O ministro do Ambiente, em declarações à agência Lusa, excluiu hoje uma intervenção para resolver a greve dos trabalhadores da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Ribeira de Moinhos, como pediram segunda-feira os autarcas de Sines e Santiago do Cacém.Em declarações aos jornalistas no Parlamento, Nunes Correia afirmou que por se tratarem de trabalhadores de uma empresa privada, a Sisáqua, "o ministro do Ambiente não deve intervir". Então e a competência fiscalizadora e reguladora do Estado? E a salvaguarda dos interesses dos cidadãos? Nada disso é importante desde que se trate de uma empresa privada. A reter a opinião deste senhor em futuras privatizações.
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