terça-feira, 11 de março de 2008

Etar Ribeira dos Moinhos

Os autarcas de Sines e Santiago do Cacém exigiram ontem a intervenção do Ministério do Ambiente para "solucionar o conflito" na Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), onde os trabalhadores estão em greve há mais de um mês. A exigência foi feita durante uma conferência de imprensa junto à Etar de Ribeira de Moinhos, propriedade da empresa Águas de Santo André (AdSA), do grupo Águas de Portugal (AdP), mas exploradas pelo consórcio Sisáqua/Consulgal."Isto não é uma fábrica de sapatos, nem de camisas. A Etar trata resíduos perigosos", sublinhou o presidente da Câmara de Sines, Manuel Coelho, exigindo a intervenção da AdP e do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional.



In, JN

4 comentários:

amorais disse...

A pergunta que faço a Sua Excelência o senhor presidente da autarquia de Sines porque é que ainda desaguam no mar esgotos urbanos que deviam ser canalizados para a ETAR da Ribeira dos Moinhos.Será que poluem menos que os outros?

Redof etiaV disse...

Segundo dizem a CMS é das maiores devedoras da ETAR , será verdade?
Se for verdade, não seria melhor pagar para poder falar de cara destapada.

Anónimo disse...

É triste ver que alguns gostam de falar sem saber, pergunte-se ao Sr. presidente da camara de Sines quanto a SISAQUA deve à câmara de Sines de luz.
Certamente a divida da SISAQUA para com a Câmara de Sines é maior do que a divida da câmara de Sines para com a SISAQUA.

Redof etiaV disse...

Explica lá isso melhor, deve luz à CMS ?