domingo, 2 de maio de 2010

Custo de vida

No âmbito da Santiagro a autarquia de Santiago do Cacém organizará um colóquio onde se debaterá a questão do aumento do custo de vida para as populações locais, decorrentes dos grandes investimentos turísticos previstos para o Litoral Alentejano. Preocupação que nunca conhecemos na autarquia de Sines relativamente ao Complexo Industrial.

Eis uma questão relevante e tantas vezes ignorada. É do senso comum, e do orçamento mensal, que o custo de vida em Sines é claramente superior à média nacional, nomeadamente no que concerne à habitação, alimentação e vestuário. É certo que o rendimento per capita em Sines é muito superior à média nacional, mas nem todos vivem do complexo industrial directa ou indirectamente.

Mas não tem sido apenas a lei da oferta e da procura a ditar os valores elevados, principalmente da habitação, as afirmações politicas de responsáveis locais e nacionais,  anunciando investimentos e consequente crescimentos populacionais que não se concretizam, geram movimentos especulativos, que penalizam os consumidores e arrastam pequenas e micro empresas para investimentos condenados ao insucesso.

Se a muitos dos a muitos agentes políticos, falta formação económica, ou pelo menos sensibilidade para essas questões, a outros sobram segundas intenções.

3 comentários:

  1. Brás (francamente não sei se é com Z o que sempre dava mais estirpe) vai mudar para Santo André como o Idalino?
    Dito doutra maneira: Está tudo tão caro em Sines que até o Idalino mudou para Santo André e parece que até o Brás vai mudar.

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  2. Ser com s ou com Z, morar em Sines ou Santo André, o que importa é o conteúdo não a forma.

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  3. Ouvi dizer que andam por aí uns Filipinos...será verdade?...

    É alguma grande empresa que vem dar trabalho aos Sineenses que desesperam a procura de trabalho?...

    Ou são alguns desgraçados que imigraram para cá para matar a fome?...e trabalham por tuta e meia?...

    A ASAE saberá das condições onde vivem?...
    O SEF saberá da sua existência?...
    O Ministério do Trabalho saberá as suas "condições" de trabalho?...

    Para estes "trabalhadores" não há ordenado mínimo?...Ou o OM é o do país deles?...

    È para "isto" que o Primeiro Ministro grita aos sete ventos que precisamos de grandes obras para criar emprego?...

    Criar emprego para quem?
    Para Espanhóis?
    Para Filipinos?...

    Então e nós?...

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