sábado, 19 de setembro de 2009

66 Boas Razões para Não Votar Manuel Coelho (23 e 24)

23. Parque da cidade
Durante muitos anos a sociedade encontrava-se no centro histórico, na praça, nos mercados semanais e feiras anuais. Com o advento das sociedades modernas, as alterações no mercado laboral e as respectivas consequências na estrutura familiare, as relações sociais transferiram-se para os momentos de lazer. Hoje são poucas as localidades que não possuem um Parque da Cidade, local de (re)encontro da sociedade, espaço de lazer por excelência. Entre as poucas localidades, Sines é uma delas.

24. Limpeza da cidade
Motivo de orgulho durante muito tempo a limpeza e asseio das nossas ruas e são hoje uma imagem de marca negativa da nossa terra.
O abandono a que foram votadas as ruas, sem passeios, calçadas desadequadas, falta de estacionamento, jardim por tratar, animais abandonados, estacionamento caótico, etc, tudo contribui para a imagem de desordem e desmazelo, propicio à sujidade.
Qualquer deslocação a outras localidades facilmente permite-nos um confronto com uma dura realidade.

Video-Entrevista Candidatos CMS












Vídeos obtidos no site Setúbal na Rede

66 Boas Razões para Não Votar Manuel Coelho (21 e 22)

21. Hortas

A quantidade de hortas em baldios, que a autarquia pela inacção e muitas vezes por acção, permite são mais uma demonstração da gestão do desinteresse de Manuel Coelho. Ou se calhar, antes do interesse, se por cada horta contabilizarmos um voto, provavelmente terá maioria absoluta. Mais que uma vez aqui defendi a criação de um Parque Municipal de Hortas, com funções pedagógicas (escolas), de lazer e de subsistência (carenciados), permitiria acabar com as hortas ilegais e criar um imagem de ordenamento.

22. Rotundas
A autarquia acordou para solução das rotundas quando estas já fazia parte da paisagem da maioria dos concelhos. Tarda o embelezamento e iluminação das rotundas da cidade, com motivos alusivos à história e actividades de Sines.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Se gostam salvem-nas, tratem-se atempadamente!

Para consciencializar apenas...

O Outro 11 de Setembro

Este 11 de Setembro foi há 36 anos

UM 11 DE SETEMBRO COM MAIS MORTES, MAS ESQUECIDO, PORQUE OS TERRORISTAS AQUI SÃO OS E.U.A.
VALE A PENA PERDER 10 MINUTOS A VER O FILME......
VALE MESMO. Vejam até ao fim, por favor.
QUEM SE LEMBRA SABE DO QUE SE PASSOU....
QUEM NÃO SE LEMBRA VAI LEMBRAR-SE.....
QUEM NUNCA OUVIU FALAR VAI APRENDER

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

66 Boas Razões para Não Votar Manuel Coelho (19 e 20)

19. O contorcionismo político
Após anos de discreta presença na assembleia municipal na qualidade de deputado municipal eleito pela CDU, Manuel Coelho surge como candidato à autarquia, em substituição de Francisco Pacheco. Tratou de mudar tudo, para ficar tudo igual.
Rapidamente, reconheça-se, percebeu os meandros da politica local, cresceu e afirmou-se como politico, à sombra generosa do PCP local.
Ao primeiro sinal que era chegada a hora da retirada, Manuel Coelho esquece o seu partido de sempre e a quem tudo deve politicamente.
Restava-lhe uma saída politica, justificando a sua saída com divergências de visão e estratégia quanto ao futuro de Sines, mas preferiu uma justificação pessoal de cariz ideológico, onde não se coibiu de desancar tudo e todos que representam o outrora "seu" PCP .
20. Santa Casa da Misericórdia de Sines
Travou, ou pelo menos alimentou uma luta sem quartel contra uma centenária instituição de Sines. Ficam para memória futura a não aprovação do projecto de expansão das instalações, com verbas já aprovadas, a remoção de um cartaz a denunciar a situação, a apresentação de uma queixa em tribunal contra o Presidente da autarquia, troca de acusações nos meios de comunicações locais. Nada que dignifique a figura dum Presidente de Câmara e aquilo que representa.

Turma VIP

Corre por estes dias uma polémica que está a inflamar os ânimos de muitos Sinienses.
Com o arranque do ano lectivo e a elaboração das turmas do 1.º ano (1ª classe) existem sempre pais descontentes, contundo este ano existe uma particularidade.
Está a fermentar um descontentamento de um vasto grupo de pais que se insurge contra o facto de existir uma turma na Escola da Quinta dos Passarinhos formada, quase unicamente por filhos de pais com formação superior, a que acrescentam o facto desta sala ser dotada de equipamento (computadores, etc) superior às restantes.
Diz-me a minha experiência de 17 anos no ensino público (4 primária, 5 liceu, 3 secundária, 5 universidade), numa altura em que os alunos eram dispostos nas salas em função dos rendimentos e prestigio dos pais, que desta atitude pouco ou nada resultará no futuro. Tive colegas apelidados de burros e colocados no fundo da sala, que hoje são cidadãos com responsabilidades importantes nas comunidades onde vivem, e alunos vindos de "famílias bem" com o respectivo tratamento de excepção, que não teve correspondência no futuro.
Não quero com isto concordará com a situação grave - a existir - de seleccionar alunos, pretendendo conferir-lhes uma vantagem sobre os restantes. A ser verdade devem os pais reportar esta situação ao Ministério da Educação, a não ser verdade manterem o silêncio e o recato que os filhos necessitam para quem inicia um ano lectivo.
Quanto ao meu caso concreto - ou seja do meu filho - estou globalmente satisfeito com as novas instalações, apesar dos acessos estarem ainda em curso, das dimensões reduzidas das salas, da inexistência de estores e da luminosidade e variações térmicas que origina, da inexistência de equipamento exterior, de parte do mobiliário ser provisório, da inexistência de transporte para o ATL e da falta de professores nas actividades extra-curriculares. MAs como dizia estou globalmente satisfeito, principalmente porque todas estas situações são facilmente ultrapassáveis, estando muitas delas em curso.

Torneio dos Açores


Dois momentos para mais tarde recordar. A vista a partir do Resort onde ficámos hospedados e a nossa equipa, vencedora do Torneio.


Em cima a contar da esquerda: Mássinga, Manel Galego, Xano Ortiz, Matilde, Zé Manel (cap)Castanheira, Vítor Canastra, Braz, Russo Em baixo: Borges, Carlos, Belchior, Caseiro, Armando, Edgar, Samuel



quarta-feira, 16 de setembro de 2009

66 Boas Razões para Não Votar Manuel Coelho (17 e 18)

17. Discurso

Ouvir um discurso do candidato do SIM é conhecer todos os discursos, seja qual for o local ou ocasião, tantas vezes até inapropriadamente.
Lá está sempre, mas sempre o CAS, o FMM, a escola de arte, a educação, a cultura, os planeamentos urbanísticos, os inúmeros projectos para o centro histórico, os idosos, as criancinhas, é uma cassete que nunca, mas nunca toca a música do endividamento, da insegurança, da degradação social, do abandono da cidade, do monumental contributo do governo de José Sócrates forrando com milhões obras megalómanas e desadequadas da realidade, dos mais de 200 milhões de euros em receitas em 11 anos, da poluição e dos seus efeitos na família.
Não que existem necessariamente mentiras, mas falta em verdade o que sobra em demagogia.

2. Poder até não puder mais
A iminência do fim do poder, com a não candidatura pela CDU, originou a criação de um Movimento de cidadãos (???) feito à sua imagem e semelhança. Da necessidade de justificar esta decisão, apresentou argumentos como o facto de deste modo não estar sujeitos a jogos políticos e amordaçado.
Donde se pode concluir que durante 11 anos entre aceitar os jogos políticos e o amordaçamento ou a liberdade de defender os intereses da população que o elegeu, optou pelo primeiro. A necessidade de se manter no poder justificou o sacrifício dos autarcas que o acompanharam e da população que o elegeu.

Traidores e traídos



Esta "guerra" e este ódio, entre CDU e Manuel Coelho, representa o que de pior a política tem. Nesta troca de acusações, ambos se auto-flagelam, ambos se fragilizam. Sempre que um dispara, atinge não só o outro, mas a si também, porque no passado foram coniventes nesses actos e, igualmente responsáveis por toda essa mistura de política com interesses nem sempre públicos, que infelizmente se banalizou aos olhos de muitos, tal a intrínseca relação inconsciente que fazemos relativamente a autarcas que se perpetuam no poder.
Acho que isto acontece em muitos outros concelhos e não só em Sines, mas tenho a certeza que acontece em função da monogamia política da autarquia, quanto mais anos com a mesma cor no poder, mais frequente o sucedido.
Tentou-se agora, neste governo, resolver mais este problema da nossa Democracia, apesar disso, muitos insinuaram que seria única e exclusivamente com o intuito de afastar Alberto João. Na minha opinião, a lei não é suficiente, julgo que seria necessário limitar mandatos não só à pessoa, mas também aos partidos.

O que faz falta é avisar a malta

A CDU resolveu apresentar queixa contra o Presidente da Autarquia e Candidato do Movimento SIM, invocando o "uso abusivo de meios técnicos, humanos e financeiros da Câmara Municipal em benefício da campanha eleitoral do movimento independente de cidadãos liderado pelo autarca".

Onde começa a utilização ilegítima dos meios públicos numa campanha? Excepto casos evidentes, a maioria das vezes será o bom senso a determinar, qualidade que como sabemos não abunda nos nossos políticos.

Quando um presidente se recandidata, o acto de inaugurar, anunciar projectos ou obras, são fruto da sua actividade de edil ou recai na esfera da campanha eleitoral? è como autarca dizem os apoiantes, é pura campanha, berram os restantes.

Sempre assim foi e muito provavelmente continuará. Não por acaso, defendi aqui neste espaço que os recandidatos autárquicos deveriam suspender funções algum tempo antes do acto eleitoral. Sairia penalizada a população que o elegeu, mas saí mais ainda quando utiliza meios públicos em campanha e ganha vantagem eleitoral, deturpando as regras democráticas.

Terá Manuel Coelho ultrapassado a tal linha que o bom senso aconselha? Sou de opinião que sim. Sendo um dos casos mais flagrante, e que oportunamente denunciei, o folheto da Semana Europeia da Mobilidade, onde depois da apresentação e do programa da referida semana, segue-se um pequeno texto com elogios ao desempenho do autarca e os seus projectos para o futuro.

Surtirá a queixa da CDU, que nos habitou em anteriores campanhas à mesma promiscuidade entre a figura do Presidente e do candidato, algum efeito concreto? Não creio, mas tem um efeito prático e imediato. Criou um facto politica em que demonstrou a coragem que tantas vezes tem faltado a outras candidaturas, nomeadamente em anos anteriores.

CDU apresenta queixa na CNE contra Manuel Coelho

A candidatura da CDU em Sines apresenta, esta quarta-feira, na Comissão Nacional de Eleições (CNE), uma queixa contra o presidente da CM de Sines e candidato do movimento SIM, Manuel Coelho.

As razões invocadas p'los comunistas dizem respeito ao uso abusivo de meios técnicos, humanos e financeiros da Câmara Municipal em benefício da campanha eleitoral do movimento independente de cidadãos liderado pelo autarca.Os comunistas esgotaram a paciência quanto à sistemática utilização dos dinheiros públicos e, em conferência de imprensa, anunciaram que vão agir em conformidade.

Os comunistas dão como exemplo “os outdoors de custos elevados anunciando obras de problemática realização, a curto-prazo, como é o caso da cidade desportiva e o editorial dos boletins municipais, com especial destaque para a públicação de Setembro que insere o programa eleitoral do movimento SIM.

A exposição “Sines, cidade de futuro”, a apresentação abusiva dos médicos cubanos como uma vitória pessoal do actual presidente da câmara e a promessa de lançamento de obras e concursos públicos limitados para a feitura de obras em 2010 e anos seguintes, são outros exemplos que levam a CDU a concluir não estar a concorrer em igualdade de circunstâncias.

Francisco Pacheco questiona o grau de seriedade e postura do presidente da CM de Sines Manuel Coelho. A queixa contra o presidente da CM de Sines, Manuel Coelho é entregue hoje na CNE.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

66 Boas Razões para Não Votar Manuel Coelho (15 e 16)

15. Entrada da Cidade
O caos visual da principal entrada da Cidade, está apenas de acordo com o restante "desarrumo" a que a cidade foi votada.
A existência de placas publicitárias, muitas cujas empresas já nem existem, a profusão de cartazes, a sinalética rodoviária a obrigar circundar as rotundas, tudo contribui para um triste cartão de visita, preparando desde logo quem nos visita para o pior.

16. Expropriados do GAS
Uma das mais mal contadas histórias desde a implantação da democracia em Portugal. A autarquia de Sines sempre combateu a injustiça de muitas das expropriação - injustiça que os tribunais já reconheceram a muitos dos lesados -, contudo aquando da extinção do GAS e da transferência de vasto património para a posse da autarquia, esta assobiou para o lado. Responsabilidades repartidas pelos vários políticos e partidos, cabendo a parte de leão a quem exerce o poder.

Entrevista José Carlos Guinote - BE


"O endividamento da câmara é um caso de estudo”.

"Apesar de terem sido alienados terrenos do antigo gabinete de área de Sines no valor de nove milhões de euros, no espaço de oito anos a dívida da câmara aumentou de dez para 23 milhões de euros, sendo actualmente a segunda mais endividada do país e a segunda que mais tarde paga a fornecedores”.

"A dívida deriva de má gestão e incompetência, não há investimento feito que justifique tais valores”.

“A câmara entregou à banca um milhão e 157 mil euros de juros, enquanto as associações do concelho receberam apenas 700 mil euros de incentivos”.

"Manuel Coelho, depois de confrontado com a iminência de não ser candidato pela CDU, descobriu uma costela estalinista e tornou-se independente”.

“o BE é o mais provável vencedor”, considerando que surpresa não seria o BE ganhar, mas sim “os cidadãos não traduzirem através dos votos as suas preocupações e desejos”.

"O partido (BE) não porá obstáculos à governação em Sines, desde que estas estejam de acordo com a visão política do BE. Para uma coligação com Manuel Coelho ocorrer, o ex-CDU teria então de negar o que tem sido a sua política nos últimos doze anos, onde tem produzido uma gestão danosa nos campos da saúde e do ambiente, onde coloca “os interesses das empresas muito à frente do dos cidadãos”.

“O que é preciso é compatibilizar os direitos dos cidadãos com a saúde e o ambiente com o funcionamento das empresas, coisa que Manuel Coelho “nunca conseguiu. Depois, quando é preciso justificar as preferências, recorre-se à chantagem do emprego”.

Ver entrevista completa em
Setúbal na Rede

Entrevista Idalino José - PS

“o PS está pronto para ganhar a autarquia”
"A desvinculação de Manuel Coelho, actual presidente em exercício, do PCP reflectia a guerra interna existente naquele partido. Ele (Manuel Coelho) luta pelo poder e só tinha como solução avançar como independente, tem uma postura de desenvolver uma política pessoal que nada de novo trará para o concelho”.

"Os actores locais devem criar dinâmicas que a autarquia não tem”.

" A proposta de atrair uma unidade de conservas, que foi feita pelo comunista Francisco do Ó Pacheco, pode “ser uma hipótese para ajudar o sector”.

"A actual oferta hoteleira em Sines e em Porto Covo é insuficiente, tendo mesmo a autarquia incapacidade e falta de vontade política para resolver estes problemas”.

“Avançar com a Fundação Vasco da Gama que contribuirá para a corporização da ligação marítima dos sineenses aos oceanos, valorizando o cluster do mar”.

“Os sucessivos erros de gestão autárquica de Manuel Coelho têm contribuído para aumentar a situação de endividamento”.

ver entrevista completa em Setúbal na Rede