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quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Coisas do Verão

Fim do Verão.
O calor que possa fazer agora, já não é calor de Verão - seja lá isso o que for.

Três coisas muito más do nosso Verão:
- Caravanas, caravanismo e caravaneiros, e tudo o que lhes esteja associado.

- Cães na praia. Os tios, e candidatos a, continuam a achar que os Labradores, são cães chiques, que não incomodam, nem podem transmitir doenças. Pior, apenas os donos de Rottweiler, com a mania que o seu não só não faz mal, como adora crianças. Normalmente ninguém se sente incomodado, nem nadador-salvador, nem polícia marítima ou GNR - quando um qualquer milagres os faz surgir nas arribas de acesso às praias. As poucas vezes, que vi alguém protestar normalmente porque têm crianças, surgem problemas, o dono do animalzinho fica ofendido, indignado ou indiferente, ou todas juntas. Imaginem se estas gente começa a ter vacas como animal de estimação.

- Pesca na praia. Esta não dá para entender. Como é possível haver pescadores, botas de borracha, banquinho, sandocha, mini, isco enrolado em folha de jornal, vulgarmente abandonado no areal, fazendo lançamentos da areia - ou da avenida da praia - para o mar onde andam os banhistas.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Caravanas Expulsas, em Santo André

GNR expulsa 40 autocaravanas de uma praia no Alentejo. A Quercus denunciou o estacionamento de 40 autocaravanas sobre uma duna primária na praia de Santo André. Havia lixo e os veraneantes satisfaziam as necessidades fisiológicas numa duna primária

Segundo o jornal Público, um elemento da CCDR e efectivos da GNR chegaram na segunda-feira à praia de Santo André, concelho de Santiago do Cacém, e, após registarem as matrículas de 40 autocaravanas, ordenaram a sua retirada do local.
A maioria das viaturas pertencia a espanhóis e franceses. Apenas cinco eram nacionais. Em declarações ao Público, o vice-presidente da Associação Portuguesa de Guardas e Vigilantes da Natureza, Carlos Santos, afirmou estarmos perante um dos casos mais graves do género passados no litoral alentejano.
O impacto desta forma de turismo vai além do provocado pelas viaturas, explicou. «A maioria transporta cães» que andam sem trela e numa área que é interdita aos animais dos restantes banhistas. Além disso, há acumulação de lixo e as necessidades fisiológicas são satisfeitas nos canaviais próximos da duna.

Sol Online

Depois do Campismo Selvagem, urge acabar com o caravanismo selvagem. Devem as autarquias definir ou pretendem manter estes "visitantes" e têm de criar espaços próprios, ou então proibi-los de "acampar" na via pública.