quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Grato pela visita, que espero retribuir brevemente

Lamentável o que aconteceu ao Dr. Brás!
Fizemos-lhe uma visita á prisão do Pinheiro da Cruz
e gostámos do que vimos!
o seu sorriso não desapareceu
e continua a "blogar" na sua luxuosa cela.
Só não sabemos...se sentado na sanita.

De tão bom reproduza-se

SIM, o que o Governo fez fomos nós.
A candidatura do SIM à autarquia de Sines organiza-se em volta dos titulares dos cargos polítcos, eleitos em 2005 nas listas da CDU, que, colocados perante outras escolhas do seu partido para o próximo ciclo político, reagiram organizando um movimento de cidadãos que os suportasse.
Trata-se de um movimento de base familiar centrado naqueles que exercem o poder político e nas suas famílias e nos que trabalham na autarquia nomeados ou admitidos por quem exerce o poder político.Para os que, como é seu hábito, diferiam para daqui a quatro anos a clarificação política, depois da entrada em vigor da limitação dos mandatos, o SIM veio clarificar as coisas: vai constituir-se em Associação. Nada de novo se pensarmos noutras associações que se organizaram exactamente em volta das mesmas pessoas e gerindo dessa forma património que é de todos. Um projecto de base familiar, construído à volta das famílias dos titulares dos cargos políticos e dos seus interesses, não pode acabar no dia das eleições. Tem que continuar depois das eleições, dando dessa forma a ideia de que estamos perante um genuíno movimento de cidadãos capaz de dar uma resposta democrática aos interesses de amplos sectores da população. O unico óbice é a necessidade de ir a eleições. São sempre imprevisíveis. Para reduzir a imprevisibilidade o SIM opta por uma estratégia clara: as obras anunciadas pelo Governo, já adjudicadas ou em processo de concurso, são obras do movimento. Já não são obras da Câmara, são do movimento. A confusão é aperfeiçoada pela deliberada mistura entre o plano do presente e do futuro. O SIM promete ”Trabalhar, Lutar, Vncer” as batalhas para construir a via férrea de ligação do Porto-de-Sines à rede Ferroviária Nacional, a construção urgente de “rodovias rápidas(…) para criar milhares de postos de trabalho” etc. Isto é prometem Trabalhar para realizar obras que outros -neste caso o Governo, ou a REFER ou a PSA - já estão a construir. No caso da saúde e do ambiente, depois de 12 anos de exercicio do poder, marcado pela rotina, pela omissão e pela incompetência, com a degradação progressiva da qualidade de vida das populações e a degradação da qualidade dos serviços de saúde ao nível concelhio, apenas melhoradas com a construção do Hospital do Litoral Alentejano pelo Governo, manifestam um elevado oportunismo político no aproveitamento da vinda de dois médicos cubanos para o concelho. Vinda para a qual nada contribuíram. Só faltou o Embaixador Cubano ter vindo a Sines em vez de ter optado por ir a Santiago do cacém, isso é que teria sido a cereja em cima do bolo.

A tragédia são os outros

Os autarcas de Sines e Odemira afirmaram-se hoje "preocupados" com seis arribas em risco de derrocada naquela zona do Litoral Alentejano, preparando intervenções para esses locais, como a colocação de barreiras e sinalização.

De acordo com o mais recente levantamento do Ministério do Ambiente, são seis as zonas de risco do Litoral do Alentejo: faixa entre as praias do Salto e da Ilha (com destaque para Porto Covo e praia do Burrinho), no Concelho de Sines; praia do Malhão, zona norte da Praia de Almograve, área entre Almograve e Lapa de Pombas, praia da Zambujeira do Mar, praia do Carvalhal e Azenha do Mar (Odemira).

Mostrando-se "atentos e preocupados com a segurança dos cidadãos" perante o diagnóstico divulgado, os representantes dos dois concelhos deram conta da parceria dos seus Municípios com a Administração da Região Hidrográfica do Alentejo e o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina para realizar algumas intervenções nas zonas assinaladas.

O presidente do Município de Sines, Manuel Coelho, demonstrou igualmente a sua "preocupação" relativa a várias zonas de arribas do Concelho, além da faixa de risco identificada pela Administrações da Região Hidrográfica. "Pode haver um pequeno sismo ou uma fissura de água que provoque algum desmoronamento", receia ele.

Público

Existem características que são comuns há maioria dos portugueses. Desde logo somos exigentes com os outros e negligentes com as nossas responsabilidades. Muito raramente somos proactivos e adoptamos atitudes de prevenção, antes esperamos que suceda a tragédia e depois carpimos o fado ou, remetendo para a primeira característica, culpamos alguém.

Foi necessário mais uma tragédia à portuguesa, para os organismos governamentais e as autarquias virem apresentar preocupações e soluções. Este processo em época eleitoral é normalmente muito mais acelerado.

De caminho, o Presidente da Câmara Municipal de Sines podia aproveitar para solucionar os perigos de derrocada da falésia (barroca) da Avenida Vasco da Gama e porque não resolver o problema da derrocada ocorrida em 2005 e que Manuel Coelho prometeu (ler aqui) ficar resolvido no final do mesmo ano e cuja falésia continua contida por uns taipais de madeira, na descida para a praia.

Mas culpar quem?, e resolver com que fundo governamental? Pois é, temos problemas sem culpado, sem dinheiro, logo sem solução, que não aguardar por uma tragédia.

VASCO DA GAMA ATLÉTICO CLUBE APRESENTA-SE AOS SÓCIOS E ADEPTOS

Plantel que se sagrou campeão distrital época 2008/2009

Este Sábado, dia 05 de Setembro às 16:30h no estádio municipal de Sines realiza-se a apresentação oficial do plantel sénior para a época 2009/2010, que irá participar na 1ª Divisão Distrital de Setúbal.

O plantel irá ser apresentado pelas 16:30h, logo após essa apresentação os jogadores (quase na totalidade) que se sagraram campeões na época passada irão receber as medalhas de campeões distritais da 2ª Divisão da época 2008/09.

Para as 17h está agendado o jogo de apresentação, Vasco da Gama vs Odiáxere (clube da distrital do Algarve), após dois jogos de preparação, um em Moura onde perdemos por 4-2 e o segundo em Alcochete que terminou 0-0, duas equipas que irão disputar a 3ª Divisão Nacional esta época. A equipa técnica planeou estes dois jogos-treino com equipas teoricamente mais fortes e com mais tempo de treinos que nós no sentido de crescermos como equipa e avaliar os nossos erros.

Seria talvez mais fácil para nós defrontarmos equipas mais fracas, mas aí não iríamos encontrar as falhas ou erros que encontramos nestes dois jogos que muito nos ajudaram para corrigir e melhorar.

Nota para a continuidade da quase totalidade do plantel que se sagrou campeão, mais uma prova da confiança que esta direcção e equipa técnica tem nos jovens atletas de Sines que muitas mais alegrias poderão dar ao clube.


Mister João Direito no regresso aos treinos, preparação época 2009/2010


03 de Agosto de 2009 - regresso aos treinos

Vamos Limpar Portugal?

Limpar, Educar, Conservar - Cidadania
Quando há alguns dias "postei" um vídeo do Youtube sobre a acção que estava a ser levada a efeito na Estónia, apesar de não ver qualquer comentário ao mesmo, o que não é importante, percebi que, rapidamente aquela ideia deveria ser transportada para o nosso país, até porque, por vezes, os Portugueses quando bem sensibilizados, na sua generalidade são cidadãos solidários e cidadãos de causas.

Quem não passeou já por este país e se deu conta de aberrações à beira da estrada, quem não se indignou já, muitas vezes calado, quando viu deitar beatas de cigarro na areia da praia ou garrafas de plástico e outros lixos na mesma? Quem não viu já, quando circulava numa estrada, apesar de proibido, saltarem objectos do carro do condutor da frente? Quem não visitou, aqui mesmo os pinhais do litoral alentejano e encontrou a mais completa gama de acessórios domésticos, industriais e resíduos de obras?

Saberão muitos dos munícipes que as Câmaras Municipais Têm serviços e contentores para nos levarem de casa os trastes velhos e os resíduos das obras?

Eu creio que a maioria sabe mas questiono-me sobre o que os faz continuar a deixar estes lixos no Pinhal!

Não é pelo custo certamente porque, tanto quanto se sabe, para as obras particulares o serviço é gratuito. Não quero crer também que sujamos porque gostamos das coisas sujas.

De qualquer modo, o movimento Limpar Portugal num só dia já existe e não é só importante porque o país vai ficar mais limpo. Tão ou mais importante do que limpar, é que as consciências ficarão mais despertas para a necessidade de não sujar. Sujar por sujar, gasta recursos do colectivo dos cidadãos que poderiam ser aplicados em outras obras sociais muito mais importantes, para além de, resolvermos um dos problemas de saúde pública.

Há já centenas de pessoas já inscritas e a trabalhar
As siglas para Sines e Santiago do Cacém são SNS e STC respectivamente. Innscrevam-se se entenderem ser esta uma nobre causa.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Contradições

Ouvia-se falar de muita coisa estranha, ilegalidades, diria alguém mais instruído no assunto. Havia até mesmo quem jurasse a pés juntos ter presenciado um outro desses estranhos acontecimentos, outros, queixavam-se de os terem sentido na pele. Mas estranhamente quase ninguém tinha a coragem de denunciar tais patifarias, que todos, a serem verdade, considerariam demasiado injustas.
Para alguém acabado de chegar àquele reino, esta gente não passaria de um bando de desdenhosos mal dizentes, que por inveja talvez, se dedicavam a criar estes boatos, que entredentes se iam espalhando sem barreiras por entre todos os súbditos. Porém, se aquele forasteiro por lá ficasse e ali assentasse arraiais, perceberia por sucessivas desilusões ingénuas, o motivo de tal silêncio.
Ali, naquele reino à beira-mar plantado, aparentemente tudo funcionava de forma relativamente justa e, havia até uma coisa chamada justiça, mas que a pouco e pouco se havia tornado, nalguns casos, escandalosamente injusta. Parece estranho que assim seja, mas era a esse ponto que haviam as coisas chegado e era precisamente essa, a causa de tão desagradável silêncio.
Perceberia isto ao verificar que da tão apregoada frase "uma justiça igual para todos", não havia vestígios, desaparecera sem deixar rasto à medida que a justiça, ela própria, parecia também ter cedido aos caprichos dos negócios.
Se entre iguais as coisas pareciam ser justas, apesar de morosas, entre diferentes, as coisas pendiam claramente para um dos lados da balança. Os ricos e poderosos contratavam as melhores defesas e os melhores ataques, porque hoje tudo se ganha em tribunal, o povo arranjava aquilo que podia, muitas vezes o que lhes davam, numa luta desigual, em que um dos lados se recusava a entrar, tal a evidência da derrota.
Não fosse esta batalha inglória, argumento suficiente para fazer desistir um qualquer mortal, havia também o sentimento de que os próprios juízes seriam também, vulneráveis a pressões que apenas alguns podiam exercer. Os que independentemente de tudo isto, decidiam avançar e denunciar o que consideravam ser injusto, viam-se forçados a provar que aquilo acontecera de facto, a ter que provar até mesmo intenções, que apesar de muitas vezes serem quase senso-comum, seriam impossíveis de provar à luz de tão decrépita justiça.
O outrora forasteiro ao reino, assistiria por certo a alguns desses casos se por acaso escolhesse aquela aldeia. Situações em que se verificava, principalmente algum tempo após os actos, que todas as peças encaixavam, num jogo de toma lá dá cá e tira àquele que anda a dizer mal de mim. Clubes, departamentos e associações acabavam por embirrações pessoais, e recebia-se donativos da coroa consoante o nível de amizade pessoal. Tudo isto era visível a olho nu e era naquela altura, natural para a maioria das pessoas.
Mas essa maioria era inculta e alienada e parecia viver fechada sobre si e os seus. Fé, alguns diziam tê-la e eram esses muitas vezes os piores, os que sempre acreditam na bondade de todos os homens. Mas culpas, jugo que ninguém as teria, seria o todo, talvez o tudo, o culpado de tal injustiça na justiça. Mas no fim, não será a vida ela própria uma vitima da sua própria injustiça?
Tratar-se-á de uma questão de fé, não de fé religiosa, mas de fé em nós e naquilo que seremos capazes de fazer por todos, naquilo que seremos capazes de fazer por nós.

Post "A minha Terra" - Direito de Resposta

Boa tarde a todos. Parece que existe um equívoco quanto ao objectivo e verdadeira natureza do post publicado por mim, "A minha Terra".
Passo a explicar: Sou habitante de Sines, conheço o bom e o mau da nossa cidade, mas entendi publicar este texto aqui apenas e só para o partilhar convosco.
Não sou apoiante assumido de nenhum partido, movimento ou ideologia política. Tenho, como todos, as minhas ideias, que vão de encontro a algumas propostas deste ou daquele partido / movimento.
Nada tenho contra nenhum dos candidatos à Autarquia Siniense, ou a qualquer outra autarquia.
Caso fosse apoiante de algum partido ou movimento, assumia-o sem qualquer problema, mas tal como já disse, não o sou.
Compreendo que para muitos dos que aqui comentam, é mais fácil ler um texto que critique Sines, do que ler um texto que, pura e simplesmente, não o faça.
Sei que já houve alguns comentários insultuosos, devido à forma como foram redigidos (moderados e muito bem pelo Administrador do Blog), que associavam a Sines TV ao Dr. Coelho, mais concretamente dizendo algo como "A Sines TV pertence ao Dr. Coelho. Para que fique claro de uma vez por todas:

- A Sines TV não tem ligação político-partidária com NENHUM partido ou movimento;
- A Sines TV rege-se por normas de conduta isentas, apartidárias, na busca do desenvolvimento sócio-cultural do Concelho de Sines e dos Concelhos vizinhos;
- A Sines TV teve o seu início numa ideia gerada por Luís Torres, que em boa hora foi apoiada pelo Administrador deste Blog. Isso não faz com que a Sines TV seja contra ou a favor de pessoa A ou B;
- A Sines TV é da inteira responsabilidade das pessoas que a compõem, mais concretamente de Luís Torres, Luís Maldonado, Sónia Silva e Igor Guerreiro. São estes os únicos membros efectivos da Sines TV, mais ninguém. Temos desenvolvido parcerias com algumas pessoas e colectividades do Concelho, mas tudo a nível profissional e no estrito cumprimento das regras por nós delineadas;
- A Sines TV congratula-se pelos resultados obtidos no primeiro mês de existência, reforçando a ideia de uma televisão online independente, multicultural e dinamizadora.
- A Sines TV vai manter a sua linha de pensamento. Estamos à procura de pessoas para integrar a nossa televisão, sejam elas apoiantes do partido ou movimento que desejarem.
- A Sines TV emite em vários canais e blogs, entre eles o "Estação de Sines", o Blog da "A das Artes", a "TV Tuga", etc. É possível que, em breve, e caso os nossos meios assim o permitam, possamos transmitir em exclusivo no nosso site: http://sinestv.blogspot.com;

Espero que os esclarecimentos dados dissipem algumas dúvidas que ainda, aparentemente, se encontram espalhadas no seio da nossa Cidade.
A Sines TV é de todos, e é para todos.
Obrigado

Segurança Social Novamente Atacada

Que futuro é este?
O Presidente da República promulgou como lei o Decreto da Assembleia da República que aprovou o Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial da Segurança Social que tinha sido proposto pelo Governo.

A CGTP-IN tinha solicitado ao Presidente da República que procedesse a uma apreciação criteriosa do diploma à luz do nosso ordenamento jurídico-constitucional, dado as matérias serem complexas e estruturantes do ordenamento jurídico da segurança social e do trabalho e, por isso, deviam ter tido mais espaço para reflexão e discussão, e de se poder apreciar convenientemente os impactos financeiros no sistema da Segurança Social.

Um dos aspectos mais críticos do diploma promulgado é a modulação da taxa contributiva da segurança social em função do contrato do trabalho, usando o agravamento da taxa como um instrumento de combate à precariedade e instabilidade do emprego.
Para a CGTP-IN, o agravamento da taxa de 3%, para além de poder vir a contribuir para redução do valor dos já baixos salários dos trabalhadores precários, não contribui decisivamente para a resolução destas práticas de contratação.

Outro dos aspectos é a redução generalizada para os contratos de trabalho efectivo da taxa contributiva da parte referente às entidades patronais, em 1%, passando de 23,75% para 22,75%, que traduz uma velha aspiração do patronato. Esta medida afecta o equilíbrio financeiro do sistema previdencial, quando a questão fundamental é a necessidade de diversificar as fontes de financiamento do sistema afim de garantir a sua sustentabilidade.

O factor de sustentabilidade relacionado com a evolução média da esperança de vida foi introduzido pelo Governo PS, com o argumento de equilibrar as receitas do regime previdencial, o que já provocou uma redução nas pensões calculadas a partir de 1 de Janeiro de 2008, tendo estas perdido nesse ano 0,56%, e em 2009 já acumula 1,32%.

A CGTP-IN chama atenção que a diminuição da taxa social prevista no Código irá ter repercussões no equilibro financeiro da Segurança Social e pode vir a ter efeitos negativos nas pensões e prestações substitutivas dos rendimentos de trabalho.
Agora vem o PSD, no seu programa eleitoral, propor a redução da taxa em 2% da parte da contribuição patronal até 2011, o que constitui mais um ataque ao sistema público da segurança social
Com as quebras de receitas, que derivam, por um lado do código contributivo e agora pelo o que é proposto pelo PSD, como é possível garantir no futuro os compromissos com os trabalhadores para com as suas pensões ou outras prestações que substituem os salários? O objectivo só pode ser um, reduzir mais as prestações.

A CGTP-IN opor-se-á a qualquer proposta que vise reduzir as receitas das contribuições. Mais, a CGTP-IN considera que é urgente diversificar as fontes de financiamento e salienta o facto de em 2007 ter apresentado uma proposta global, que nos seus aspectos fundamentais deve ser considerada.
O PSD e o CDS/PP, por outro lado, vêm novamente desenterrar a questão do tecto (plafonamento) nas contribuições e pensões dos trabalhadores. Ou seja, entregar ao sector financeiro parte das contribuições dos trabalhadores e parte das suas pensões.

Se os trabalhadores com mais rendimentos passarem a descontar para o sector financeiro, rompem com a base de solidariedade inter-geracional e interprofissional, em que assenta o regime previdencial. O modelo proposto, para além de conduzir a que o regime contributivo se transformasse numa protecção mínima, iria traduzir-se numa grande instabilidade para os trabalhadores com mais rendimentos.

Estas propostas destroem os alicerces em que assenta o regime contributivo: salários e períodos contributivos versus valor das pensões e prestações substitutivas dos rendimentos do trabalho, conduzindo os trabalhadores para um sistema privado instável e inseguro, em que não saberiam no futuro quanto seria o valor das suas pensões. Ou seja, as contribuições seriam definidas, mas o valor das pensões não.

Aliás, a crise financeira mostrou à evidência os riscos destes produtos financeiros, com a quebra acentuada no valor dos PPR’s realizados e de outros modelos de protecção privados.
A CGTP-IN lutou muito contra as propostas de plafonamento feitas pelos governos do PS, PSD e CDS/PP, que acabaram por ser derrotadas, assim como lutou contra a proposta inserida pelo Governo na lei de Bases da Segurança Social, que prevê que as contribuições possam incidir sobre uma parcela das remunerações cujo o limite é fixado por lei.

A CGTP-IN sempre defendeu e defenderá um sistema de segurança social público, universal e solidário.
01.09.2009

Factos são factos

A Cáritas Paroquial de Sines, entidade gestora do Infantário Píntainho – faz parte da Direcção da União Distrital da Instituições Particulares de Solidariedade Social de Setúbal, e foi nessa qualidade que estive presente na tomada de posse e na primeira reunião.

Da troca de experiências entre várias instituições do Distrito, saliento os seguintes factos:

- A Cáritas Paroquial de Sines é a única IPSS que não recebe qualquer apoio financeiro da autarquia, somos igualmente a única que paga o consumo de àgua.

- existem autarquias que independentemente de terem assinado o protocolo de transferência de competências com o ministério de educação, para além de cederam terrenos e muitas construírem os equipamentos para o pré-escolar, quase todas protocolaram parcerias de gestão com as IPSS’s.

- existem igualmente muitas autarquias que para viabilizar financeiramente as instituições, protocolaram com estas as actividades extras-curriculares;

De acordo com membros da direcção, à mais tempo no cargo, Manuel Coelho é conhecido por tomar as posições do governo PS, sempre que as medidas propostas possam menorizar o papel das IPSS´s na sociedade.

Excepto o último parágrafo que se trata de uma opinião, com a respectiva subjectividade, factos são factos, o resto são argumentos eleitoralistas.

Correio do Leitores: Academia de Ginástica de Sines



Academia de Ginástica de Sines é Medalha de Prata no Torneio Internacional – Fliffis Cup 2009 – Ostende/Bélgica


A Academia de Ginástica de Sines, esteve presente com as ginastas Ana Paulino e Beatriz Martins, no Torneio Internacional – Fliffis Cup – 2009, realizado na cidade Belga de Ostende, nos dias 28 e 29 de Agosto.

Neste torneio estiveram presentes grandes nações dos trampolins, (Rússia, Estados Unidos da América, Japão, Ucrânia, França, Bulgária, Austrália, Inglaterra, etc.)
A presença das ginastas sineenses teve como grande objectivo, preparar a sua presença no Campeonato do Mundo por Grupo de Idades, a realizar no mês de Novembro do corrente ano.
O alto nível da competição, ditou aquilo que se considera importante para este período de preparação; fazer mais e melhor sob altos níveis de pressão.

Depois de uma prestação individual menos boa, Ana Paulino, consegue um 15.º Lugar, e a ginasta Beatriz Martins depois de um excelente 6.º lugar na primeira série falha lamentavelmente a segunda série.

No Trampolim Sincronizado, as ginastas sineenses, conseguem um brilhante 2.º Lugar, deixando atrás de si o par Russo candidato ao título, não superando o para Inglês medalha de ouro, por apenas 0.4 décimas de ponto.

Parabéns e continuação de bom trabalho.
Academia de Ginástica de Sines

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Correio dos Leitores - Candidatura BE

NOTA DE IMPRENSA


A candidatura do Bloco de Esquerda às eleições autárquicas em Sines - Juntos por Sines - vai realizar uma sessão pública de apresentação dos seus candidatos à Câmara e Assembleia Municipal, bem como à Assembleia de Freguesia de Sines.

Na sessão continuarão a ser aprofundados aspectos programáticos da candidatura.

A sessão realiza-se na próxima 5ª feira, dia 3 de Setembro, às 21,30 horas, no Salão do Povo, em Sines.

ver mais aqui

Cada Concelho a sua diferença

"Comunicado - Comissão Politica Concelhia de Santiago do Cacém

A falta de médicos no Centro de Saúde de Santiago do Cacém não tem permitido uma prestação de cuidados primários de saúde à comunidade com a abrangência desejável.

São muitos os munícipes ainda sem médico de família, pese embora o encerramento do SADU que permitiu a realização de um maior número de consultas distribuídas pelas Freguesias. A fixação de novos médicos no nosso Município não tem sido uma tarefa fácil pese embora as tentativas das entidades competentes nesse sentido e a disponibilização de alojamento por parte da autarquia.

Na sequência da continuação das tentativas para resolver o problema, o governo acabou de assegurar a vinda de mais cinco médicos para o Município, quatro dos quais no âmbito de uma contratualização com o governo de Cuba. As preocupações sociais sempre têm caracterizado a acção dos socialistas.

O reforço de médicos no nosso concelho vai exactamente nesse sentido. Por isso, a Comissão Política Concelhia de Santiago do Cacém do Partido Socialista congratula-se com este reforço do quadro de pessoal médico do Centro de Saúde por parte do Governo que vai permitir reduzir os problemas existentes na prestação de cuidados primários de saúde à população. Com esta iniciativa o governo contribui de forma decisiva para a melhoria da prestação dos cuidados de saúde no concelho e nas freguesias logo, para a melhoria das condições de vida das populações.

Santiago do Cacém, 28 de Agosto de 2009
O Presidente Arnaldo Frade "


Antes que o Presidente e recandidato da CDU, Vítor Proença se assenhoreasse de obra alheia, a Concelhia de Santiago do Cacém do PS, veio clarificar.

Por cá Manuel Coelho antecipou-se a esclarecimento e chamou a si o feito de virem médicos cubanos para Sines, assim como do conjunto de outras iniciativas governamentais, locais ou regionais.

Com jeitinho, logo, logo Santiago do Cacém deve agradecer a Manuel Coelho, a vinda de médicos para o Concelho.

A minha terra

Moro numa terra pequena, catita, com tons de azul marinho agitados sobre o branco das paredes caiadas.
Moro numa terra de gentes, de costumes, de tradições, onde o passado é raiz do presente, e o futuro deambula nas ondas do mar.
Moro numa terra de paz, de calor humano, de interacção dos mais jovens na sociedade presente, dos ensinamentos que os sábios enrugados de cabelo branco transmitem às crianças avidas de conhecimento.
Moro numa terra encantada, com jardins floridos, árvores que nos dão a sombra para as merendas de domingo, onde o cantar suave de um pássaro acompanha a atarefada vida da pequena formiga.
Moro numa terra governada pela razão, pela atitude, pela força de vontade e pela preserverança.
Moro numa terra que é a minha, esteja eu onde estiver.
Moro nesta terra porque quero, porque é nela que acredito, é nela que sou feliz.
Moro nesta terra sempre que desejo, acordado ou a sonhar, pois é nela que sou tudo aquilo que um dia gostaria de ser...
A minha terra é aqui!

Sines ...ó cidade bela

Sines, devaneio de simpatia ,
Rodeando seu ditoso castelo,
Ruas estreitas são seu encanto...
Vasco da Gama assim a via.
Foi nascer neste lugar tão belo,
Cresceu neste mavioso recanto...
E Sines nasceram belos sonhos,
De um dia se por a navegar
Por terras de mistério e distantes...
E estes pensamentos risonhos
Ele se fadou realizar,
Feitos arrojados , importantes...
Sines que é beijada pelo mar,
Lenda de arrojados pescadores...
Seus filhos a guardam com carinho,
Cidade enfeitada para os amar...
É gente boa e com seus amores,
Serenos olham o mar, seu destino.
De Sines , poetas cantam o mar,
Tem gente dócil , trabalhadora
boa simpatia em acolher...
Por nobres causas , prontos a lutar:
Tradição de gente sonhadora,
Com grande alegria de viver...
Sines teu destino é o mar,
Aí o tens morando a teus pés,
É bom que lhe queiras e o estimes,
O homem bem te tentou mudar,
Para não seres aquilo que és.
Oh! bela cidade de Sines ...
Para sempre deves permanecer,
Airosa e bela com teu castelo.
Sente no mar teu doce viver,
Disfruta deste sonho tão belo...

António Zumaia

Candidato = Presidente ?

Várias vezes defendi que os recandidatos autárquicos - e não só - deveriam abster-se durante o período que antecede as eleições da actividade autárquica.
No caso de Sines o recandidato, agora pelo SIM, adopta uma atitude que se presta à promiscuidade, quase provocatória. Talvez necessite da reacção da oposição para galvanizar a sua candidatura ou talvez tantos anos de poder fizeram com que se esbatesse definitivamente a linha entre o Presidente e o Candidato.
Não falo do escandaloso outdoor a anunciar a Cidade Desportiva, pois quando pensavamos que não podia ir mais longe, somos surpreendidos.
No jornal de campanha com o título " A obra da nossa equipa", clama pela obra feitas por si e pela sua equipa ao longo de uma década, como se sobre a CDU que representava, os vereadores CDU que não estão na sua equipa, o vereadores do PS que aprovaram e o Governo PS que financiou nada existisse. Sobre estes passa uma esponja, comparável aos "apagões" de personagens indesejavéis de fotos históricas que o regime soviético e chinês eram especialistas.
Mas como se não bastasse, ainda afirma que "temos"uma candidatura aprovada de 10 milhões. Temos quem? a candidatura do SIM? o candidato? a autarquia? Para o candidato é tudo o mesmo, ou pelo menos é sua intenção que os mais incautos assim pensem, e tristemente esta ambiguidade colhe os seus frutos.
Patética a afirmação, "conforme meu compromisso" o problema da falta de médicos está a ser resolvido. Como se devesse ao candidato, ou ao presidente, o feito. Lembra aqueles feiticeiros índios que diziam que ia chover, apenas não sabiam quando, no dia que sucedia recolhiam sem vergonha os louros.
Brevemente, recordarei aqui o Programa Eleitoral de 2005 e as propostas - que lhe deram a vitória - que o candidato do SIM e a sua equipa apresentaram na última campanha autárquica e não executaram. Mas talvez a culpa seja da CDU e do Governo.
Como se combate esta nuvem de poeira que enevoa a verdade, com informação, muita informação. A quem pretende ser informado.