quinta-feira, 15 de maio de 2008

Taxa de mortalidade no Concelho de Sines

Sines é um dos Concelho de Portugal com maior taxa de mortalidade.
Segundo a edição do Expresso de dia 30/05/2008, um estudo realizado por quatro investigadores do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, que analisa a mortalidade ao nível concelhio entre 2000 e 2004, Sines é o único Concelho do Litoral Alentejano e Costa Vicentina que apresenta uma taxa de óbitos por 100 mil habitantes superior a 1076,5. De forma a não desvirtuar o estudo foram analisadas todas as causas de morte, excepto causas externas, como os acidentes e suícidios e para evitar que o efeito do envelhecimento da população e poder comparar concelhos com estruturas etárias diferentes, recorrem a taxas padronizadas.
Pelo mapa Nacional verifica-se uma grande concentração de concelhos com maiores taxas de mortalidade na àrea metropolitana de Lisboa e Vale do Tejo, Península de Setúbal, Alentejo Interior, Coimbra, Viana do Castelo e Vila Real.
A pobreza, iliteracia, comportamento de saúde e estilo de vida, assim como a poluição atmosférica e as variações climatéricas são os factores de peso referidos pelos especialistas, para as conclusões deste estudo.
Cada um tire as suas conclusões.

Da série: "O complicado mundo do futebol"

Eduardo, Guarda-redes do Braga, emprestado esta época ao Vitória de Setúbal, foi convocado para os sub-21, aos 25 anos.

Da série: "Diga lá então, o que é necessário?"

«Os árbitros desta geração são pessoas arejadas e não se pressionam com três garrafas de vinho, um chouriço e um relógio»

Duarte Gomes, árbitro de futebol, processo Apito Dourado

terça-feira, 13 de maio de 2008

10.000 Visitantes

Um blogue é como um filho, dão muito trabalho mas são o futuro. e quando damos por nós cresceram, e pronto, passámos das 10.000 visitas.

Asaerados

A Alta Autoridade para a Concorrência está a analisar até que ponto a ASAE retira protagonismo a Paulo Portas, nas feiras e mercado de Portugal.

A agitação e o histerismo que percorre os opinion makers, mais o Paulo Portas, por causa dos objectivos (orientações segundo o director da ASAE) só faz sentido por ser pouco ambiciosa, é como exigir da BT que numa tarde de auto-estrada multe 50 condutores por excesso de velocidade, é pouco, muito pouco. Não podemos passar a vida a queixarmo-nos do incumprimento e falta de fiscalização e depois quando uma, até há pouco tempo, obscura e desconhecida entidade fiscalizadora, acorda de longa hibernação, põe-se tudo aos gritos de facistas.

A hienização do Benfica


Rui Costa foi um génio, atingiu um patamar apenas alcançado por predestinados quem têm nos pés aquilo que não se aprende, nem na rua nem nos treinos, mas já vem inscrito nos genes.

Foi em minha opinião o expoente máximo da "geração de ouro", rótulo do exagero português - que enquanto seniores nada ganharam - a ele se deve a melhor formação do Fiorentina, fundamental na selecção portuguesa, chega alguns anos atrasado ao AC Milan, onde contudo deixará a sua marca. Mas ficaria guardado para o último ano da carreira o seu maior feito, carregar o Benfica às costas e por pouco não disfarçar a mediocridade reinante.

Foi o melhor jogador do Benfica na época que termina, daí que a alegria dos benfiquistas na hora da sua despedida só é comparável às hienas - alimentam-se da carcaça de outros animais, só têm relações uma vez do ano e fartam-se de rir. Mas riem-se do quê?

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Da Série : "Pensamentos Profundos"

"A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos."
(George Bernard Shaw)

Portugal


Benfica

Hoje de manhã levantou-se o país, cheio de inveja do Benfica que ficou no quarto.

Militares Tibetanos


Disse as teorias de conpiração que os militares chineses se vestem de monges tibetanos para simular manifestações e deste modo legitimar a intervenção militar. Mas como conheço o deslumbramento com desta gente com os lampejos de capitalismo, sei que são os militares chineses que fazem umas horas extras como monges tibetanos, ou estes como militares. Certo, certo é que não passam recibos verdes, é só economia paralela.


Azilados

No âmbito da discussão do PDM para a cidade de Sines, surge a questão da utilização da Zona Industrial Ligeira 2 (ZIL 2) como habitação, tema recorrente, principalmente em campanhas eleitorais.
Situada numa zona sobranceira da cidade, com uma vista ímpar, sobre o Cabo e a Baía de Sines, facilmente se adivinhava terreno fadado à habitação para a classe média alta e alta. Precisamente o tipo de habitação que têm faltado em Sines, nas últimas duas décadas e que levaram à fixação de quadros médios e superiores em Santo André e Santiago do Cacém e até ao êxodo de parte da população de Sines.
Mas se existe algo indiscutível, quando se tenta compreender uma decisão situada no passado é a sua contextualização. De tão evidente a estranha decisão de localizar uma ZIL em local privilegiado, desde alguns anos que procurei entender o porquê, considerando que os decisores políticos, apesar de tomar decisões por vezes estranhas, não os tomemos por estúpidos.
Situando-nos temporalmente na criação da ZIL 2, temos a vila piscatória de Sines, onde começava a despontar as pequenas oficinas e indústrias de apoio ao complexo industrial e ao aumento populacional da vila, situadas dentro do núcleo habitacional. Sobre Sines pairava, então, o todo poderoso Gabinete da Área de Sines que impunha os limites da pequena vila e o risco do êxodo da pequena indústria para Santiago do Cacém ou Santo André, era uma realidade. Com o advento da indústria pesada do Complexo Industrial de Sines, a poluição inerente, a exploração da pedreira e tudo o resto, poucos se atreviam a acreditar que Sines conseguiria sobreviver como núcleo urbano, mantendo a sua identidade e que o turismo continuaria a ter expressão. Neste contexto, seria quase patético olhar para a colina sobre a vila e vê-la coberta de vivendas e moradias.

De cada novo sopro da economia, a ZIL foi crescendo, uns constituíram pequenas e médias empresas, outros armazéns, outros ainda habitações que ocuparam ou arrendaram, pervertendo o mercado habitacional e o parque industrial da jovem cidade. De forma recorrente, os políticos, falaram da ZIL 2, do necessário regulamento, da sua expansão, do seu desordenamento, da falta de infraestruturas, etc, etc, etc.
Contudo existe um tempo político, que tantas vezes é diferente do tempo da sociedade. Tempos houve que promessas de acabar com a habitação na ZIL, eram ameaças aos seus habitantes, situação que todos conheciam mas era politicamente correcto ignorar. Mas como o politico e o economicamente correcto nem sempre se conjugam, logo as imobiliárias começaram a anunciar a venda de habitações na ZIL 2.

Hoje, tal como a maioria dos problemas das cidades, é uma questão de dinheiro. Não permitir a sua expansão, fomentar a sua deslocalização, e alojar os actuais habitantes, custará milhões, que somente um qualquer QREN terá no bolso.

sábado, 10 de maio de 2008

sexta-feira, 9 de maio de 2008

falando de Justiça

Justiça é castigar quem prevarica e recompensar, repondo, quem foi prejudicado.

O Futebol Clube do Porto, devia perder o título de campeão no ano em que se provaram os factos, e entregar ao 2.º classificado as verbas ganhas na Champions League;

Os sócios do FCP deviam exigir a Pinto da Costa serem ressarcidos da vergonha e a SAD do prejuízo;

Pinto da Costa e Valentim Loureiro deviam serem definitivamente afastados do futebol ou qualquer outra actividade desportiva, excepto de desportos prisionais;
Os Loureiros obrigados a indemnizar o Boavista pelos prejuízos que causaram ao clube.
A justiça civil e penal não deve, nem pode ignorar os factos provados pela justiça desportiva.
Sucedeu o que mais temia, a justiça branda permite o branqueamento de situações muito mais graves.