A Artenius-Sines está prestes a receber o "coração" da fábrica, um reactor de oxidação com cerca de 289 toneladas que vai demorar dois dias a percorrer dez quilómetros entre o porto de Sines e a unidade fabril.
Com um volume de 540 metros cúbicos, as dimensões do reactor obrigam a um transporte especial - uma plataforma comandada à distância - e também à remoção de uma ponte férrea inactiva, à elevação de cabos eléctricos e ao condicionamento do trânsito em algumas estradas.
Por isso, hoje que se deslocava no sentido Sines-Santiago, junto à rotunda da Barbuda, era obrigado a efectuar o desvio para Santo-André, depois virar para a Repsol, seguir em frente passando pela Carbogal, passar a nova rotunda e finalmente no cruzamento seguinte virar para a Metalsines, seguindo em frente por um pequeno troço de terra batida e depois finalmente entrar na via-rápida. Tudo isto sinalizado por faixas vermelha e branca, pouco policiamento e muita confusão, especialmente de quem não conhece estes caminhos alternativos.
A direcção oposta era apesar de tudo um poco melhor. Sensivelmente perto da Metalsines, um individuo de colecte reflector, capacete e rádio na mão, desviava o trânsito para a antiga estrada de Santiago-Sines, até darmos com a nova rotunda que liga a Petrogal a Sines, onde aparecia finalmente um agente da autoridade. Aqui a confusão originada por quem se dirige no fim-de-semana a caminho do Sul, sem imaginar sequer que existem tais atalhos, era enorme.
Para já o novo reactor custou uns largos minutos de confusão no trânsito a largas centenas de automobilistas, veremos quanto custará no futuro ao bolso dos contribuintes e à saúde dos sinienses.
Nota: entretanto a avenida da praia encerrou ao trânsito. Quem trabalha e faz desta uma via privilegiada, pode sempre utilizar a antiga via-rápida da Costa do Norte, e divirtir-se com os trabalho em curso, para realização de uma estranha rotunda.
Com um volume de 540 metros cúbicos, as dimensões do reactor obrigam a um transporte especial - uma plataforma comandada à distância - e também à remoção de uma ponte férrea inactiva, à elevação de cabos eléctricos e ao condicionamento do trânsito em algumas estradas.
Por isso, hoje que se deslocava no sentido Sines-Santiago, junto à rotunda da Barbuda, era obrigado a efectuar o desvio para Santo-André, depois virar para a Repsol, seguir em frente passando pela Carbogal, passar a nova rotunda e finalmente no cruzamento seguinte virar para a Metalsines, seguindo em frente por um pequeno troço de terra batida e depois finalmente entrar na via-rápida. Tudo isto sinalizado por faixas vermelha e branca, pouco policiamento e muita confusão, especialmente de quem não conhece estes caminhos alternativos.
A direcção oposta era apesar de tudo um poco melhor. Sensivelmente perto da Metalsines, um individuo de colecte reflector, capacete e rádio na mão, desviava o trânsito para a antiga estrada de Santiago-Sines, até darmos com a nova rotunda que liga a Petrogal a Sines, onde aparecia finalmente um agente da autoridade. Aqui a confusão originada por quem se dirige no fim-de-semana a caminho do Sul, sem imaginar sequer que existem tais atalhos, era enorme.
Para já o novo reactor custou uns largos minutos de confusão no trânsito a largas centenas de automobilistas, veremos quanto custará no futuro ao bolso dos contribuintes e à saúde dos sinienses.
Nota: entretanto a avenida da praia encerrou ao trânsito. Quem trabalha e faz desta uma via privilegiada, pode sempre utilizar a antiga via-rápida da Costa do Norte, e divirtir-se com os trabalho em curso, para realização de uma estranha rotunda.

