
Na dificuldade de fiscalizar os potenciais infractores, o estado colocada o contribuinte, neste caso os recém casados a fazer de fiscais. Mais um contributo para as uniões de factos e para o ridículo nacional. Se existem dúvidas quanto ao cumprimento dos prestadores de serviços referentes às cerimónias de casamento, então investigue. Mais uma vez concordo com o objectivo, desdenho os meios. No mínimo ridículo.
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