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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A tradicional confusão

A Concelhia de Sines do PS fez um comunicado à imprensa?

Se não fez, porque tarda em desmenti-lo?

Qual é afinal a posição do PS Sines?

Se a imprensa confundiu um comunicado da Federação com um comunicado da Concelhia, como era possível surgir afirmações na Imprensa que não constam do comunicado da Federação?

Porque no blogue do PS Sines apenas surge o comunicado da Federação e nenhum da Concelhia?

Alguém terá falado em nome da Concelhia indevidamente?

Porque sempre que se fala da Concelhia do PS surgem das dúvidas e interrogações?

Porque o PS Sines há-de ser assim?

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Comunicado Mensal do PS


A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Sines, distribuiu um comunicado à população, datado de 28 de Julho, com o título “Sines, um contributo para a valorização do centro histórico”.
Primeiro percebi, que o PS Sines, resolveu fazer uma “prova de vida” mensal, através de um comunicado, o que sendo muito pouco, é melhor que nada.
O problema do comunicado de Julho não é o que diz – com que aliás concordo na generalidade, eu e a totalidade de munícipes e partidos políticos – mas o que fica por dizer.

De acordo com o referido comunicado, o PS Sines pretende um desenvolvimento sustentável para a cidade, valorizar o Centro Histórico em ligação com a frente marítima, criar uma “cidade de afectos” e não de guetos urbanos. Para alcançar tal desiderato reclama a implementação do Plano de Salvaguarda e Valorização do Centro Histórico de Sines que permita a interligação entre a frente marítima e a cidade, acesso vertical a Av. Vasco da Gama ao Largo dos Penedos, acessos pedonais e ciclovias para a Cidade, percurso panorâmico entre o Forte do Revelim e Santa Catarina, não vender e requalificar a zona do mercado municipal, manter o acesso rodoviário na Av. Vasco da Gama, dotar a frente marítima de equipamentos atractivos para a população e turistas, com actividade ligadas ao mar e outras de âmbito cultural e lazer, inseridas numa estratégia de desenvolvimento e valorização da referida Avenida.

Concordo com a maior parte das propostas, na generalidade, apesar de desconhecer como o PS as concretizaria na prática.

Politicamente, o facto mais significativo deste comunicado é o que fica por clarificar:
- como se cria uma cidade de afectos e quais são os guetos urbanos existentes;
- quais as novas urbanizações consumidoras de espaço urbano a qualquer preço;
- porque Sines não concorreu ao programa Parcerias para a Regeneração Urbana, do Polis XXI, e se o fez porque o Governo PS não o aprovou;

Por fim, um comunicado que inicia, com o PS a dizer-se atento à realidade que o rodeia e que pretende dar a conhecer a sua visão sobre a cidade, seria oportuno esclarecer a população sobre qual a posição do PS, por exemplo, relativamente ao recente derrame e à urbanização que alterará a face Norte da Cidade.