Os socialistas ponderaram colocar uma bomba em casa de Alberto João Jardim no Verão de 1977, como retaliação aos atentados da FLAMA, Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira, uma organização terrorista que nos anos que se seguiram ao 25 de Abril perseguiram comunistas e socialistas na ilha. A revelação foi feita ao Semanário Expresso pelo autor da ideia, mais de 30 anos depois.
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
Da série: "Descubra as diferenças"
Os socialistas ponderaram colocar uma bomba em casa de Alberto João Jardim no Verão de 1977, como retaliação aos atentados da FLAMA, Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira, uma organização terrorista que nos anos que se seguiram ao 25 de Abril perseguiram comunistas e socialistas na ilha. A revelação foi feita ao Semanário Expresso pelo autor da ideia, mais de 30 anos depois. segunda-feira, 31 de março de 2008
Da série "Deu raia"

"O camarada Jaime Gama ofendeu todos os cidadãos deste país, particularmente aqueles que, na Região Autónoma da Madeira, têm sido severamente prejudicados, no seu corpo e na sua alma, pelo exercício autocrático do poder regional vigente, já lá vão trinta anos".
"Elogiar alguém que tem perseguido madeirenses, ofendido sistemáticamente os seus adversários políticos, atentado constantemente contra a unidade da Pátria e atacado sucessivamente, muitas vezes de forma boçal, os titulares de orgãos de soberania e os mais altos detentores de cargos políticos deste país é no mínimo uma falta de respeito para com os principíos indeléveis que enformam o socialismo democrático, como sejam a Liberdade e a Democracia, a que todos estão vinculados quando aderem ao Partido Socialista, quanto mais um dos seus fundadores".
Voto de protesto dos socialistas madeirenses, aprovado por unanimidade na Comissão Regional.
Nós já sabíiamos, não foi supresa para quem visita este blogue. A tentativa de capitalizar votos no eleitorado social-democrata no continente, fala sempre mais alto para quem Portugal esgota-se em Lisboa. Veja aqui.
"Elogiar alguém que tem perseguido madeirenses, ofendido sistemáticamente os seus adversários políticos, atentado constantemente contra a unidade da Pátria e atacado sucessivamente, muitas vezes de forma boçal, os titulares de orgãos de soberania e os mais altos detentores de cargos políticos deste país é no mínimo uma falta de respeito para com os principíos indeléveis que enformam o socialismo democrático, como sejam a Liberdade e a Democracia, a que todos estão vinculados quando aderem ao Partido Socialista, quanto mais um dos seus fundadores".
Voto de protesto dos socialistas madeirenses, aprovado por unanimidade na Comissão Regional.
Nós já sabíiamos, não foi supresa para quem visita este blogue. A tentativa de capitalizar votos no eleitorado social-democrata no continente, fala sempre mais alto para quem Portugal esgota-se em Lisboa. Veja aqui.
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