Entretanto o peso dos contratos a termo no desemprego registado atinge cerca de 38% dos desempregados que se inscreveram ao longo do mês, porque o seu contrato de trabalho terminou. No Algarve essa percentagem atingiu os 53%.
A realidade, porém, é que os dados do IEFP mostram um quadro parcial do desemprego, uma vez que subavaliam a verdadeira dimensão deste problema. Se compararmos o desemprego registado com os dados do INE verificamos que existe uma discrepância de alguns milhares entre o desemprego apurado pelas duas instituições, que tem vindo a crescer ao longo do tempo, o que não é justificável meramente pela diferente natureza das fontes. Assim, usando os dados mais recentes (referentes ao 4º trimestre de 2010), verifica-se que o desemprego apurado pelo INE é superior em mais de 72 milhares ao registado pelo IEFP no mesmo período.
(...)
Esta é uma política de desastre que aprofunda as desigualdades e compromete a coesão social do país.
É hora de colocar os trabalhadores e os desempregados como centro das prioridades das políticas económicas e sociais.
CGTP
3 comentários:
esta a acontecer um congresso ai duns parasitas quaiqueres são mesmo um bando de falsários são tão mentirosos que não conseguem dizer uma unica verdade e assim vão enganando os jumentos que ainda acreditam naqueles vendedores da banha da cobra
mas o iefp em sines vai fazer instalações de luxos para uns incompetentes nomeados, que se tudo correr bem serõ baldeados brevemente pelo psd
A situação dos desempregados nunca é verdadeira numca se sabe ao certo quantos desempregados existe os numeros do governo nunca vem certos e isso tem se visto de vez em quando mas ainda bem que existe alguem como este SR que apresenta estes dados é muito importante para quem passa de vez em quando pela ESTAÇÃO caso contrario nem tinhamos acesso a este documento.
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