
Um dia de Cólera (Arturo Pérez-Reverte) – Assembleia Municipal de Sines e aos dias (noites) de brasa que tem proporcionado neste inferno frio.
Nunca me Esqueças (Lesley Pearce) – Francisco Pacheco, ex-Presidente da CMS e actual Presidente da Assembleia Municipal, que continua e cada vez mais, presente na vida politica local.
Espero por Ti este Inverno (Luanne Rice) e Um homem muito procurado ( John Le Carré) – à oposição e à sua demanda pela busca de um candidato que consiga conquistar uma das poucas autarquias que ainda não mudaram de cor desde que a democracia mora neste país
Homem na Escuridão (Paul Auster) – Ferreira da Costa, a quem é atribuída a real gestão da autarquia, ou seja o homem que na sombra gere na realidade a autarquia.
O Fantasma sai de Cena (Philip Roth) – Para abrir depois das próximas autárquicas em que pelo menos um dos candidatos derrotado, sairá de cena.
Diário de um mau Ano ( J.M. Coetzee) – Prestação de Contas de 2007 da Autarquia Siniense
Um Adeus às Esmolas ( Gregory Clark) e A Árvore Generosa ( Shel Silverstein) – Galp Energia, pelos 6 milhões atribuídos à Câmara Municipal de Sines com vista à construção do Complexo Desportivo
O Vencedor está Só (Paulo Coelho) e O Dono da Festa (Estevão Bertoni e Bernardo Carvalho) – Manuel Coelho, Presidente da Câmara Municipal de Sines, e a suposta perda de apoio da CDU à sua recandidatura.
A Física do Impossível (Michio Kaku) – Aos Investimentos previstos para Sines, pela exagerada expectativa anunciada em termos de criação de postos de trabalho e perspectivas de crescimento.
Estou Vivo (Anita Ganeri) - PS Sines, pela sua ausência e necessária presença, que tanta falta faz a Sines.
O Livro dos Grandes Opostos Filosóficos (Oscar Brenifier e Jacques Després) - CDU Sines, que após longos anos de imagem de coesão e união internas, estalou o verniz da pior forma, na assembleia municipal de Sines, mostrando que a ideologia e a realidade politica, nem sempre se conjugam no mesmo tempo verbal.
A casa do Silêncio (Orahn Pamuk) – PSD Sines, pelo longo silêncio que nos ofereceu ao longo do ano
O Regresso (Victoria Hislop) – Idalino José, pelo adivinhado regresso da sua candidatura à autarquia siniense.
Instruções para Salvar o Mundo (Rosa Monteiro) – Grandes Opções do Plano e Orçamento Municipal de 2008, pelo irrealismo de muitas das previsões que se limitam a cumprir obrigações legais e não ser um instrumento de gestão e ao novo PDM por aquilo que significa para o futuro de Sines.
Doenças do Nosso Tempo (Philippe Presles e Catherine Solano) - O abandono e desertificação do Centro histórico de Sines, que apesar de algum esforço da autarquia tendem em não regredir.
Um Mundo de Recursos Escassos (Erik Orsenna) - Pelo ridículo que significa que um projecto com o significado e dimensão do Gisa não tenha a totalidade do financiamento garantido.
A Hora Má: O Veneno da Madrugada (Gabriel García Marquez) – Poluição em Sines, sem comentários.
O que os ricos sabem e não contam (Aitor Zárate) - FMM, pelo facto de ser impune à crise e de todos os anos aumentar em prestigio, dimensão e orçamento.
Criar um Mundo sem Pobreza (Muhammad Yunus) – Impostos Municipais, a cobrança máxima de todos os impostos em que a autarquia pode decidir, é a antítese de uma politica de esquerda, social e solidária e enquanto a maioria dos municípios prescindem de parte da arrecadação de impostos para aligeirar o orçamento das famílias, a autarquia de Sines deixa cair a máscara e assume a sua gestão autárquica, maximizar as receitas sem olhar a meios para poder gastar da mesma forma.