Até hoje Sines, mantinha-se, relativamente, imune à crise económica, que assola Portugal, sem piedade. Muito devido aos enormes investimentos industriais anunciados para o Complexo Industrial e ao tecido económico baseado no ciclo de exploração do petróleo. O entusiasmo e optimismo, regado pelo lançamento de primeiras "pedras" e testemunhados pelos devidos acólitos, fizeram crer aos mais crédulos, que seriam uma irredutível aldeia gaulesa. Infelizmente tinha razão, o que não me traz nenhuma felicidade.Eis que depois do fiasco do Biodiesel, surge hoje, 23 de Janeiro, em paragonas no caderno de economia do Semanário Expresso que "Repsol adia investimento em Sines".
Sines foi atingido pela primeira etapa da crise: o recuo do investimento. Seguir-se-á a segunda etapa: o desinvestimento, nomeadamente por parte da Sonae Indústria na sua fábrica da Euroresinas em Sines?