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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

JUNTA DE FREGUESIA DE GRÂNDOLA

Nota de Imprensa
6.000 pessoas no concelho sem médico de família devido a reforma dos médicos ou por baixas médicas.
Junta de Freguesia de Grândola e população promovem novo protesto contra mau funcionamento dos serviços de saúde.
A Junta de Freguesia de Grândola e a Comissão de Utentes do Centro de Saúde do concelho promovem na próxima quarta-feira, dia 26 de Janeiro, a partir das 17 horas, nas instalações do estabelecimento de saúde, uma nova acção pública de protesto, alertando para o mau funcionamento dos serviços de saúde públicos no concelho.
A acção acontece precisamente no dia em que a petição apresentada pela Junta de Freguesia de Grândola em Outubro do ano passado na Assembleia da República vai ser debatida na Comissão Parlamentar de Saúde, o que resulta de um longo processo de realização de plenários e acções junto dos órgãos regionais do Ministério da Saúde.
A população, a Comissão de Utentes e a Junta de Freguesia pretendem que a Grândola regresse o serviço de urgência com funcionamento de 24 horas, bem como a reabertura do Posto Médico do Canal Caveira.

A Comissão Dinamizadora do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP), associa-se a esta iniciativa e apela à vossa presença na mesma.


sábado, 30 de maio de 2009

Dar o peito às balas


Carlos Beato, eleito presidente da Câmara Municipal de Grândola, pelo PS com o estatuto de independente, não será um autarca modelo para alguns, mas é dono da coragem suficiente para colocar os interesses da população e do Cocelho que o elegeu acima dos interesses politico-partidário e pessoais.

Ontem, garantiu à comunicação social que caso se mantenha o traçado da linha ferroviária de mercadorias Sines-Espanha, que “retalha o concelho e aldeias” e “passa por cima de casas” que se demitirá de presidente da Câmara de Grândola e do Pólo Turístico do Litoral alentejano.

Carlos Beato demonstra a honestidade, transparência e verticalidade politica daqueles que não negoceiam nos bastidores acordos e favores em contrapartida de sacrificar o bem-estar das populações; daqueles que tem coragem para defender a sua terra, mesmo contra o partido pelo qual foram eleitos e os senhores das distritais e da capital; daqueles que não esperam ver o seu lugar ameaçado para virem denunciar o irremediavel que em nome do partido que lhes assegurou o poder permitiram.

É a diferença entre servir a população ou utilizar a população ao serviço do partido e da perpetuação no poder a qualquer preço.


foto obtida no site da C.M. Grândola