sábado, 26 de julho de 2008

Férias

Vou de Férias, uma semana, sem trabalho profissional ou voluntário, desporto, blogue, crónicas, etc. Entre mim e o Sol das Baleares, apenas a minha família.
Contudo este blogue, como deixou de ser meu e passou a ser de todos aqueles que o visitam e comentam, não entra em férias.

Deixo para reflexão uma questão que me têm acompanhado e cresce na mesma proporção do aumento do preço do petróleo e das notícias da sua escassez: Como seria (será) Sines, se dentro de 15, 20 anos, as economias deixarem de depender dos combustíveis fósseis?

Agradeço os vossos comentários, que durante uma semana, não vou pensar nisso.

Um abraços a todos.

Questionário às forças políticas

Este Blogue, lançou recentemente um desafio, às três forças políticas com representação autárquicas, no Concelho de Sines. O referido desafio consiste em responderem a 3 questões colocadas via mail e respondidas da mesma forma. Foi intenção colocar questões, que se pretendem incómodas, e que a população fala em surdina, especula, extrapola e concluí, muitas das vezes sem conhecimento de causa.
Procuro deste modo ouvir os protagonistas. Destes, o PSD e a CDU, na pessoa do Presidente da CMS, aceitaram o repto, mesmo sem conhecerem as questões, honra lhes seja feita. Do PS, um silêncio ensurdecedor, como aliás, se tornou, desgraçadamente, o seu modo de estar na sociedade Siniense.
As questões colocadas forma:
Ao PSD Sines:
1. Quais os motivos que têm impossibilitado, um acordo pré-eleitoral com o PS? E em caso de um cenário de maioria relativa nas próximas autárquicas, o PSD estaria disponível para um acordo pós-eleitoral, com o PS ou CDU?

2. Uma medida para cada um dos seguintes problemas de Sines: poluição, segurança, divida municipal, associativismo e urbanismo.

3. A falta de alternância, na Câmara de Sines, deve-se ao mérito da CDU, ou à incapacidade da oposição? Qual é para o PSD, o perfil ideal de um candidato à Presidência da CMS?
Ao Presidente da CMS, na qualidade de representante da CDU Sines:
1. Porquê o recurso a assessorias? Os quadros técnicos e superiores da Autarquia e a formação profissional contínua, não permitem responder às necessidades? Para além do custo de construção, são os custos de funcionamento e manutenção de três dos mais emblemáticos equipamentos construídos em Sines nos últimos 20 anos - Piscinas Municipais, Centro de Artes e Bairro Social - que transmitem uma ideia de insustentabilidade económica. Qual o peso orçamental destes equipamentos e até onde poderá a Autarquia garantir o seu funcionamento, sem recurso a parcerias?
2. Dois dos aspectos que mais preocupam os Sinienses são a poluição e a segurança (ou a falta) desta, enquanto o Presidente da Autarquia transmite para a população, uma ideia de que se tratam de problemas menores. Trata-se de uma estratégia de desdramatizar, gerindo sensações, ou sente que realmente estes aspectos não assumem a dimensão que a população lhe atribuí?
3. Sente que a principal oposição ao seu desempenho autárquico, é desenvolvida pelos partidos da oposição, pela sociedade civil ou pela própria CDU? Numa frase: qual o aspecto que mais se orgulha da sua gestão autárquica, e qual a decisão que tomou que mais se arrependeu/preocupa?

FMM 2008

O FMM desde há muito que ultrapassou as barreiras da música. É o seu colorido de cores, raças, hábitos, idiomas, que faz deste um festival único. Para muitos a música é apenas um pretexto, para o (re)encontro e descoberta de pessoas, ambientes, sensações e abstracções.
Crendo nos entendidos – que não é manifestamente, o meu caso – em termos de cartaz e organização, este foi (e está a ser) o melhor festival de sempre. Para quem, como eu, se deslumbra com o ambiente e multiplicidade de gente, num caleidoscópio social, a estratégia de segmentar públicos – Porto Covo, Centro de Artes, Avenida Vasco da Gama e Castelo de Sines – originou uma dispersão das gentes, em função de factores de identificação grupal. Reduzindo a beleza deste eventos, que era precisamente não haver públicos mas um público único em partilha e comunhão.



Temo que a criatura venha a engolir o criador.

Bairros Sociais

O recente tiroteio no Bairro da Quinta da Fonte, apenas foi uma novidade e ensinamento para os menos atentos. Vi com muito agrado que a comunicação social, nomeadamente a escrita, e a maior parte dos opinion makers deste país, passaram do discurso politicamente correcto para a realidade pragmática, provavelmente muito devido a também eles terem sido atingidos na sua torre de marfim, estilhaçada pela delinquência, principalmente de minoria étnicas.
O excesso de proteccionismo e paternalismo, praticado pelos governantes e pago com os nossos impostos, tornou Portugal numa ditadura de minorias.
Finalmente foi necessário a televisão mostrar que o racismo não é a preto e branco, pelo contrário é feito de muitas cores. E muitos dos escribas, frutos de uma esquerda extremista e cega, viram que existe racismo entre mais etnias e brancos e pretos, existe entre minoria, e pasme-se dentro das próprias etnias.

Durante anos confundiu-se tudo, em prol de alguns votos e de uma ingenuidade lírica, que a realidade desmente todos os dias. Não tenhamos ilusões São maioritariamente, aqueles que mais protegemos e beneficiam de apoio social que prevaricam, são aqueles que mais usufruem do Estado Social que mais problemas de segurança trazem ao Estado de Direito.

A política social colapsa, quando se vê carros de alta cilindrada, plasma, parabólicas, em casa de habitação social, onde se recebe o rendimento mínimo, circula sem carta de condução e usa-se armas como quem usa telemóvel.
A Justiça falha quando se anda na rua aos tiros, se trafica e consome à luz do dia, sendo um dos principais envolvidos um foragido da justiça e um delinquente relapso, insiste em falhar quando manda para as ruas, indivíduos, que nos foram servidos à hora de jantar, de arma na mão aos tiros em plena via pública
A política de habitação erra quando encerra em bairros imensos centenas de famílias, desenraizadas do seu meio e em que a maior parte transporta passados de violência, droga, alcoolismo, etc.
A comunicação social falha, quando casos destes são comum, e o despertador do país foi um vídeo amador.
Resta-nos esperar que a politica de segurança não falhe. Fraca esperança, pelos exemplos que temos.

Depois dos pais e avós sofreram explorações várias, sem que fosse dado um décimo das oportunidades, que hoje estão ao alcance das gerações mais novas, esta resolver trocar as oportunidades e a liberdade, por uma impunidade arrogante e negligenciar a responsabilidade devida. Se temos consciência que muito foi feito, é altura de exigir algo dessa gente: civilidade, urbanidade e respeito, é o mínimo.

Não tenhamos ilusões, sendo os acontecimentos do Bairro da Quinta da Fonte, quase uma rotina em muitos bairros sociais do país, o que está a ser feito para que não suceda o mesmo em Sines?

Anúncio fabuloso

PT discrimina

Concelhos do interior e do litoral do País vão ter tarifários diferenciados no acesso à Internet de banda larga através da PT. No Baixo Alentejo e Litoral Alentejano, 10 concelhos vão ficar fora da zona mais favorecida.

A Portugal Telecom enviou recentemente para a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) uma proposta de novo tarifário para o serviço de acesso à Internet de banda larga. A nova tabela diferencia os preços de acesso ao serviço, criando uma "zona favorecida", onde o custo a pagar pelos clientes é reduzido. A aplicação desta medida coincide com as áreas onde operam empresas que concorrem com a PT, as quais, em termos gerais, estão situadas no litoral. Na prática, os clientes dos concelhos do interior do País vão pagar mais pelo mesmo serviço do que os do litoral, podendo a diferença de preço chegar aos 148 euros anuais para quem tenha telefone fixo e Internet e 184 euros para quem possua apenas Internet.
O Baixo Alentejo não é excepção e, de acordo com o mapa a que o "DA" teve acesso, estão fora da zona privilegiada 10 concelhos – Almodôvar, Barrancos, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique, Serpa e Sines. Os restantes oito que fazem parte desta sub-região – Alcácer do Sal, Aljustrel, Alvito, Beja, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Vidigueira – estão dentro da zona privilegiada e terão preços mais baixos. No fundo, este factor de discriminação introduz uma desvantagem competitiva nos concelhos genericamente situados no interior, onde as dificuldades económicas e sociais já são maiores.
Esta situação, a concretizar--se, pode levar a que, em dois concelhos vizinhos, a tarifa deste serviço da PT seja substancialmente diferente.
Sobre esta matéria, o "DA" questionou a Anacom, tendo a entidade que regula o sector respondido, através do gabinete de apoio à imprensa, estar "ainda a analisar a proposta", a qual lhe "parece não conter qualquer problema". Contudo, deixou claro que a sua "posição não é definitiva, podendo ser alterada se, entretanto, houver outro entendimento".
Recorde-se que o Estado é detentor de uma "golden share" na PT, o que lhe confere o estatuto de accionista privilegiado, com poderes de decisão especiais. 

www.diariodoalentejo.pt

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Correio dos Visitantes

O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter. "Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem...". Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte.
A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado.
Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil.
Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.
recebido por mail de anónimo via Panta Rhei

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Derrame

Entre as Bolinhas de crude e o derrame, os 2.000 litros e muito mais, a extensão entre a praia de Sines e Morgavel, ou a Praia de Sines até ao Porto Covo, a verdade habitará por aí, algures.
Sob a capa do politicamente correcto, não abordando o assunto para desdramatizar a situação e não afugentar os veraneantes, os partidos políticos de Sines e a Autarquia, estão a assumir uma posição de silêncio, extremamente comprometedora, e cada vez mais incómoda, para cada um de si e para a politica e políticos em geral.

Compare-se as as enérgicas tomadas de posição, dos vários partidos sobre os esgotos e a ETAR com o silêncio actual, os indicaores da Central Termoeléctrica de Sines, ou os cheiros nauseabundos que invadem a Cidade. Os nossos politicos locais, estão a prestar um mau serviço à politica e a si próprios.

O seu a seu dono

Juntamente com a factura da água - e mais uma série de serviços - recebi o seguinte comunicado que transcrevo:
"Facturação de água referente ao mês de Março de 2008
Informa-se V.Exa., que por despacho do Sr. Presidente da Câmara, devido às anomalias verificadas durante o mês de Março de 2008, no abastecimento de água, na zona da instalação referente à factura anexa, não serão cobrados os valores relativos à quota de serviço e fornecimento de água."

Sines 1634


Sines, datado de 1634, retirado do Atlas Ibérico de Pedro Texeira (Portos, barras e paisagens litorais da Península Ibérica em 1634).

Enviado po: Luis Pedro Ramos

Quercus


Quercus exige mais esclarecimentos sobre derrame de crude que atingiu praias

A associação ambientalista Quercus exigiu que a Administração do Porto de Sines (APS) preste mais esclarecimentos acerca do derrame de crude ocorrido há uma semana, que atingiu várias praias da zona, interditando-as a banhos.
«Ocorreu um derrame de crude no Porto de Sines, de média gravidade, sem que a APS tenha prestado os esclarecimentos suficientes e obviamente devidos para se evitarem especulações e até para se obterem as colaborações eventualmente voluntárias ou institucionais, aliás previstas no documento ‘Mar Limpo’», denunciou a Quercus.Em comunicado emitido, os ambientalistas lamentaram não ter conseguido obter «informações oficiais» por parte do Porto, já que «nenhum elemento da Administração esteve disponível, apenas tendo sido possível o contacto com um quadro que não tinha informação de pormenor».«A ausência de informação permite todas as especulações já que, como diz o povo, quem não deve não teme e não há fumo sem fogo», critica a organização.A Quercus questiona a veracidade da informação veiculada pela administração portuária de que o derrame ocorrido dia 14 no posto 2 do Terminal de Granéis Líquidos do Porto de Sines, aquando da preparação para uma operação de descarga, seria de dois mil litros.«O «pequeno» derrame, de cerca de dois mil litros que a APS diz ter ocorrido prolongou-se até ontem, passados que são oitos dias, e chegou a 20 quilómetros a sul de Sines», frisam os ambientalistas, juntando o Malhão ao rol de praias atingidas, no concelho de Odemira.Durante toda a semana, as praias do concelho de Sines (Vasco da Gama, Morgavel, Vieirinha e Grande de Porto Covo) foram atingidas por pequenas bolas de crude provenientes do derrame, tendo chegado a estar interditas a banhos, até que se concluísse a sua limpeza.Segundo a Quercus, informações de fontes não oficiais apontam para que o derrame tenha sido, na verdade, de cerca de «três toneladas» de crude, «sendo que outras referem que poderia ter atingido as oito ou dez».Admitindo que «parte destas informações não sejam totalmente rigorosas», a associação cita novamente «fontes não oficiais», que terão assegurado que «70 por cento dos equipamentos de sucção da APS estão em deficientes condições de operacionalidade» e que «as barreiras de contenção chegaram ao local cerca de quatro horas depois».«Em seis semanas terão ocorrido dois derrames nos Postos 4 e 2 (em 8 de Junho e 14 de Julho) de que, aliás, ninguém falou!», aponta também.A organização teme ainda que o navio que descarregava no terminal petroleiro quando se deu o derrame, o ‘Isi Olive’, que deverá zarpar hoje do Porto de Sines, parta com o casco por limpar, como, referem, aconteceu com outro petroleiro.«O ‘Sn Stella’ largou com o casco sujo, sendo previsível que o vá limpando enquanto navega!», observa a associação.
Fonte: Lusa

MMS - Movimento Mérito e Sociedade, em Sines

Os representantes da Comissão Política do Movimento Mérito e Sociedade vão estar em Sines e Setúbal para apresentar o Novo Partido Político.
O MMS - Movimento Mérito e Sociedade, no próximo dia 29 de Julho, vai estar em Sines às 14h30, no Salão Social da Santa Casa da Misericórdia, para apresentar os seus princípios, bases orientadoras e o que pretende fazer para mudar Portugal.
Depois da formalização junto do Tribunal Constitucional como novo partido político, no passado mês de Junho, o MMS inicia uma nova etapa que tem por objectivo levar a mensagem a todas as casas, famílias e cidadãos.O fundador do Movimento - Eduardo Correia - irá também apresentar um conjunto de propostas desenvolvidas pelas equipas de trabalho do Movimento Politico, em áreas como: Arquitectura Política, Saúde, Justiça, Segurança Social, Educação e as Opções para a Economia Portuguesa, que sustentam o projecto para Mudar Portugal.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Às moscas


A crise económica, o nevoeiro e as bolinhas de crude - para a APS - ou o derrame - para a comunicação social -, aliaram-se para fazer deste o pior Verão, da última década, em termos de afluência turística, com as graves consequências económicas para o comércio e restauração, que somente o Inverno revelará em toda a sua dimensão.
A Lei de Murphy - "se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira possível, no pior momento possível"-, em todo o seu esplendor.

O lado positivo é a constatação que a aposta, quase obssessiva, dos vários executivos camarários, no turismo, é um caso de sucesso, caso contrário, a sua ruína, não teria um impacto tão significativo no Concelho de Sines.

Da série: "Mau Gosto"

Como é possível a autarquia Siniense, que têm demonstrado preocupação com o mobiliário urbano - papeleiras, ecopontos, etc -, com a arquitectura dos equipamentos sociais - piscinas, centro de artes - nos ofereça uma monstruosidade destas. Poderá ser provisória (será?), mas não deixa de ser menos inestético. Simplesmente, horrível.

domingo, 20 de julho de 2008

questionário às forças políticas

Enviado via mail, dia 20 de Julho.
Exmos Srs.,

Na qualidade de administrador do blog, "Estação de Sines", pretendo levar a cabo uma iniciativa, que consta em colocar 3 questões aos líderes das forças políticas com representatividade autárquica, presidente da Concelhia de Sines do PS, Presidente da secção de Sines do PSD e presidente da CMS (CDU), ou se o pretenderem a quem os represente.
De cada conjunto de respotas resultará um post, a publicar no dia da recepção.
As questões serão diferentes para cada uma das forças políticas e pretende-se que representem aquilo, que no meu entender, mais inquietam a população em geral, e os militantes/simpatizantes de cada partido.
As respostas serão publicadas na íntegra e sujeitas aos comentários dos visitantes do blog.

Certo que aceitarão o desafio deste blog, que mais não pretende, que ser um contributo para o livre debate de ideias e compreensão da nossa Cidade, aguardo o v. contacto, para envio das questões.

Cumprimentos