''Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado.''
Karl Marx, in Das Kapital, 1867
Não sou um adepto da doutrina Marxista, mas ao que parece, este senhor há 141 anos sabia perfeitamente o que nos esperava... Não será nestas alturas que nos arrependemos de não escutar aqueles que nos parecem utópicos?
segunda-feira, 6 de abril de 2009
VASCO vence em casa do rival e isola-se no 1º lugar!!
Domingo realizou-se a 4ª jornada da segunda fase do campeonato distrital de Setúbal da 2ª divisão, que opôs frente a frente o Beira-Mar, primeiro e Vasco da Gama, segundo classificados ambos com o mesmo numero de pontos. Era claramente o jogo da jornada, a liderança em disputa e uma prova para ambas as equipas de mostrarem realmente quem merece ser campeão.
Havia a expectativa de como iria reagir a nossa equipa após os primeiros pontos perdidos em Sines, na passada jornada frente ao Almada que poderia ter deixado marcas antes de um jogos decisivo, com muito em disputa.
Entrámos bem no jogo, mostrando desde cedo que só a vitória nos interessava. A estratégia passou por controlar a meio campo o jogo e baixar um pouco a equipa quando não tínhamos a posse de bola, partindo depois rápido em contra-ataque com o Idi e Pedro Jacinto como pontas de lança a explorar a velocidade de ambos. Foi nesta base que o Idi na primeira parte fez dois golos, aproveitando algumas debilidades defensivas do Beira-Mar ao aparecer e bem por duas vezes na cara do guarda-redes, não desperdiçando. Era justo o resultado ao intervalo de 0-2 pois o Beira-Mar em toda a primeira parte criou apenas uma grande oportunidade de golo que resultou na defesa da tarde do nosso guarda-redes Joel Estevam, mantendo invicta a nossa baliza. Metade do objectivo estava cumprido, vencíamos confortavelmente na casa do rival por duas bolas e com o jogo controlado.
A segunda parte não poderia começar pior, o Beira-Mar reduz logo nos primeiros 5' através de um livre em que a bola bate nos dois postes sobrando depois para um jogador encostar para golo. E de repente o jogo ganha novos contornos e a equipa de Almada cresce animicamente, reentrando na discussão pelo resultado. Soubemos aguentar a pressão inicial voltando a controlar o jogo e a criar oportunidades de ampliar o resultado. pois bem, era o dia do Idi que fez o terceiro golo a meias com o defesa adversário, confirmando definitivamente a vitória do Vasco, que era a melhor equipa em campo ao justificar que merece o primeiro lugar do campeonato. Já no período de descontos e outra vez de um livre directo o Beira-Mar reduziu, golo que nada mudou a história do jogo e que não demonstra o equilíbrio que o resultado pode representar.
Vitória dedicada aos cerca de 50 adeptos que acompanharam mais uma vez a nossa equipa que tanto merece, apesar de em Sines o apoio nem sempre ser positivo e de confiança, em duas saídas nesta fase importantíssima para o clube sem a ajuda e o apoio destes adeptos que nos acompanham talvez não tivéssemos vencido. A todos que foram na excursão e em carros particulares o nosso obrigado.
Este fim de semana de Páscoa o campeonato pára, voltamos a jogar dia 19/04/2009 às 16h em Sines com o Botafogo.
domingo, 5 de abril de 2009
irreverência juvenil
ida sem volta
O Presidente Calimero

Vitimizar-se com a infame história do aborto, auto-intitular-se de pacóvio num canal de TV nacional em horário nobre, queixar-se que durante anos o PCP não lhe ligou ou de perseguição depois de décadas no Partido Comunista, revela uma estratégia de Calimero que se outrora deu os seus frutos, hoje é terreno que por mais adubado tornou-se estéril.
Ninguém quer ser governado por um pacóvio nem tãopouco por quem durante décadas não teve a coragem de dizer "não", apenas porque o seu silêncio servia os seus propósitos, mas não os de Sines.
Como dizia Luís de Camões, "Um Fraco Rei, torna em Fraca a Forte Gente"
sábado, 4 de abril de 2009
Correio dos Leitores
Com o Título PRESSÕES IMPRESSIVAS, Fernanda Câncio, escreveu o artigo de opinião que segue, publicado no DN de hoje (03/04/2009).
Já sei que vão surgir comentários venenosos acerca de uma hipotética, ou não, relação da jornalista com o primeiro ministro, o que, para mim nada altera a minha opinião - UMA JORNALISTA SÉRIA E HONESTA QUE CONTRASTA COM O JORNALISMO DE "SARGETA" QUE POR AÍ ANDA
" O que é ao certo uma pressão? Como se reconhece? No contexto político-mediático português, a palavra tem vindo a revelar-se deslumbrantemente polissémica. Um telefonema de um entrevistado a um entrevistador de TV a pedir que não o trate pelo primeiro nome é alardeado pelo entrevistador como "uma pressão". Uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social a propósito de um telejornal é comentada como sendo uma pressão. O interpor de um processo judicial é denunciado como pressão. E uma conversa entre colegas magistrados do Ministério Público durante um almoço pode - a atender ao que se noticiou esta semana - surgir como pressão, com direito a dramática denúncia pública mais pedido de audiência ao Presidente da República. Entendamo-nos: ou tudo e qualquer coisa pode ser uma pressão, tipo "o meu patrão pressionou-me para eu trabalhar mais", ou pressão é sinónimo de uma interferência que tenta condicionar abusivamente, com recurso a uma ameaça ilegítima. Se o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público denuncia a existência de pressões sobre os procuradores do caso Freeport que implicariam nem mais nem menos que a intervenção do Presidente, das duas uma: ou as pressões existem e nesse caso só se percebe que não tenham sido directamente comunicadas, como seria normal,à hierarquia da magistratura - o Procurador Geral - porque o Sindicato considera que este não está em condições de as investigar e dirimir (o que implica a desautorização e insinuação do comprometimento de Pinto Monteiro); ou trata-se de mais do mesmo, ou seja, uma acção tendente a adensar o clima de suspeição e alarme que rodeia o processo.Diz em Maria José Morgado e Cândida Almeida que um magistrado (uma pessoa?) corajoso não se deixa pressionar. Pode ser - mas há pressões que funcionam. Denunciar todo e qualquer protesto contra a violação sistemática do segredo de justiça no caso Freeport como uma tentativa de silenciar a comunicação social e de tentar "abafar" o caso é uma pressão muito eficaz. Como o é acusar de atentado à liberdade de expressão (veja-se a contradição) toda e qualquer pessoa que se insurja contra a violação sistemática das regras mais básicas do jornalismo, no que respeita a este caso, em vários media portugueses, com destaque para o folhetim brega que dá pelo nome de Jornal Nacional. Como o é identificar, entre os actores judiciais "envolvidos" no caso Freeport, os que terão "ligações" ou simpatias na área do PS, insinuando que essa condição, real ou imputada, suscita automático incidente de suspeição - elidindo a existência de outras simpatias político-partidárias nos actores do processo, como se umas contassem e outras não. Trata-se, afinal, de causar nas pessoas a impressão de que um partido - o que governa - é uma associação de malfeitores e que quem quer que contrarie essa visão só o fará pressionado pelo medo, pelo interesse ou pelas associações. E isso, sim, é uma pressão à séria. Abusiva, ilegítima, ameaçadora e antidemocrática."
Artigo de Fernanda Câncio, Publicado no DN DE HOJE, 03/04/2009
enviado por LUIS PARREIRA LOBO
Já sei que vão surgir comentários venenosos acerca de uma hipotética, ou não, relação da jornalista com o primeiro ministro, o que, para mim nada altera a minha opinião - UMA JORNALISTA SÉRIA E HONESTA QUE CONTRASTA COM O JORNALISMO DE "SARGETA" QUE POR AÍ ANDA
" O que é ao certo uma pressão? Como se reconhece? No contexto político-mediático português, a palavra tem vindo a revelar-se deslumbrantemente polissémica. Um telefonema de um entrevistado a um entrevistador de TV a pedir que não o trate pelo primeiro nome é alardeado pelo entrevistador como "uma pressão". Uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social a propósito de um telejornal é comentada como sendo uma pressão. O interpor de um processo judicial é denunciado como pressão. E uma conversa entre colegas magistrados do Ministério Público durante um almoço pode - a atender ao que se noticiou esta semana - surgir como pressão, com direito a dramática denúncia pública mais pedido de audiência ao Presidente da República. Entendamo-nos: ou tudo e qualquer coisa pode ser uma pressão, tipo "o meu patrão pressionou-me para eu trabalhar mais", ou pressão é sinónimo de uma interferência que tenta condicionar abusivamente, com recurso a uma ameaça ilegítima. Se o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público denuncia a existência de pressões sobre os procuradores do caso Freeport que implicariam nem mais nem menos que a intervenção do Presidente, das duas uma: ou as pressões existem e nesse caso só se percebe que não tenham sido directamente comunicadas, como seria normal,à hierarquia da magistratura - o Procurador Geral - porque o Sindicato considera que este não está em condições de as investigar e dirimir (o que implica a desautorização e insinuação do comprometimento de Pinto Monteiro); ou trata-se de mais do mesmo, ou seja, uma acção tendente a adensar o clima de suspeição e alarme que rodeia o processo.Diz em Maria José Morgado e Cândida Almeida que um magistrado (uma pessoa?) corajoso não se deixa pressionar. Pode ser - mas há pressões que funcionam. Denunciar todo e qualquer protesto contra a violação sistemática do segredo de justiça no caso Freeport como uma tentativa de silenciar a comunicação social e de tentar "abafar" o caso é uma pressão muito eficaz. Como o é acusar de atentado à liberdade de expressão (veja-se a contradição) toda e qualquer pessoa que se insurja contra a violação sistemática das regras mais básicas do jornalismo, no que respeita a este caso, em vários media portugueses, com destaque para o folhetim brega que dá pelo nome de Jornal Nacional. Como o é identificar, entre os actores judiciais "envolvidos" no caso Freeport, os que terão "ligações" ou simpatias na área do PS, insinuando que essa condição, real ou imputada, suscita automático incidente de suspeição - elidindo a existência de outras simpatias político-partidárias nos actores do processo, como se umas contassem e outras não. Trata-se, afinal, de causar nas pessoas a impressão de que um partido - o que governa - é uma associação de malfeitores e que quem quer que contrarie essa visão só o fará pressionado pelo medo, pelo interesse ou pelas associações. E isso, sim, é uma pressão à séria. Abusiva, ilegítima, ameaçadora e antidemocrática."
Artigo de Fernanda Câncio, Publicado no DN DE HOJE, 03/04/2009
enviado por LUIS PARREIRA LOBO
Oh não! O Movimento SIM

Hoje confirmei que o Sines Interessa Mais (SIM), é um movimento sem passado e com pouco futuro.
Seguindo a velha estratégia comunista de engajar intelectuais e notáveis da sociedade para criar lastro politico, Manuel Coelho procura angariar apoios na sociedade civil, aposta em que não tem sido bem sucedido, atendendo às recusas mais ou menos directas.
À medida que assenta a poeira da dissidência dos ex-PCP, começa a população a questionar que movimento é afinal o de Manuel Coelho.
À medida que assenta a poeira da dissidência dos ex-PCP, começa a população a questionar que movimento é afinal o de Manuel Coelho.
Onde se situa ideologicamente este movimento, à esquerda, à direita, no centro esquerda, onde? Situa-se algures em lugar nenhum, pois não se trata de um movimento, mas somente da oportunidade, que a lei confere ao cidadão Manuel Coelho de capitalizar a sua imagem e notoriedade. É um movimento de um só homem e todos sabemos o que acontece a projectos centrado numa pessoa - tornar-se-ão a sua imagem, sem rumo, sem estratégia ou visão que não a pessoal.
A génese deste movimento denuncia o seu fim. Pressupõe-se que um movimento de cidadãos parte da sociedade civil, forma apartidária, porque não se revê nas propostas existentes, surge de uma vaga de fundo que ganha corpo e se consolida na vontade colectiva. O Movimento SIM é a perversão desta lógica, parte de um político desavindo com o seu ex-partido, à espera da sociedade civil que tarda em surgir. Ficará como o surfista plantado na prancha esperando a melhor onda, que tarde ou nunca surgirá.
Que fique claro que nada me move contra a maioria daqueles que encabeçam o Movimento SIM, mas à medida que o tempo avança começa a confirma-se que Manuel Coelho na sua ânsia de manutenção do poder e atitude revanchista com o PCP, deixará o caminho que trilha juncado de cadáveres políticos de gente muito válida de que Sines necessita.
A génese deste movimento denuncia o seu fim. Pressupõe-se que um movimento de cidadãos parte da sociedade civil, forma apartidária, porque não se revê nas propostas existentes, surge de uma vaga de fundo que ganha corpo e se consolida na vontade colectiva. O Movimento SIM é a perversão desta lógica, parte de um político desavindo com o seu ex-partido, à espera da sociedade civil que tarda em surgir. Ficará como o surfista plantado na prancha esperando a melhor onda, que tarde ou nunca surgirá.
Que fique claro que nada me move contra a maioria daqueles que encabeçam o Movimento SIM, mas à medida que o tempo avança começa a confirma-se que Manuel Coelho na sua ânsia de manutenção do poder e atitude revanchista com o PCP, deixará o caminho que trilha juncado de cadáveres políticos de gente muito válida de que Sines necessita.
Muito interessante
Um site de vendas Holandês, com muita, muita imaginação.
Cliquem http://producten.hema.nl/ e aguardem.
Muito bom.
Cliquem http://producten.hema.nl/ e aguardem.
Muito bom.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Local Mágico

Nesta semana, completamente frenética, descobri um local mágico.
Todos ou quase todos temos locais mágicos, pode ser uma paisagem deslumbrante, uma casa de férias, uma praia deserta, um concerto, uma viagem, que nos transportam para outros locais.
Um dos meus locais mágicos sempre foi a hora do intervalo do Infantário, a correria, os olhares esgazeados das brincadeira, o barulho, os risos, os gritos, o alheamento infantil e ingénuo, como se o mundo começasse e acabasse ali, naquele momento eterno. Quantas vezes dei por mim sorrindo e olhando perdidamente para aquela feira de alegria.
Esta semana fui buscar o meu filho, ainda uns meses distante dos seis anos, ao aeroporto, vindo de breve visita à Holanda. Enquanto aguardava junto às chegadas observei os olhares ansiosos de quem espera, os tiques de inquietação, os olhares para os relógios, interrompidos constantemente por explosões mais ou menos efusivas de alegria.
Inicialmente achei tudo um pouco exagerado e absurdo, sendo algumas manifestações de alegria quase patética, depois perdi-me e dei comigo a ter uma sensação conhecida - a mesma de quando olho para o recreio - interrompida pelos gritos do meu filho chamando os pais, pular o pequeno corrimão e agarrar-se a nós.
Agora que penso no que terão julgado as restantes pessoas, tenho a certeza que desejado que chegasse a sua vez.
Existem locais assim, onde poucos metros quadrados, são milhões de centímetros de alegria.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Recordar é viver
Para complemento da salutar iniciativa do Luis Maldonado, recordo que em 21 de Agosto de 2008, coloquei um post que se viria a tornar no primeiro sucesso deste blogue, em que enumerava e convidava os visitantes a contribuirem com aspectos francamente positivos, duvidosos e francamente maus da nossa terra.
Para rever:
http://estacaodesines.blogspot.com/2008/08/em-reviso-mas-pronto-para-discusso.html
Para rever:
http://estacaodesines.blogspot.com/2008/08/em-reviso-mas-pronto-para-discusso.html
Correio dos Leitores
Caro António Braz,
Como leitor do seu blog e porque muitas vezes coloca temas de âmbito social e cívico (não é só politiquice), proponho-lhe a postagem do filme que lhe envio em anexo do youtube.
A falta de civismo de muitos Portugueses tem muitas vezes o contraponto que verificamos.
Caso para dizer utilizando uma frase já antiga:
"Portugal não é só teu"
Tirem os carros dos Passeios!
Os melhores cumprimentos
Egídio Fernandes
Desafio
Estou hoje aqui para propor um desafio a todos aqueles que acompanham este blogue, aos visitantes eventuais, aos colaboradores e aos demais curiosos.
Estava hoje a ver as diferentes notícias que povoam os jornais, quando deparei com o seguinte: Toda a gente, e eu não me excluo, critica o sítio onde vive, as pessoas, as suas políticas, os costumes, etc.
Pois bem, hoje gostaria de fazer um desafio simples, mas que acredito ser um dos mais difíceis que se pode propor a alguém.
Primeiro, gostaria de colocar as cores e siglas partidárias à parte, não me interessa se o que se fala se refere ao sujeito A, B ou C, interessa sim os factos e apenas os factos.
Podem remontar aos tempos "da outra senhora", como diz o povo, falem do passado, do presente, das perspectivas do futuro, mas sob uma simples condição:
-Digam aquilo que vai BEM no nosso concelho, as coisas BOAS que existem, os BONS costumes, as BOAS infraestruturas existentes, falem das pessoas BOAS que desenvolveram e/ou desenvolvem a região, das BOAS iniciativas que existem, venham elas de onde vierem. Não importa se o tema é política, se religião, se desporto, se tradições e costumes, o que interessa é mostrar que esta região e principalmente as pessoas que nela habitam também possuem coisas BOAS!
Sei que não vai ser fácil, para mim é mesmo muito difícil, mas acredito que quem fizer um esforço conseguirá falar POSITIVAMENTE, mesmo em tempos conturbados!
Estava hoje a ver as diferentes notícias que povoam os jornais, quando deparei com o seguinte: Toda a gente, e eu não me excluo, critica o sítio onde vive, as pessoas, as suas políticas, os costumes, etc.
Pois bem, hoje gostaria de fazer um desafio simples, mas que acredito ser um dos mais difíceis que se pode propor a alguém.
Primeiro, gostaria de colocar as cores e siglas partidárias à parte, não me interessa se o que se fala se refere ao sujeito A, B ou C, interessa sim os factos e apenas os factos.
Podem remontar aos tempos "da outra senhora", como diz o povo, falem do passado, do presente, das perspectivas do futuro, mas sob uma simples condição:
-Digam aquilo que vai BEM no nosso concelho, as coisas BOAS que existem, os BONS costumes, as BOAS infraestruturas existentes, falem das pessoas BOAS que desenvolveram e/ou desenvolvem a região, das BOAS iniciativas que existem, venham elas de onde vierem. Não importa se o tema é política, se religião, se desporto, se tradições e costumes, o que interessa é mostrar que esta região e principalmente as pessoas que nela habitam também possuem coisas BOAS!
Sei que não vai ser fácil, para mim é mesmo muito difícil, mas acredito que quem fizer um esforço conseguirá falar POSITIVAMENTE, mesmo em tempos conturbados!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Correio dos Leitores
Exmo. Senhor
Presidente da Câmara
Municipal de Sines
Portugal atravessa momentos difíceis com uma crise económica e financeira que parece longe do seu fim.
Esta crise, que muitos consideram das mais graves de sempre, tem reflexos dramáticos do ponto de vista social.
O Distrito de Setúbal, não obstante muitos e bons exemplos, tem uma estrutura social e um tecido económico frágil, pelo que os efeitos da crise sentem-se de forma mais intensa. As famílias e as empresas atravessam momentos difíceis e exasperantes. Exige-se ao poder político, uma particular sensibilidade social e capacidade de decisão e acção rápida e eficaz, para que as consequências possam ser minimizadas.
Exige-se ao Governo, e com razão, medidas mais eficazes e céleres. Contudo, também o poder político local tem um papel importante a desempenhar.
Sabendo que os recursos das autarquias não são ilimitados é uma questão de opção e de coragem política saber abdicar de um ou outro hábito, em compensação de um conjunto de medidas que sendo da competência das autarquias ajudem, no imediato, e durante o tempo estritamente necessário, quer famílias, quer empresas.
Pequenas medidas podem ajudar a fazer a diferença.
Neste âmbito, podem ser implementadas determinadas medidas com o objectivo de ajudar as famílias e empresas do Concelho, no combate à actual crise económica e social, com efeitos imediatos e para vigorarem enquanto as condições de crise se mantiverem e se considerar importante a sua vigência, a exemplo do que tem sido feito por vários municípios do país.
Deste modo, permitimo-nos propor a V. Exa. a adopção pelo Município de um conjunto de medidas concretas, que nos parecem fazer todo o sentido no actual cenário de crise.
Medidas com incidência directa nas famílias:
- Redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI)
- Isenção do pagamento das tarifas municipais de água para pensionistas e idosos, para famílias de baixos rendimentos e redução até 50% para as famílias numerosas;
- Criação do “Ponto Solidário” – loja social destinada à recolha de produtos não perecíveis de 1ª necessidade, roupa e produtos de higiene para serem distribuídos à população mais necessitada;
- Isenção do pagamento de refeições nas escolas básicas para crianças cujos pais se encontrem em situação financeira difícil;
Medidas com incidência nas empresas:
- Nos termos da Lei, privilegiar as empresas locais no fornecimento de bens e serviços ao Município;
- Reduzir ou isentar o pagamento de taxas municipais no corrente biénio, com o objectivo de se fixarem novas empresas e /ou investimentos no Concelho para se criarem novos postos de trabalho;
- Congelar o aumento das taxas de urbanização e edificação e de outras taxas;
Este é um conjunto de medidas, que a par de outras, poderão ser implementadas por Vª Exa. para ajudar a minorar os efeitos da severa crise que o País atravessa. O objectivo desta carta tem esse propósito: apelar à sensibilidade de Vª Exa. para a necessidade do poder político local ter um papel activo na ajuda às famílias e empresas que têm sentido os efeitos da grave recessão que se encontra instalada.
Na expectativa de que tal possa acontecer, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,
Sem outro assunto de momento,
Setúbal, 27 de Março de 2009
O Presidente da Distrital de Setúbal do PSD
Bruno Vitorino
Presidente da Câmara
Municipal de Sines
Portugal atravessa momentos difíceis com uma crise económica e financeira que parece longe do seu fim.
Esta crise, que muitos consideram das mais graves de sempre, tem reflexos dramáticos do ponto de vista social.
O Distrito de Setúbal, não obstante muitos e bons exemplos, tem uma estrutura social e um tecido económico frágil, pelo que os efeitos da crise sentem-se de forma mais intensa. As famílias e as empresas atravessam momentos difíceis e exasperantes. Exige-se ao poder político, uma particular sensibilidade social e capacidade de decisão e acção rápida e eficaz, para que as consequências possam ser minimizadas.
Exige-se ao Governo, e com razão, medidas mais eficazes e céleres. Contudo, também o poder político local tem um papel importante a desempenhar.
Sabendo que os recursos das autarquias não são ilimitados é uma questão de opção e de coragem política saber abdicar de um ou outro hábito, em compensação de um conjunto de medidas que sendo da competência das autarquias ajudem, no imediato, e durante o tempo estritamente necessário, quer famílias, quer empresas.
Pequenas medidas podem ajudar a fazer a diferença.
Neste âmbito, podem ser implementadas determinadas medidas com o objectivo de ajudar as famílias e empresas do Concelho, no combate à actual crise económica e social, com efeitos imediatos e para vigorarem enquanto as condições de crise se mantiverem e se considerar importante a sua vigência, a exemplo do que tem sido feito por vários municípios do país.
Deste modo, permitimo-nos propor a V. Exa. a adopção pelo Município de um conjunto de medidas concretas, que nos parecem fazer todo o sentido no actual cenário de crise.
Medidas com incidência directa nas famílias:
- Redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI)
- Isenção do pagamento das tarifas municipais de água para pensionistas e idosos, para famílias de baixos rendimentos e redução até 50% para as famílias numerosas;
- Criação do “Ponto Solidário” – loja social destinada à recolha de produtos não perecíveis de 1ª necessidade, roupa e produtos de higiene para serem distribuídos à população mais necessitada;
- Isenção do pagamento de refeições nas escolas básicas para crianças cujos pais se encontrem em situação financeira difícil;
Medidas com incidência nas empresas:
- Nos termos da Lei, privilegiar as empresas locais no fornecimento de bens e serviços ao Município;
- Reduzir ou isentar o pagamento de taxas municipais no corrente biénio, com o objectivo de se fixarem novas empresas e /ou investimentos no Concelho para se criarem novos postos de trabalho;
- Congelar o aumento das taxas de urbanização e edificação e de outras taxas;
Este é um conjunto de medidas, que a par de outras, poderão ser implementadas por Vª Exa. para ajudar a minorar os efeitos da severa crise que o País atravessa. O objectivo desta carta tem esse propósito: apelar à sensibilidade de Vª Exa. para a necessidade do poder político local ter um papel activo na ajuda às famílias e empresas que têm sentido os efeitos da grave recessão que se encontra instalada.
Na expectativa de que tal possa acontecer, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,
Sem outro assunto de momento,
Setúbal, 27 de Março de 2009
O Presidente da Distrital de Setúbal do PSD
Bruno Vitorino
estranha omissão
Nestes dias particularmente atribulados, em termos pessoais e profissionais, motivo pelo qual tenho participado pouco neste espaço, não quero deixar de partilhar convosco a minha estranheza, ou talvez não, do site da autarquia de Sines - que considero do melhor do genéro, como já aqui referi - não mencionar o contacto da Tesouraria/Contabilidade à semelhança dos restantes serviços.
"CONTACTOS DIRECTOS DOS SERVIÇOS
Acção Social
Água
Ambiente
Arquivo
Cultura
Desporto
Educação
Empresários
Esgotos
Espaços Verdes
Fiscalização Municipal
Limpeza Pública
Habitação
Informação e Imagem
Juventude
Mercados e Feiras
Planeamento / Gestão Urbanística
Presidência / Vereação
Protecção Civil
Recrutamento e Selecção
Sistemas de Informação Geográfica
Trânsito e Via Pública
Transportes
Veterinária"
Site da CMS
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