro em 0,2 pontos percentuais.

Portugal ocupa o 4.º lugar da Zona, apenas atrás da Espanha, Irlanda e Eslováquia e, consequentemente, está acima, quer da média da União Europeia (9,5%), quer da Zona Euro (9,9%).

A taxa de desemprego dos jovens, das mulheres e dos homens também se agravou em relação ao mês homólogo e ao mês anterior, sendo em qualquer um dos três casos superior à média. Os jovens têm uma taxa de desemprego de 21,7% e as mulheres de 11,2%.

Depois das desigualdades na distribuição do rendimento, da precariedade, da baixa efectivação dos direitos do trabalho, junta-se agora o desemprego para colocar Portugal, mais uma vez, acima da média europeia pelos piores motivos.

No momento em que o flagelo do desemprego atinge cada vez mais famílias, é preciso que o Governo passe da constatação à acção, assegurando que todos os desempregados tenham acesso à protecção social, para que não caiam na pobreza e exclusão social.

Por outro lado é necessária coragem política para romper com a matriz de crescimento assente no trabalho precário, desqualificado e mal remunerado que, em simultâneo com o definhamento do sector produtivo, acabam por ser os grandes responsáveis pelo aumento do desemprego verificado.

O País não se desenvolve com posturas retrógradas do patronato e do Governo, consubstanciadas nas teses do congelamento/moderação dos salários, na generalização da precariedade e na desregulamentação das relações laborais.

O futuro, para um verdadeiro desenvolvimento económico e social, passa pela criação de mais emprego com direitos e o aumento real dos salários no Sector Privado e na Administração Pública, como factor indispensável para a reanimação da economia que se deseja e exige.

Tal facto impõe que o Governo, no âmbito da apresentação do Programa de Estabilidade e Crescimento, tenha a ponderação e a responsabilidade necessárias para dar prioridade às pessoas e resposta aos problemas sociais, e não aos interesses financeiros e aos negócios especulativos que estiveram na origem das causas dos problemas que hoje nos afectam.

Saudações Sindicais

A Comissão Executiva do Conselho Nacional

(Arménio Carlos)