O Bloco de Esquerda vai realizar uma Conferência de Imprensa no próximo dia 17 de Setembro, Quinta-feira, às 17,30 horas na Cafetaria do Centro de Artes de Sines, com a presença de:
Fernando Rosas, Deputado e primeiro candidato do BE pelo Circulo Eleitoral de Seúbal às Eleições Legislativas de 2009
José Carlos Guinote, primeiro candidato à Câmara Municipal de Sines, nas Eleições Autárquicas de 2009.
A Conferência de imprensa destina-se a apresentar os compromissos a assumir pelo Bloco de Esquerda na Assembleia da República e nas autarquias de Sines quanto às grandes questões ambientais e de saúde pública que se colocam nesta região.
Agradecendo antecipadamente a V. presença
Pelo Bloco de Esquerda
João Madeira
As sondagens dão uma indicação de voto aos eleitores quando anunciam previamente as percentagens de voto previstas para quem deverá ficar em 1º, 2º, 3º ou 4º lugares, o que influencia o resultado da votação, sempre no sentido das sondagens, pois uma boa parte do eleitorado acaba por ser induzido a escolher apenas de entre os partidos que são apontados nas sondagens como ficando em 1º ou 2º lugares. Trata-se de uma tendência desportiva, onde ou se ganha ou se perde. Só por isso as sondagens deveriam ser proibidas e são-no em alguns países. Além disso, estão a tornar-se suspeitas de serem mal feitas ou pouco sérias porque se enganam sistematicamente a favor dos grandes partidos. No final, apesar de tudo, os pequenos partidos acabam por ter sempre mais votantes do que os indicados nas sondagens.
ResponderEliminarNa política não é como no desporto, pois quem fica em 2º, 3º ou 4º lugares também acaba por influenciar o poder. Apenas não têm qualquer influência a abstenção, os votos brancos ou os dados a partidos que não chegam a eleger representantes para a assembleia. Também é muito diferente ganhar com maioria absoluta ou relativa, pois se a maioria for relativa o partido ganhador terá que procurar fazer uma coligação ou governar sem ela e na dependência do voto parlamentar. Em qualquer dos casos há que ter em conta outras políticas e outras sensibilidades. Por vezes é essa a única solução e é a democracia que fica a ganhar nestes casos.
Os grandes partidos são alvos de cobiça de interesses particulares que os apoiam esperando receber compensações em retorno quando aqueles forem poder e mais fácil será o retorno se tiverem uma maioria absoluta, por isso um povo politicamente esclarecido deve fugir sempre de dar maiorias absolutas a quem quer que seja, embora todos os partidos as peçam.
Os 2 super partidos contam já com a vitória de um deles. Vamos mudar isso e votar nos pequenos partidos, nos que têm expressão eleitoral ou estão à beira de eleger o seu 1º deputado. Ganham a democracia, a justiça e a valorização da Assembleia da República (para onde vamos votar) e perdem a arrogância e a corrupção.
Zé da Burra o Alentejano