quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Divulgação - Sines Surf Clube



SETEMBRO é o mês do SURF em SINES.

18/19 Setembro - II etapa do Circuito SINES SURF CLUBE/RIP CURL 2010
Categorias: Sub12, Sub16, Feminino, Open, Bodyboard e Longboard.
Organização: Sines Surf Clube

Um circuito regional com 3 etapas e de elevada competitividade que recebe cerca de 130 atletas de todo o país.
Com um ranking que conta com atletas com provas dadas, como Filipe Jervis (3ª Liga Pro Surf), Manuel João, Paulo Almeida, Kalú ou Tiago Silva, esta etapa decidirá o atleta amador que receberá o Wildcard para participar no Circuito Nacional, "Liga Pro Surf", que o Sines Surf Clube também organizará em Novembro (SINES QUERU PRO).
Para além disso, a etapa servirá também para preparar todos os atletas júniores para o fim de semana seguinte, Nacional Deeply Surf Esperanças, em São Torpes.

25 a 27 de Setembro - VI Etapa do CIRCUITO NACIONAL DEEPLY SURF ESPERANÇAS 2010
Organização: Sines Surf Clube e Federação Portuguesa de Surf

Pela primeira vez, os melhores júniores do país vêm competir nas praias alentejanas, prevendo-se um número muito elevado de atletas.
Esta penúltima prova será decisiva para o apuramento dos campeões nacionais nas várias categorias e dará a conhecer os enormes talentos que Portugal está a começar a formar no surf. Dará também a conhecer os atletas alentejanos (Santiago Miranda, André Faria, Mateus Rego, Cláudia Santos, entre outros) que estão em grande forma e costumam estar nas finais deste circuito nacional.

Estão todos convidados para participar nesta festa do surf.

Boas Ondas

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Preocupada, estará mesmo?

A ministra do Trabalho, Helena André, apelou ontem à necessidade de a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) promover a vertente pedagógica da sua actividade. "A punição é importante, mas tem de haver a pedagogia e o ajudar a cumprir a lei", disse. A ministra mostrou-se ainda Preocupada com o facto de no primeiro semestre do ano existirem 23 mil trabalhadores com salários em atraso, o dobro do ano anterior.
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Preocupada a ministra, a Sério?
Pedagogia é o que?
Será telefonar para as empresas a avisar que o inspector vai chegar? Só se for!
Parece que vivemos num mundo de "anjinhos"
No nosso âmbito (Distrito de Setúbal), quando a intervenção estava adstrita à sede do Distrito, era má! Agora, quando a intervenção da IGT passou para a influência de Beja, piorou radicalmente. São factos!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Deixaste saudades

Menos do mesmo


Hoje de manhã, apenas mais um dia, igual a tantos outros. Podem e com razão dizer que o fumo negro resulta queima de gases impedindo assim que estes vão para a atmosfera, podem alegar que a indústria é um mal necessário, podem insurgir-se com as criticas pois o desenvolvimento económico-social de Sines e da região é baseado no ciclo de exploração do petróleo. Podem efectivamente pensar e defender aquilo em que acreditam ou necessitam, mas não impeçam quem não concorda de revoltar-se com a indiferença dos responsáveis e o silêncio dos políticos.  

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Divulgação Hóquei em Patins

Domingo, dia 19 o Hóquei Clube Vasco da Gama vai apresentar as suas equipas com o seguinte programa:



domingo, 12 de setembro de 2010

Sopa dos Pobres


Em Sines foi desenvolvido e está implementado um dos mais perversos e pervertidos "esquema" de atribuição de verbas a instituições, com o nefasto compadrio do doador, de que se tem conhecimento.

Com o argumento que deste modo todos ficam em circunstâncias de igualdade perante o doador, o executivo recebe da Petrogal e parte o bolo a seu bel prazer. Deste modo a "sopa dos pobres" ou "beija-mão", realiza-se anualmente com estrondo e nunca isenta de surda polémica.

Com o estrondo que convêm à autarquia e ao doador que a populaça saiba da sua generosidade e com a surda polémica que a estratégia centralizadora, dominadora e controleira, quase claustrofóbica, gera nas instituições e mantêm manietada a oposição cuja discordância com o método pode espantar o benemérito.

Mas esta é pantomima que a todos serve, ao executivo que para além da atitude populista e eleitoralista, mantêm as associações controladas e dependentes; a quase todas as associações que se escusam ao trabalho de angariar verbas; à Petrogal que surge na imprensa em todo o seu esplendor de responsabilidade social, sem ter a mínima noção da realidade social de Sines e apazigua os males da poluição e consciência, com uma milésima percentagem do que produz ou lucra na Refinaria de Sines.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Redução de Custos

Aos poucos vai revelando-se a política de redução de custos da autarquia. depois dos cortes nas iniciativas com a 3ª idade e com a educação (anteriormente aqui abordadas) agora é a vez da segurança.

A autarquia insiste em pintar as passadeiras com tinta de água, algo que a primeiras chuvas e alguns tráfego farão desaparecer em breve.

Terceira idade, educação e segurança, são para já as rubricas sacrificadas, é obra. E da grande.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

saudosismos à parte

Em tempo de crise, num país que é dono da palavra saudade, é natural que se veja o passado com um certo saudosismo. A revolta contra a dor presente suaviza dores passadas e como se sabe é sempre mais cómodo dar dois passos atrás do que um à frente, é mais seguro um terreno já pisado do que um que não se conhece ainda.

Gostei muito de ler a carta aqui postada pelo Egídio Fernandes porque me fez recordar histórias que os meus pais me contaram tantas vezes à mesa da cozinha, comigo desconfiado na minha meninice. E ainda hoje, quando eles mas contam, parece que custa a acreditar, mas foi verdade, que já mas contaram tantas vezes, sem que o tempo lhes tenha mudado nada, que as torna demasiado legítimas para que possam ser questionadas. Por isso ao passado não voltemos, que eu não quero ter roupa que só uso ao domingo e uma rolha na boca.

Estamos no ano 2010, numerado à ordem de alguma história que hoje, felizmente muito poucos conhecem bem, porque a mentira tem perna curta, principalmente na sociedade da informação.

Lembro-me que quando estudava, o meu principal medo era o de entrar no sistema e depois ser incapaz de sair dele, nem era tanto o medo de um dia querer sair e não conseguir, mas o sentimento de que isso para mim, um dia, seria de todo impensável, que seria incapaz de ter um pé dentro e outro fora. Hoje, depois de já ter provado um bocadinho desse bicho papão, questiono-me se alguma vez me irei adaptar aos ritmos e sabores da nossa sociedade laboral. Se na escola, em que incluo a faculdade, temos um ensino demasiado generalista e teórico, em que tudo são rosas e o verdadeiro oficio pelo qual andamos ali é relegado para segundo plano em detrimento do conhecimento que em teoria nos será útil, mas que raramente o é, na vida profissional tudo muda e o que aprendemos raramente tem interesse para os que nos chefiam, presos a esquemas e tácticas a que nós, jovens outrora idealistas temos que nos adaptar.

- Ou entras na dança ou ficas de fora!

Falemos à vontade, que tudo nos é permitido dizer, ao menos isso. Ganhámos a liberdade e de um momento para o outro pudemos dizer tudo o que nos indigna e que achamos errado ou injusto, mas depois, ou ninguém nos ouve, que isto diz-se tanta coisa, ou temos de o provar em tribunal, numa justiça que não é justa e que muito menos é igual para todos. Ganham os tubarões, e os outros, a maioria, que também quer jogar, porque quem não joga não ganha nada, fica calada, porque se fala ainda alguém a lixa.

Da monarquia, para a República, com uma ditadura castradora pelo meio, estamos agora nesta Democracia dominada por partidos políticos que engolem tudo o que se lhes atravessa no caminho. Não será assim por muito tempo, porque os segredos são cada vez mais difíceis de manter e as mentiras já ficaram muito atrás dos coxos, que hoje já há próteses para todos os gostos.

O que vem a seguir apenas pode ser especulado, mas para mim, é inevitável uma maior participação do povo e uma coisa é certa, o poder cada vez estará mais acessível a todos, porque só assim podemos chegar a uma sociedade que valoriza o mérito em vez da cunha, o justo e não o xico esperto, a transparência sob o obscurantismo. Por isso aceitemos de uma vez por todas, que o mundo mudou muito nos últimos anos e que vai mudar ainda mais e que o óbvio não pode ser ignorado, porque o mundo gira todo ao mesmo tempo e enquanto é dia num sitio, no outro pode muito bem ser já noite escura.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Uma questão de prioridades

Agora que acabaram os festivais e a cigarra deixa de cantar, começa-se a perceber a politica de redução de custos da autarquia.

Para já as únicas medidas que conheço não prometem nada de auspicioso. A autarquia deixa de assegurar o transporte das crianças dos Infantários para os locais onde ministrava aulas de educação física. Agora não renovou os contratos com os professores de educação fisíca, o que significa que alguém deixará de ter acesso a esse direito universal, tão do agrado de certos esquerdistas, a prática de desporto.

Em minha opinião trata-se de duas medidas que fariam todo o sentido se integradas numa estratégia global de recuperação de uma autarquia falida. Sou o primeiro a concordar que os Infantários/Instituições devem assegurar as actividades extra-curriculares aos seus utentes. Quanto à prática de exercício físico não competitivo, existindo tantos clubes em Sines subsidiados, poderia a autarquia protocolar essa competência.

Agora enquanto continuarmos a assistir ao desperdício de festas e festanças, temos o direito de não aceitar reduções de custos, nem que dum alfinete se trate. Quanto custaria o transporte das crianças? 10 minutos de jogo de artifício, 25 concertos em vez de 26? Quantos custaria manter os professores de educação fisíca? não pagar a estadia aos jornalistas que fazem a cobertura do FMM, não fazer o festival de Jazz?

Ensaio sobre a loucura

Ainda mal fechara a porta de casa e a mala caíra no chão, já a mulher estica a perna com se ensaiasse um aquecimento de ballet. 

Gosta? Gostas? pergunta ao marido, olhando para os seus sapatos novos.

Praticamente sem olhar, o marido num tom monocórdico, responde-lhe: "Lindos. Quanto custaram?".
Foram baratos, estavam em saldo.
Ok, mas quanto?
Sei lá, estavam em saldo.


Agora caro leitor substitua os sapatos da esposa dedicada, pelos seguintes investimentos, e os saldos pelos fundos comunitários:
- Festival de Jazz
- Jantar de abertura do FMM
- 26 concertos FMM
- Fogo de artificio

Nota: A propósito, alguém de bom senso consegue justificar a prioridade da rotunda da Costa do Norte.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Engana-me que eu gosto!

Vítor Ramalho, candidato pela 3ª vez à Federação Distrital de Setúbal do PS, reincide num erro (???), desta feita numa entrevista ao Setúbal na Rede. “O PS relegou o PCP para terceiro em Sines”, reafirma o líder socialista.

Vítor Ramalho sabe melhor que nós que não foi o PS, mas antes Manuel Coelho que provocou a sangria no eleitorado da CDU. Mas o dirigente socialista sabe muito mais, sabe que necessitará do apoio de Manuel Coelho e do seu Movimento se pretender manter a CDU longe do poder; sabe que somente o apoio de Manuel Coelho e o SIM podem manter vivo o sonho de ganhar Sines.

Mas como a politica é feita de incongruências, o dirigente politico de que agora necessita e tece elogios é parte da história PCP, que segundo Vítor Ramalho, tem “explorado, de forma miserabilista, este distrito fantástico, impedindo a sua afirmação enquanto verdadeira centralidade de Portugal”.

domingo, 5 de setembro de 2010

A incapacidade de ser capaz


Apesar de parecer que Sines acordou recentemente para a questão da desertificação e consequente degradação dos centros históricos, este é um problema antigo de décadas no nosso país.

O aumento do poder de compra, a facilidade do acesso ao crédito e o consequente boom da construção levou a que os mais jovens trocassem as antigas habitações dos pais, de divisões acanhadas, em ruas estreitas e sem estacionamento, por amplos e arejados apartamentos com garagem, moradias e vivendas, nas periferias dos centros históricos, sem as condicionantes, tantas vezes absurdas de construção nos centros históricos.

O abandono dos centros histórico foi tanto maior e mais rápido quanto o crescimento da periferia. O aumento da longevidade humana manteve os velhos mais tempo na sua casas e a deslocalização de equipamentos e serviços, com o beneplácito das autarquias, tratou do resto.   

E enquanto andávamos nesta legitima aspiração de melhores condições de habitabilidade, os empreiteiros foram enchendo os bolsos com mais ou menos especulação e as autarquias empenhando o futuro a troco de verbas imediatas, uma para investir na localidade, outras no futuro politico do autarca ou do partido que representa. 

Com o despertar do impacto social e económico do desaparecimento dos centros históricos como pólo identitário das cidades, começaram a sugerir soluções, desde as mais felizes às mais patéticas. 

Em Sines, os politicos no poder, sem criatividade e/ou capacidade - ou outros interesses - optou por investir milhões num centro de artes que diziam os seus mentores levariam a populaça a correr em debandada para morar junto dele, a comprar desenfreadamente no comércio local e a estacionar alegremente na cave do mamarracho. Foram-se os milhões, a população e por arrasto o comércio e do centro histórico pouco mais resta que o casario.

E enquanto Sines andava no regabofe de receber prémios de arquitectura e e levar as actividades para a avenida da praia, outras localidades tratavam de agilizar o licenciamento de projectos na zona histórica, recuperar os edifícios históricos, como os cinemas, teatros, bibliotecas, criar ou modernizar serviços âncoras como repartições públicas, criar estacionamento para os moradores, reforçar a segurança com policiamento, incentivar a abertura do comércio durante a noite no período estival, manter as actividade culturais no coração do centro histórico, construir ciclovias que cruzam o centro histórico e ainda um conjunto de coisas mais ou menos óbvias, e sem projectos de elevadores ou quejandos conseguem manter o centro histórico pujante de vida.

A mais recente aposta da Câmara de Sines em reduzir os impostos como incentivo à reabilitação de prédios na zona histórica, faz lembrar o dono do restaurante que baixa os preço para assegurar mais clientela ao contrário de manter os preços e aumentar a qualidade. Louvável a intenção, nulos os resultados.

Como Siniense regozijo-em com a aprovação do programa de Regeneração Urbana através do qual a autarquia conseguiu financiamento, garantindo um investimento na recuperação de espaços públicos do centro histórico de 9,5 milhões de euros, dos quais uma verba foi para as músicas do Mundo e festivais de Jazz. Como português revolta-me que se beneficie quem não teve visão e agora a solução passe por jogar milhões para o Centro Histórico, sem que signifique a sua solução, como o tempo tratar de demonstrar.

Com tantas prioridades - locais e nacionais - os fundos do QREN financiarem actividades como o FMM e festivais de Jazz, no âmbito de um programa de regeneração urbana atesta bem o desconhecimento do terreno dos decisores políticos da aplicação dos fundos comunitários. Não deixa de ser esclarecedora a forma como o edil siniense tranquiliza a população quanto ao financiamento destas actividades. Basicamente não nos preocupemos que o dinheiro não é da autarquia mas dos patos bravos da UE.

Se a incapacidade de um homem é uma tragédia, a de um conjunto de homens é uma comédia.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Divulgação: Academia de Ginástica de Sines

Sara Sousa e Tatiana Belchior – Elite Junior, Beatriz Martins – Elite Senior, João Guerreiro – Juvenil, Ana Paulino – Elite Senior.


ACADEMIA DE GINÁSTICA DE SINES PRESENTE COM 5 GINASTAS NA 20.ª COMPETIÇÃO MUNDIAL POR IDADES

Metz (FRANCE) - 14 Novembro – 20 Novembro 2010


A Academia de Ginástica de Sines ao longo da sua curta vida e história têm promovido e desenvolvido os desportos acrobáticos, representando em Portugal e no estrangeiro a cidade de Sine de um forma ímpar.

Este desenvolvimento está patente nos resultados distritais, regionais, e internacionais; como na afectação em cerca de 167 ginastas, familiares e treinadores, projectando com amor e trabalho a ginástica e a terra de Vasco da Gama.

É com enorme satisfação que apresentamos em dossier, os 5 ginastas apurados ao longo das diversas provas nacionais, para representar Sines e Portugal, em mais um evento mundial. Esta competição é destinada a jovens esperanças dos trampolins, e decorre em paralelo com o campeonato do mundo de absolutos, na cidade francesa, Metz, nos dias 14 a 20 de Novembro do corrente ano.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O desenvolvimento turístico, segundo M. Coelho

O turismo alentejano que apostou num turismo de qualidade, diferenciando-se do turismo de massas que grassou durante décadas no Algarve, cresceu em ano de crise. A aposta turística do Alentejo tardou e já nem se tratou de uma aposta visionária, mas de uma evidência que entrava pelos olhos.

Mesmo assim decorridos 30, 40 anos desde que se iniciou a betonização da costa portuguesa, o edil siniense afirma que o PROT-Alentejo “não satisfaz” interesses de Sines (hoje questiono se ele representa e conhece verdadeiramente os interesses de Sines?), porque o documento “não contempla a possibilidade de construção de hotelaria a sul de Porto Covo”. Na sua opinião o desenvolvimento do turismo do município baseia-se a sul de Porto Covo, na construção de espaços para a construção de resorts e hotelaria, bem como de campos de golfe”.

Verdadeira fuga para a frente, para quem não tem tido capacidade de ter na cidade 2 ou três hotéis urbanos de média dimensão, que o turismo de lazer e de negócios, esgotariam com frequência (veja o exemplo do Vila Park), nem manter aberto um parque de campismo que deixou degradar, resgatando de novo para o debate público a megalomania de olhos postos nas receitas para os insaciáveis cofres da autarquia.

Compare-se a "visão" de Manuel Coelho do desenvolvimento turístico da Sines, com a opinião de Clara Ferreira Alves, que não é propriamente uma ignorante.


Já não é um segredo bem guardado. A Costa Vicentina é um dos últimos paraísos na terra. Pode ler-se em qualquer revista, brochura, folheto, guia. O desabrido oeste algarvio, batido pelos salgados ventos do Atlântico e os sopros do sul, que trazem de África a secura do deserto, começa a ser invadido. Invadido não só pelos operadores turísticos que insistem em contar o palmo de terra em "camas", 600 camas para aqui, 300 camas para ali (com a mercê do PIN, a mais sinistra invenção para atacar a paisagem protegida)

O Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina está a ser ultimado. Vamos ver quantos anos vai esta região durar antes de chegarem os 'pinados' campos de golfe e os hotéis, as camionetas dos turistas de pacote, substituindo e matando o turismo rural que é o único adequado ao 'paraíso'. Não dou cinco anos ao 'paraíso'.

Alô Oposição! Está alguém aí?

Durante um mês dirigentes e pais de atletas alteraram a sua vida completamente numa missão de angariação de fundos, via tasquinhas, para que as nossas equipas pudessem competir. Esse esforço privou alguns de dias de férias e a todos de muitas horas de descanso. Temos de concordar que não é fácil fechar a tasca às duas da manhã e poucas horas depois ir trabalhar. Mas de qualquer forma, acabou por se cumprir a tarefa de uma forma agradável para todos, ajudando mesmo a fortalecer o grupo.
Depois deste esforço todo vem a minha frustação, vou contar…
Ontem à noite ao ler o “sineense” fiquei perplexo com a divisão do subsídio atribuído pela Petrogal.
Existem associações que desconheço qualquer atividade, digo mais nem sequer lhes conhecia o nome, que conseguiram num abrir e fechar de olhos um valor que em alguns casos nem com 60 dias de tasquinhas o conseguíamos.

Ontem foi mais um daqueles dias em que não pude conter um profundo desânimo com esta minha opção de participar na vida associativa quando sei que o jogo está ...
Alô Oposição !!! Está aí alguém? Para onde é que foi toda a gente?