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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Encontro de História do Alentejo Litoral

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Durante dois dias - 18 e 19 de Outubro -, em três locais distintos - CCEN, A Arca e ex-edifício dos CTT - serão tratados os seguintes temas: "Da Pré-História aos Romanos"; "Época Medieval : Período Islâmico e Cristão" e "Época Moderna"; "Época Contemporânea" e "Patrimónios", por investigadores de renome, numa iniciativa do Centro Cultural Emmérico Nunes. A Comissão de Honra integra o Director Regional de Cultura de Évora, o Presidente da Assembleia Municipal de Sines, a Presidente da Administração do Porto de Sines, o Presidente da Junta de Freguesia de Sines, e o Presidente do Centro Cultural Emmérico Nunes.
Apoiam esta iniciativa a Caixa Agrícola, os CTT, a PSA Sines, o Hotel Sinerama, a Romão Vaz, SA, a APS e a PSA.
NÃO APOIA ESTA INICIATIVA A CÂMARA MUNICIPAL DE SINES.
Para quem prognosticou a canibalização do CCEN pelo CAS, não podia haver melhor resposta, por parte da sua direcção, da sociedade civil através do apoio financeiro e dos sinienses, como se verá nos dias 18 e 19 de Outubro.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Incompatibilidade pessoais e/ou Institucionais

"O CCEN organiza em Sines entre 18 e 19 de Outubro o "1º Encontro de História do Litoral Alentejano" O encontro conta com a presença de importantes investigadores, com destaque para o arqueólogo Cláudio Torres, que conferenciarão sobre temas que vão "da Pré-História à ocupação romana" passando pela "Presença islâmica e cristã no horizonte medieval" e pela "Época Moderna" até aos "Séculos XIX e XX".
O que é extraordinário é que a direcção do CCEN se tenha deslocado à Câmara de Sines para convidar o Presidente da Autarquia para presidir à abertura dos trabalhos e tenha obtido um rotundo não com base numa sua incompatibilidade - resultado de criticas publicadas num artigo de opinião - com o recém eleito Presidente do CCEN, o historiador João Madeira."
Manuel Coelho na qualidade de Presidente da autarquia, representante eleito de todos os Siniense, não deve tomar uma posição deste teor, excepto se a referida reportagem tenha sido ofensiva para a Autarquia ou o Presidente que a representa. A ser esse o caso deve a Autarquia tornar pública a sua posição e eventualmente, cortar relações intitucionais com o CCEN, caso contrário deveria o Presidente da Câmara, em resultado da incompatilidade pessoal com o Presidente do CCEN, fazer-se representar. As instituições significam mais e sobrevivem a quem as representa.